[0:00]Eu passei anos achando que se eu fizesse tudo certo, ele ia ficar comigo. Se eu me moldasse, fosse mais leve, mais divertida, sensual, independente, mas na medida certa, aí sim, ele não iria me deixar. Mas não foi isso que aconteceu na prática, e ele foi embora, ele terminou comigo. Depois de dois anos de relacionamento, ele decidiu terminar. E foi ali, naquele vazio, que eu percebi que eu não estava comigo. E para você ter um spoiler dessa história, depois que eu parei de fazer por ele, ele voltou. Talvez você tenha clicado nesse vídeo esperando uma fórmula para reconquistar alguém. Mas eu quero te dar algo muito mais poderoso, que é o caminho para você se reconquistar. Porque foi quando eu parei de fazer essas cinco coisas que a minha energia mudou. E adivinha, quando você volta para si, o mundo responde. Em primeiro lugar, eu parei de me reduzir para caber no espaço dele. Durante muito tempo, eu fiquei diminuindo a minha luz, com medo de assustar as outras pessoas. Era como se eu tentasse encolher o sol para caber dentro de uma lanterna. Mas no fundo, eu acreditava que se eu brilhasse demais, me mostrasse demais, fosse eu demais, ele ia me deixar. Eu ficava com medo de ofuscar as pessoas, de atrapalhar as pessoas, e consequentemente, ficava com medo de ser eu. Então, por mais que ninguém pedisse, eu ia lá e me contraia. E só para vocês terem uma noção, o meu parceiro, ele nunca, nunca falou da minha risada, do jeito que eu me porto, eu sempre quis muito, e sempre fui muito de abraçar as pessoas, de conversar com as pessoas, mas eu mesma me podava. Eu falava mais baixo, eu ria com menos intensidade, eu filtrava demais minhas ideias antes de expressá-las, com muito medo de ser mal interpretada. Porque internamente eu alimentava o meu medo de ser demais. Eu tinha muitos pensamentos como se eu falar demais, ele vai cansar. Se eu for muito intensa, ele vai enjoar de mim. E se eu for tudo o que eu sou, ele vai se afastar. Todos esses medos, eles cresciam muito dentro de mim, e eu atuava diante deles. E a consequência disso foi que eu parei de habitar a minha própria energia e comecei a focar demais na dele. Eu me tornei a pessoa que começou a reparar nele. Por que que ele tá gentil demais? Por que que ele tá falando oi para todas as pessoas? Por que que ele tá tão alegre com os amigos dele e não é assim comigo? Eu comecei a criar histórias, e o que eu não tava percebendo é que eu tava projetando nele algo que faltava em mim, a liberdade. Porque quem se sente preso dentro de si mesmo, começa a olhar com desconfiança o outro que se move com leveza. Mas o problema não era ele. Isso tudo o que eu tava sentindo, era um reflexo da minha autoanulação. E foi nesse ponto que eu percebi que eu tava me apagando e eu tava me perdendo de mim. E o meu desafio interno nunca foi caber no mundo dele, porque não importava se ele esperasse ou não algo de mim, se ele ia me deixar ou não. Eu precisava ser inteira no meu próprio mundo. E hoje em dia eu entendo que mesmo que alguém se assuste comigo ou não queira estar comigo, tá tudo bem. Porque a minha missão não é agradar todo mundo, a minha missão é ser inteira comigo. E a partir deste momento, eu acredito que eu consegui ser tudo o que eu queria e estava tentando, ser leve, engraçada, divertida, né? Eu consegui ser mais eu, mas sem me podar, achando que o outro espera algo de mim. Em segundo lugar, eu parei de me abandonar nos pequenos detalhes. Eu achava que abandono era algo muito triste, cheio de lágrimas, com uma ruptura muito brusca. Mas eu percebi que muitas vezes o auto abandono, ele é feito de forma silenciosa. E foi isso que aconteceu comigo na minha primeira fase do relacionamento. Eu comecei a falar muitos sims para quando eu queria dizer não, e eu comecei a fazer muitas coisas esperando que o outro fizesse o mesmo por mim. Um exemplo é, às vezes eu tinha o plano de ir para uma aula de yoga, ou ir conhecer um lugar novo, eu