[0:16]Parece que foi ontem, uma rima é um sonho, não jogo pro alto eu tento de novo Minha mãe se despedindo que Deus te acompanhe, um ciclo se inicia por dentro dos olhos Não sei assumir mas eu sinto saudade e a verdade é que a falta costuma Foda da mentira que ela incomoda e às vezes coloca a mão na minha costura Oportunas lembranças me vem, pele a pele com o melhor de mim Minha experiência nos faz com amor, torna intensa a hora de partir Peito em jogo mente que apartasse, deixa levar pra paixão aplaudir A carne é forte e minha vista é exausta, meu ponto fraco é ainda sentir Eu mudei tanto amor só a convite, assim os seus olhos enganam meu pé A sua boca marcando a xícara, não vem colocar açúcar no meu café Sou teu essa noite amanhã é outro dia volto pra minha vila olhando pro céu Linkando com ideias que ouvi do Randal, na busca do que posso chamar de meu A dúvida onde se forma é meu chão, minha intenção que se torna metade O diferente não me escutou, minha intuição preferiu a saudade Tua visão só me traz novidades, seu ponto fraco tocando meus dedos Vamos acabar se encontrando de novo, naquilo que eu canto, no que te escrevo Dono do agora por isso desejo, se torna mais leve depois que concentro Ainda tô errado buscando conserto, nada foi me dado por isso invento
[1:37]Vejo nos seus olhos cultura e medo, a desconfiança no toque e no beijo A semelhança em algo com desprezo, a trilogia é o controle do tempo Que a natureza me trate igual vento, a expectativa supere meus erros Que o acerto não forme ação, para a ambição não puxar minha orelha Uma canção para a viagem inteira, poesias que não exijam lágrimas Vai ter alguém esperando sua volta, e alguma sobre explicando outra falta Coincidências no centro da palma, a divergência que tenho com as horas Te falo de mim quando me pede fica, ainda é mal feita só falta demora Tudo tá fluindo valeu minha jóia, essa coragem eu preciso pra agora Cado dos teus sonhos que teu medo moia, e qual sai na busca se chove lá fora Eu dentro do buzzo ouvindo o pneu, sem entender o silêncio dos bons Deus existe ou eu inventei ele, um questionador vale uma multidão De insensatos, preciso entender meu mapa, sem ter que estender meus passos Meu forro tá lotado de cartas, meu peito tá tão machucado Só tô concentrando no meu karma, canto por ser tão delicado Se o mundo me evitasse, quem definiria o frágil O amor que termina minha frase, se não estou vindo contágio Ainda tô a fim de verdades, antes de sentir não ensaio



