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Se o seu TEMPO DE TELA for superior a 2 horas, assista a este vídeo.

Desfrutando a Vida

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[0:00]Se o seu tempo de tela diário, aquele que o seu próprio celular te entrega sem dó, ultrapassa as duas horas, eu te convido a parar tudo que você está fazendo agora. É sério, larga o que você tiver na mão, fecha as abas abertas. Até porque esse vídeo não é só mais um conteúdo aleatório que o algoritmo te empurrou. Esse vídeo é um alerta, um alerta que pode literalmente mudar a forma como você vive os seus dias e as suas noites. Pensa rápido agora, você acha que você controla o seu celular ou é ele quem controla você? Seja bem honesto agora, e a resposta, se você for honesto ou honesta o suficiente, pode te assustar profundamente agora. Eu tenho algumas perguntas para fazer para você. Você se sente cansado, mesmo sem ter feito nada demais? Os dias parecem estar passando numa velocidade altíssima e a sensação que fica para você é que você não realizou nem metade do que você gostaria. E a concentração? Você lembra dela? Aquela capacidade de focar em algo por mais de 5 minutos, parece até meio que um superpoder perdido, né? Sem falar da ansiedade, aquela inquietação que tem sempre algo faltando. E se eu te disser agora que o dispositivo inofensivo que a gente carrega para todo lugar, ele pode ser um ou principal fator de todos esses sintomas. Pode sim ser o silencioso sabotador da sua produtividade, da sua paz mental, dos seus relacionamentos e pasme, dos seus sonhos mais importantes. Pois é, nesse vídeo a gente vai desmascarar tudo sobre esse tema, mas a gente não vai parar no problema. O mais importante aqui nesse vídeo é que eu vou te entregar um plano de ação, um método simples e prático para você voltar a ser o piloto e não um passageiro à deriva nesse mar de distrações que nós estamos. Muitos, infelizmente, vão fechar a aba desse vídeo nos próximos segundos e vão continuar nesse piloto automático, reclamando da falta de tempo, da ansiedade, sem nunca entender realmente a raiz do problema. Mas se você realmente está pronto para descobrir como transformar as horas que acabam escorrendo pelos nossos dedos em horas realmente vividas, com propósito, com intencionalidade e com leveza, fica comigo até o final. E agora, eu quero conversar com você sobre o impacto silencioso das telas. E ao meu ver, o objetivo principal ali das redes sociais é único: manter nós presos. Manter você engajando, clicando, assistindo pelo maior tempo humanamente possível. Vocês percebem que não é sobre nos oferecer o melhor entretenimento de forma equilibrada, ou a informação mais relevante de forma concisa, é sobre capturar e reter a nossa atenção. Acaba que você não é o cliente, você é o produto. A sua atenção, os seus dados, os seus cliques e o mais importante, o seu tempo. Essa é a moeda de troca, e essa moeda de troca, ela vale ouro. Pensa comigo no tanto de estímulo que a gente tem. A notificação vermelha que grita para ser aberta, o fulano que curtiu a sua foto, o ciclano que comentou na sua foto. Essas microdoses que acabam nos dando uma sensação de validação, o feed que nunca termina, sempre prometendo algo mais interessante logo abaixo. Não tem como a gente falar sobre tempo de tela, sobre redes sociais sem falar sobre a dopamina. Eu já fiz um vídeo específico sobre dopamina aqui no canal, vou colocar aqui em cima, que é interessante você saber os termos básicos da dopamina, como ela age para entender melhor esse vídeo. Mas basicamente tudo o que eu estou falando aqui para vocês são meio que mecanismos de recompensa. Mecanismos de recompensa intermitentes, aqueles mesmos mecanismos que eles usam em ratinhos de laboratório. E nós, seres humanos, seres superiores, caímos como verdadeiros patinhos, sabe, em busca do quê? De mais e mais dopamina. Ao meu ver, a dopamina, ela seria como um fast-food para o nosso cérebro. Satisfaz superficialmente na hora, dá aquele pico de prazer, mas ele não nutre, não aprofunda e deixa sempre querendo mais. Cada vez mais rápido num ciclo sem fim. Vocês já abriram aqueles salgadinhos, que por sinal, eu amo, tá? A gente só não tem o hábito de comprar no mercado, porque se tiver em casa, provavelmente eu vou querer comer. Vou dar o exemplo do Doritos, que é um salgadinho que eu amo, para mim é o melhor salgadinho que existe, e se abre aquele pacotinho de salgadinho, eu não consigo comer um só. Você também é