tinha algum plano ali, que eu separei aquele tempo para mim. E quando ele me mandava mensagem falando, Laiza, vamos nos ver, ou vamos sair, vamos fazer tal coisa, que que você acha de vir aqui para ver um filme? Imediatamente eu pensava, ah, vou ir, né? Melhor eu ir do que eu não sei quando a gente vai conseguir sair de novo, ou quando a gente vai conseguir se ver de novo. Então eu sempre negava algo que eu estava planejando para fazer por mim e falava, ah, não é tão importante. E aí eu começava a fazer por ele, e o dia que ele não fazia a mesma coisa por mim, eu ficava muito triste e às vezes eu nem comunicava. Então, por exemplo, um amigo dele chamou ele para sair, ou ele tinha planejado ir num lugar, passear, fazer alguma coisa, e se ele falasse não para mim, para ir fazer isso, até andar de bicicleta, por exemplo, eu me sentia muito ferida. Porque se fosse ao contrário, eu abriria a mão. E isso não só no relacionamento amoroso, várias vezes eu falava que eu ia meditar, ou que eu ia fazer alguma coisa, ou que, ah, hoje é o dia de fazer um skin care, ler um livro, pequenas coisas mesmo, que eu falava, ah, não é tão importante, vou fazer outra coisa. E aí eu ia ver uma série. Ah, não é tão importante. Ah, posso fazer outro dia. E eram esses micro abandonos que foram desgastando e me deixando cada vez mais cansada e cada vez mais rabugenta, né, digamos assim. E eu fiquei me sentindo pesada dentro do relacionamento. Eu gosto até de utilizar um outro nome que eu mostro para as minhas alunas, que são micro traições. Então, se você tem muito medo de traição, se esse é um medo latente em você, talvez você esteja se traindo diariamente com os seus gostos, seus valores, seus desejos, suas prioridades. Depois que ele terminou e foi embora, eu percebi que eu deixei de fazer muita coisa. E você não precisa passar por essa para perceber isso, e é por isso que talvez você esteja vendo esse vídeo. E eu não fui buscar grandes revoluções, uma meditação de 3 horas para manifestar algo potente, uma super mega transformação, não. Eu fui praticando com presença, eu fui fazendo todos os dias o momento presente para eu me escutar e me reconquistar diariamente. Então, eu comecei a ficar mais atenta com a forma que eu me alimento, a forma que eu falava com as pessoas, a forma que meus pensamentos, né, o quanto eu tava falando mal de mim, ou o que que eu fazia no meu dia a dia para mim nutrir de verdade. E às vezes eu colocava uma série que eu percebi que eu não estava me nutrindo. Aí eu parava conscientemente, ia ler um livro para mudar a minha mentalidade, para olhar para mim, cuidar de mim. Levou muito tempo para eu ter coragem de sair de conversas que não me faziam tão bem, de falar não em um momento que eu achava que eu tinha que estar lá presente, e isso foi muito libertador. E foi tão bom eu ter tido esse momento comigo, porque eu tava solteira, né, teoricamente, meu parceiro tinha terminado comigo, e eu percebi que eu achava que se eu me priorizasse, eu não ia ser amada, ou o nosso relacionamento ia acabar. Então, quando tinha alguma crise no relacionamento, o meu maior foco era no relacionamento e no que a gente precisava fazer mais juntos e mais amor e mais carinho, mas na verdade não era isso que a gente precisava. O que a gente precisava em momentos de crise do relacionamento era que cada um tivesse o seu espaço e cada um cuidasse de si mesmo para depois conseguirmos transbordar para o outro. Hoje em dia, com o reconquiste-se, se você não sabe, o reconquiste-se é o meu treinamento 100% online, onde eu ensino para vocês todas essas técnicas e métodos de você olhar para você e você cultivar o verdadeiro amor próprio, através de uma auto observação, um auto acolhimento. Eu entendi que eu preciso fazer isso dentro de um relacionamento, mesmo com uma pessoa. Eu preciso de momentos comigo, momentos onde eu me escuto, me dou carinho, me dou amor, não me abandono, não abandono as minhas