[0:00]Como as pessoas tratavam raiva antes das vacinas existirem? Em Roma, vocĂȘ era mordido por um cĂŁo raivoso e o mĂ©dico aquecia um ferro no fogo. Cauterizava cada marca de dente. Se os sintomas aparecessem e sempre apareciam, o tratamento era afogamento, listado como procedimento mĂ©dico. Em 1025, Avicenna identificou que a raiva era transmitida pela saliva e a janela de tempo para agir. Tinha o diagnĂłstico certo. O tratamento era colocar o fĂgado cru do cĂŁo raivoso sobre a ferida. A teoria estava 860 anos Ă frente. O remĂ©dio, nĂŁo. Na AmĂ©rica colonial, vocĂȘ viajava dias para encontrar alguĂ©m com uma pedra do estĂŽmago de uma vaca. VocĂȘ pressionava sobre a mordida. Depois era mergulhada em leite. Se o leite ficasse verde, o veneno tinha saĂdo e ficava verde, era reação quĂmica, nĂŁo veneno. Em 1885, Paris, Louis Pasteur aplicou 14 injeçÔes em um paciente em 10 dias. Cada dose mais forte que a anterior. Nunca havia testado em humanos. Se nĂŁo desse certo, responderia por crime. Foi a primeira vacinação contra raiva da histĂłria. Hoje, existe vacina e protocolo completo. A raiva ainda leva 59 mil pessoas por ano, quase todas evitĂĄveis.

Como as pessoas tratavam raiva antes das vacinas existirem? đ
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