assim? E aqui eu não vou falar sobre nutrição nem nada do tipo, mas é só pra gente comparar a alimentação com as redes sociais. Como a gente acaba se viciando e não consegue consumir um só Doritos ou um só conteúdo. Eu gostaria aqui de falar sobre as consequências reais, sabe, palpáveis dessa superexposição, desses hiperestímulos que a gente vem consumindo dia a dia. E vai sim, muito mais além do óbvio, daquela vista cansada no fim do dia, da dor chata nas costas por não ter sentado direito. A gente está falando aqui sobre o impacto mais profundo e esse impacto mais profundo é na nossa saúde mental. O aumento exponencial da ansiedade, a comparação social tóxica, onde aquela vida editada e filtrada parece ser muito mais interessante do que a nossa. Sem falar do sono, a luz azul emitida pelas telas, que bagunça completamente a nossa produção de melatonina. Que bagunça também o nosso ciclo circadiano, e o resultado é dificuldade para pegar no sono, noites mal dormidas e um dia seguinte que você se arrasta, precisando de ainda mais estímulos. Acaba sendo um ciclo vicioso e completamente destrutivo. A busca incessante por dopamina, essa molécula de prazer e de recompensa que os aplicativos sabem tão bem como liberar na gente. Sabe o que que acabam fazendo a longo prazo? Acabam te deixando menos sensível ao prazer das coisas simples. Das conquistas reais da vida offline. Não tá acreditando muito em mim, vamos pensar junto, quantas vezes você sem perceber priorizou uma tela em vez de uma conversa real, olho no olho. Acontece que esse tempo de tela excessivo, ele não prejudica só a gente, ele reverbera, ele impacta na qualidade das nossas interações, na profundidade dos nossos laços, porque se a gente não consegue estabelecer uma conversa olho no olho por mais de 20 minutos, como a gente vai se aprofundar nos nossos relacionamentos? Agora chega de apontar o dedo para o problema. Existe uma luz no fim desse túnel digital, e essa luz no fim do túnel, ela começa com dois simples passos. Duas estratégias fundamentais e que eu não escuto falar por aí. Ponto número um para você retomar o controle da sua vida é preencha a sua agenda com coisas inegociáveis. A virada de chave é justamente essa. Se nós não decidirmos ativamente como usar o nosso tempo, as telas, o algoritmo, as notificações, elas farão isso por nós. Quando a gente coloca coisas inegociáveis durante o nosso dia, a gente acaba quebrando aquela crença de por eu passar menos tempo no meu celular, eu faço várias coisas no meu dia.

[7:39]Vocês conseguem ver a diferença? A gente precisa primeiro estabelecer várias coisas inegociáveis. Coisas que irão preencher de fato o nosso dia, que vão fazer a longo prazo sermos pessoas melhores do que simplesmente termos momentos vagos ali que a gente vai pegar o nosso celular e começar a rolar o feed. Ok, Clara, mas como que eu posso identificar essas coisas inegociáveis? São as suas prioridades, aquilo que precisa ser feito. Pode ser aquilo que te traz uma sensação genuína de paz, de realização, algo que se você, por exemplo, negligenciar por algum tempo, vai te deixar triste, irritada ou frustrado, sabe? E o pulo do gato não é só a gente identificar essas coisas, é justamente bloquear um tempo na nossa agenda. Tratar esses compromissos com a mesma responsabilidade que você trataria uma reunião superimportante de negócios, porque acredite, cuidar de você, cuidar da sua saúde mental, da sua saúde física é importante. E para aquela voz que tenta falar: Ah, eu não tenho tempo para isso, Clara. Tempo é questão de prioridade. E agora, antes de jogar pedra em cima de mim, me entenda. Eu sei que cada pessoa tem uma realidade de vida, tem muita gente que acorda cedo para ir trabalhar, volta à noite em casa. Porém, se você gasta duas, três, quatro ou mais horas no seu celular, quer dizer que você tem tempo. Você só está investindo esse tempo no lugar errado. E antes de eu continuar com o segundo e último ponto, a última estratégia prática, eu gostaria de falar para vocês que eu estou elaborando um e-book de detox digital. Eu estou fazendo com muito carinho, já tem alguns meses que eu estou trabalhando nesse projeto, com muito amor, com muito afinco, e eu gostaria de saber se vocês têm interesse de ter acesso a esse e-book. Então, se você quer esse e-book de detox digital, comenta aqui embaixo: eu quero saber do e-book. Assim, logo mais que sair esse e-book, eu vou te mandar o link dele para você adquirir, tá certo? E o segundo pilar fundamental