prioridades, faço os meus exercícios, minha alimentação saudável, mas também cuido da minha mente, do meu espiritual e do meu emocional. E é por isso que hoje eu vejo que eu, infelizmente, não sabia, né, lá atrás. Eu, infelizmente, focava no relacionamento quando tinha alguma crise, e é sempre a base o amor próprio. Em terceiro lugar, eu parei de me doar esperando um retorno. Você, assim como eu, talvez se escondeu atrás de uma máscara de generosidade. Só que você achou que a generosidade era se doar demais, se silenciar demais, sempre tá disposta pelo outro, sempre fazer tudo pelo outro. E mais ainda, talvez você acredite até hoje que amar é antecipar as necessidades da outra pessoa, como se o amor tivesse que ser constantemente conquistado. Só que o problema dessa generosidade, né, eu vou pôr bem entre aspas essa generosidade, porque não é sobre isso, o problema de você estar toda hora querendo agradar o outro, ou antecipando essas necessidades, é que provavelmente você não tá fazendo isso por amor, porque se não você não estaria cansada ou achando que você se doa demais. Você tá fazendo isso pelo seu ego. E calma lá que eu vou te ajudar a chegar nesse raciocínio. Se você tá fazendo algo pelo outro, esperando algo em troca, você provavelmente tá fazendo algo que você espera. Então, você vê o outro triste, emburrado, irritado, e aí você vai lá e dá abraço no outro. Você vai lá e dá beijo no outro, você vai lá e faz uma comida gostosa, faz alguma coisa que, na verdade, você gostaria de receber quando você está triste, brava, irritada, magoada. E eu fui percebendo isso porque o meu parceiro, ele gosta muito de ter o tempo dele. Ele gosta de ter o momento dele. Eu não sabia dar esse espaço. Eu não sabia entender isso. Então, o meu me doar demais era muito egoísta. Eu estava lá me doando através de um dia que eu tava vendo um filme com ele, através de beijinho, de carinho, de várias mensagens falando que eu o amava, mas tudo que ele precisava era um espaço. E claro, eu tava lá esperando algo em troca. E quando eu estava triste, o que que vocês acham que ele fazia? Me dava espaço, porque isso é o que ele esperava de mim. Então a gente sempre tava num ciclo de insatisfação ali. E ao invés de tentar consertar isso dentro do relacionamento, eu comecei a me perguntar de onde que vinha essa busca por me provar o suficiente dentro de um relacionamento. E foi quando eu encontrei uma menina, né, eu sempre falo aqui com vocês da criança ferida. Eu encontrei essa criança que ela achava que ela precisava fazer tudo para ser vista. E eu comecei a perceber que eu confundi conexão com esforço. E esforço não é amor. Na verdade, era o medo disfarçado de dedicação, porque eu tinha tanto medo de perder que eu ia lá e me dedicava cada vez mais e mais e mais pelo relacionamento. E a raiz era o quê? Medo de perder. Consequentemente e, infelizmente, no meu caso, mas também felizmente, que hoje em dia estou aqui fazendo esse vídeo para você, eu perdi, porque as minhas ações estavam pautadas no medo. E hoje, para fazer algo pelo meu parceiro, eu sempre me pergunto se eu quero, se eu tô transbordando, ou se eu tô querendo preencher meu vazio. Isso mudou demais o nosso relacionamento e como que eu me porto diante do mundo mesmo. Eu não tô indo pro mundo querendo me preencher a todo momento. Em quarto lugar, eu gostaria de falar que eu parei completamente de me comparar, mas isso seria mentira. Porque em momentos de distrações ou vulnerabilidade, a comparação ainda aparece. Vem uma voz sutil ainda falando, ah, e ela é mais bem resolvida, mais segura, mais tranquila. E durante muito tempo eu achei que isso é natural, até porque eu cresci em meio a comparação e culturalmente também nós sempre comparamos. E cada vez que eu me comparava, e ainda me comparo às vezes, eu sempre me diminuo. E eu sei que você também passa por isso. O problema de fazer isso é que a gente tá meio que desonrando a nossa história. Nesse momento, é como se a gente começasse a duvidar no nosso processo e também pensasse que estamos atrasadas ou perdidas e de novo cai naquela crença de não ser boa o suficiente. Mas o que eu não percebia nos momentos de comparações lá atrás, que hoje em dia eu já consigo perceber e ter mais consciência, é que eu estou comparando o palco da outra pessoa com o meu bastidor. E isso nunca vai ser justo, porque o meu tempo de colheita é diferente do seu. Talvez enquanto eu tô vendo a outra pessoa colhendo, eu tô aqui plantando ainda. E nós somos cíclicas, cada um tem o seu nível, o seu momento, a sua história, a sua dificuldade, o seu desafio e chegou onde tem que chegar no momento de cada um. E essa mensagem eu preciso ficar me reforçando. A verdade é que todo homem e mulher tem a sua própria dança, e tem suas batalhas, suas vitórias. Então, o que eu faço hoje em dia para sair da comparação, eu fico deixando bilhetinhos na minha casa para eu não me comparar com o palco dos outros. E com isso, eu me dedico muito para fazer um esforço consciente para todas as vezes que eu cair na tentação da comparação, eu lembrar que cada um tem o seu ritmo, cada um tem o seu tempo, cada um tem a sua história, as suas próprias dificuldades e eu nunca vou saber 100% a história da outra pessoa. Porque essa comparação sempre vem de uma parte minha que foi esquecida, uma parte minha que eu rejeitei. Então, eu já deveria ter sido mais rápido, já deveria ter sido melhor, já deveria ter sido mais segura, mais confiante. Então, eu paro e falo, não, eu tô no meu tempo, eu tive o contato com esse conteúdo agora, e vamos com um passinho de cada vez. E hoje, quando essa comparação aparece e eu consigo pegá-la, né, apareceu, às vezes fico ruminando um pouco, ah, tô me comparando, tá me fazendo mal. Espera aí, ah, esse é o palco do outro, esse aqui é o meu bastidor. Tô comparando o meu bastidor com o palco do outro. Tá, não, espera aí, eu queria ter sido mais rápida. Eu queria estar melhor, deixa eu me acolher, olha tudo que você já construiu. Então, eu faço esse acolhimento dessa minha parte ferida. Em quinto lugar, eu parei de esperar que o amor viesse me salvar. Quando eu conheci meu parceiro, que atualmente é meu marido, eu, inconscientemente, acredito que eu joguei para ele o dever de me salvar, de me amar incondicionalmente, de estar comigo para tudo e de cuidar de mim. E mais uma vez, quando nós terminamos e eu tava lá solteira, eu percebi que eu esperava muita coisa dele. E esperar esse amor também era uma forma de me abandonar. Eu pensava que se a gente ficasse junto, aí sim eu seria feliz, aí sim eu seria vista, iria me amar mais. E ele foi me ensinando a me amar, ele foi me pedindo e falando, Laiza, olha para dentro, cuida de você, eh, vai dar certo. Ele sempre me fortalecia com palavras de cuidado, de carinho, mas parecia que nada tava bom o suficiente. Porque se você coloca isso numa pessoa ou em um relacionamento, não tem base sólidas. Você ainda vai ter medo de perder pessoas e relacionamentos. O problema é que ninguém consegue salvar o outro de si mesmo. O que eu chamava de amor era muitas vezes fuga. Fuga da minha própria companhia, fuga das minhas sombras, fuga da minha própria incompletude. Eu esperava que o outro viesse me provar que eu valia a pena. Foi só depois dele terminar comigo que eu percebi o quanto de peso eu estava depositando nele. E que ninguém poderia me salvar daquilo que eu precisava atravessar. Eu precisei sentar comigo, chorar comigo, pedir desculpas para mim várias e várias vezes. Eu aprendi a me escutar de verdade e fazer um processo diário comigo. E só para você saber, eu faço isso até hoje, eu ensino toda a metodologia dentro do reconquiste-se, é o método escute a sua intuição. Nele, eu resgatei partes de mim que eu tentei jogar fora. Foi aí que eu entendi que o amor nasce de dentro para fora. Por isso que quando eu falo que a base de um relacionamento saudável, a base de