para a gente retomar o controle é ajustar a dieta mental. Você se preocupa com o que você come, certo? Se você não se preocupa, você deveria. A gente, normalmente, precisa tentar, pelo menos, evitar o excesso de açúcar, de processados. A gente deveria, pelo menos, tentar comer de forma mais limpa, mais intencional, mas aí vem a minha pergunta: o que alimenta a sua mente todos os dias, hora após hora? Eu tenho que te dizer, a sua dieta mental tem tanto impacto quanto uma dieta física. E por que que eu estou falando isso? Porque consumir lixo digital de forma passiva, aquelas fofocas do mundo dos famosos que não nos agregam nada, as polêmicas vazias que só geram raiva para a gente, o conteúdo que te deixa para baixo, ansioso, isso tem um custo altíssimo, um custo para sua paz de espírito, para sua capacidade de criar e sonhar com coisas melhores. Ok, Clara, mas então o que seria essa dieta mental saudável? Eu vou falar de forma bem fácil, bem rápida aqui para vocês, é simples. Consumir um conteúdo que te inspire, que te eduque, que te desafie positivamente e que te conecta melhor com as pessoas, pessoas que vão te fazer um ser humano melhor. Eu vou te dar uma prévia aqui de como fazer esse detox digital. Primeiro, unfollow em massa, especialmente naqueles perfis que te fazem se sentir mal ou simplesmente perder tempo. Segundo ponto, silenciar todas as notificações. Se você quiser, não precisa ser todas, mas aquelas que não são essenciais, sabe? Isso basicamente seria escolher intencionalmente e ativamente aquilo que você vai consumir, em vez de receber passivamente do algoritmo aquilo que ele quer te entregar. Eu falo tudo isso porque como é importante a gente entender o impacto neurológico que tem sobre a gente. O nosso cérebro, ele se adapta de forma fantástica. Se você o treina para receber informações em pílulas de 15 ou 30 segundos, que são aqueles vídeos curtos, né? Como você espera que ele consiga focar numa leitura por uma hora? Ou para assistir uma aula mais densa, mais complexa? Ou para escrever um relatório detalhado? Ou até mesmo para conversar com uma pessoa, aquilo que a gente falou anteriormente, né? Sem sentir a necessidade constantemente de pegar no seu celular. Isso acontece porque o nosso cérebro, ele tá condicionado. O importante é que a gente tem o poder sobre ele. A gente pode condicionar ele de forma diferente. Agora, eu quero ser brutalmente honesta com você. Ao meu ver, essa mudança, ela não vai acontecer do dia para a noite, e seria ilusão se eu falasse que sim, iria acontecer dessa forma. A real é que não existe uma pílula mágica, um estalar de dedos para justamente resolver tudo isso para nós. Seria bom? Seria, mas não é assim que funciona. O que eu posso te sugerir hoje é: não se culpe pelo tempo que você perdeu no passado. Até porque a culpa, ela não nos leva a lugar nenhum. A culpa, ela não constrói nada. Mas, em vez disso, se responsabilize por aquilo que você fez, e especialmente, por aquilo que você irá fazer a partir de agora. Se responsabilize pelo tempo que você tem pela frente, a partir desse exato momento. Comece pequeno, mas comece. Eu costumo dizer sempre aqui no canal que a consistência nos pequenos passos, nos pequenos hábitos é o que gera grandes transformações a longo prazo. Reduzir o seu tempo de tela, reconquistar o seu foco, a sua energia, a sua presença, não é sobre se privar de algo. É justamente o contrário, é se presentear, é se presentear com mais tempo de qualidade, é se presentear com mais foco para você realizar o que você almeja tanto por tanto tempo. É se presentear com conexões profundas, reais, e é justamente essa mensagem que eu quero passar para você no dia de hoje. O controle tá na sua mão. Essa ferramenta que é o nosso celular, que é poderosíssima e que a gente não pode demonizar ela, até porque o controle está com a gente. Então, se eu puder te dar uma sugestão é, use o seu celular como um servo leal e não como um mestre tirano que dita os seus dias e rouba a sua atenção. E se esse vídeo te provocou de alguma forma, se ele te fez refletir, nem que seja por um instante, compartilha com uma pessoa que precisa ouvir isso também, que está lutando contra o excesso de telas. Vamos mesmo criar essa corrente do bem, um ajudando o outro, para que no fim a gente crie meio que uma onda de consciência digital. E lembre-se, a vida é agora, não espere o momento perfeito, crie o momento perfeito. Com carinho, Clara.

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