uma família saudável, a base de um trabalho saudável tem que ser o amor próprio. Se estiver com a raiz no medo de não ser o suficiente, do medo de ser abandonada, nós teremos resultados a partir desse medo. E hoje em dia eu sempre fortaleço esse meu lado. Então, eu me acolho, eu me olho, e eu sempre falo, eu tô aqui com você. Eu sou fiel a você, eu tô aqui, você não tá sozinha, eu vou cuidar de você. E o mais engraçado é que quando você para de implorar atenção e você começa a se nutrir, a energia muda. Você para de atrair quem não quer nada verdadeiro com você, e começa a atrair quem reconhece a sua clareza. Às vezes a pessoa volta, e às vezes vem alguém muito melhor. Só que eu sei que dá medo, principalmente se você tem essa crença de, se eu cuidar de mim, a outra pessoa vai embora. Só que se você faz esse esforço de cuidar de você, sem ficar se preocupando com a atenção, com mensagem, com se deve ou não falar para essa pessoa, você começa a focar em você e entra em fase de crescimento. Quem estiver em fase de crescimento, vem junto, vocês se conectam. E se você entrar nessa fase de crescimento e essa pessoa não vier junto, é porque essa pessoa não é compatível com você, e você conseguirá ver claramente, eh, aquele famoso, nossa, eu corria tanto atrás dele, mas agora eu não quero mais ele. Esse vídeo não é sobre ele, é sobre você. E sobre o reencontro mais lindo que existe, de você consigo mesma. Esse reencontro muda a forma com a qual você fala, anda, escolhe, se mostra no mundo, e não é mágica, é energia, é vibração, é um trabalho interno diário, e precisa ser constante e precisa sim da sua dedicação. Agora só para contar a minha história para vocês, sim, meu namorado terminou comigo depois de dois anos, eu estava num processo de muita carência, reclamava de tudo, tentava achar pelo em ovo em todos os lugares, e apesar de ele falar várias coisas legais, ele começou a sentir não bom o suficiente. E nós tivemos um término. Depois de aproximadamente quatro meses, eu já tava nesse processo interno, já não tava mandando mensagem, e apesar de sentir que eu queria ficar com ele, eu estava ok se nós não ficássemos juntos, ou se ele não quisesse mais ficar comigo, e não tivéssemos uma nova chance.
[19:53]E quando eu me senti ok com isso, ele me mandou mensagem, nós voltamos a nos falar, e em seguida voltamos a namorar. E eu ouvi a seguinte frase dele, ele falou, você sempre foi a mulher que eu me apaixonei, que eu amo, e te ver assim, crescendo e evoluindo e focando nas suas coisas, só cresce a minha admiração. Então, ele sempre gostou de mim, mas eu fui deixando de fazer as coisas que eu me importava, eu fui deixando de fazer as coisas que me preenchiam, e eu fui mudando o meu foco para ele e para o que faltava. Consequentemente, nós terminamos. E depois que nós voltamos, eu continuei fazendo o reconquiste-se, faço até hoje, diariamente, e depois de um ano nós casamos. E hoje em dia estamos casados. Eu vejo várias histórias lindas das minhas alunas. Algumas estão casadas, outras decidiram terminar, porque elas viam que o outro não estava crescendo com elas. Outras também estavam nesse processo de término, de tempo, e voltaram ao relacionamento, outras decidiram não voltar porque elas viam que elas eram muito boas para aquela pessoa, né? Tudo entre aspas aqui, boas ou ruins, é relativo. Mas, sem dúvida, o reconquiste-se é para sua vida inteira, e o método escute a sua intuição é para você aprender a olhar para dentro e não depositar no outro as suas carências, gatilhos, traumas, medos e fazer, dar esse abraço aconchegante diariamente. Se você sentiu que esse vídeo falou com você, não deixe de deixar seu like e compartilhar aqui se você se identificou com alguma dessas etapas. O link para você entrar para o Reconquiste-se tá aqui embaixo, mas só de você já está aqui, já é um grande passo. Você já está voltando para o lugar mais importante que é dentro de si mesma. Nos vemos.



