[0:00]então eh lá no nosso escritório eu o André e o João hoje constituímos o núcleo rígido os três sócios existem mais três eh estudantes que trabalham com a gente talvez eles venham aqui mais tarde ou não não sei e eu queria muito compartilhar que eles também o André quando a gente estava fazendo esse projeto o André tava entrando né André no no estava entrando no escritório quando a gente realizou esse projeto havia um um quarto sócio que era o o Jonathan que hoje ele ele saiu do escritório foi trabalhar noog de meron e hoje ele vive lá na na Suíça então ele deixou de ser parte do nosso grupo e e tá trabalhando fora do Brasil mas eu tô contando isso porque esse projeto ele tem um primeiro dado assim que é muito importante foi talvez o primeiro momento isso foi 2006 dezembro novembro de 2006 onde de alguma maneira de certa maneira a gente teve a gente um pouco conversava lá entre nós a gente não adiantava ficar lá parado no escritório esperando por uma demanda a gente achava interessante buscar uma uma uma forma de se manifestar que não era só o concurso que não era só um trabalho uma uma um edital de concorrência pública tipo uma escola do Governo do Estado ou uma casa a gente estava naquele momento tocando a obra dessa casa do Morro do querozene que era imagina uma demanda familiar eh a gente cobrou r0 do meu irmão para fazer um projeto ganhamos r0 para fazê-lo então não tinha muito e aí eu lembro que naquele aquele ano a gente eh um pouco fez um projeto assim que andando pela cidade percebi percebemos que havia um vazio Urbano numa trajetória cotidiana a gente saindo do escritório para ir almoçar voltava do almoço ia para almoço voltava do almoço e notamos um vazio Urbano e tinha lá uma placa vend ligamos pro proprietário e falamos a gente gostaria de fazer um projeto ou fizemos o projeto antes de falarmos com o proprietário que era um edifício ali na Rua Artur de Azevedo e simultaneamente a esse trabalho nos procurou ou havia já nos procurado o jos o casarim José casarim que era um dos participantes do que se chamava movimento um do qual fazia parte a axpe do Zé casarim a ideias arvos do Otávio e do Felipe agora e o a CPA uma construtora e ainda um grupo de investidores que tinham uma sigla que cp3 talvez eu adoro contar uma história que é muito divertida com o Otávio que antes a gente iniciar esse trabalho acho que foi antes desse primeiro estudo a gente veio visitar aqui as duas casas tinha uma fábrica de que consertava geladeira ali nem sei se existe mais que a gente ficou vendo geladeira também antiga e a gente comentou com Otávio ampassã que Putz que era muito legal essa topografia a ideia de não existia ainda aquele terreno que depois conecta a Rua Simpatia à rua de baixo do Vale do a rua do Rio né mas eh a gente já era notável a gente entrou na casa ainda existiam casas aqui e era notável a topografia acidentada típica do do da Vila Madalena típica dessa região da Cidade típica do mar de morros típica do Assoalho original primitivo da cidade de São Paulo então nos parecia assim a gente comentou com o Otávio Otávio é muito importante independente de quem faça o edifício de que não se repita a solução desse Edifício aí a gente apontou um edifício que tá ali do outro lado da rua onde o edifícil ocupa tudo isso mas você faz um volume fechado para Rua de baixa ET etc infelizmente a atual legislação e felizmente o novo plano já vai mudar isso é não não permite por exemplo que você tenha duas aberturas você não pode abrir para duas ruas você tem que eleger a rua se a rua Secundária não pode ter abertura enfim E então isso acontece por exemplo no edifício Box acontece por exemplo nesse edifício recé eh recém entregue que acho que é um mix naa Fidalga aspa acontece num Edifício também não é das arvos na entre a Inácio perira da Rocha EA Fidalga O que é muito triste porque você vai inviabilizando ou vai impossibilitando que a vida transcorra de uma maneira mais natural na nossa cidade não tem sentido fechar qualquer coisa com o muro depois a gente conta que todas as ideias relacionadas a o muro a grade era um guarda-corpo etc então eh eh eu tô falando toda essa história porque desde o primeiro estudo A grande questão pra gente era como evitar de fazer uma arquitetura que subtraí do usuário e também do transeunte mesmo do do cara mais incao mais desapercebido possível o cara que tá andando na rua que existe uma topografia sobre o qual ele ele caminha todo o dia que é uma situação de Vale que você poderia ver o outro lado que isso aqui é uma vertente que tinha um rio ali embaixo e que de alguma maneira haveria uma certa transparência para quem tá na rua em relação a um subsolo não eh fechado enclausurado um depósito de carros claro que o piso inferior aquele destinado aos carros Mas se a gente depois puder caminhar somente pelo terreo por essa área mais aberta a gente se preocupou em fazer o mesmo piso do Terra e o seu piso do lugar onde os carros param Porque apesar de ter lá demarcação das vagas que fazem parte da propriedade de quem é é proprietário do de um uma comidade mas poderia acontecer uma festa lá embaixo Originalmente o projeto isso aqui era aberto não Era exatamente essa geometria da laje aí por exigência também do plano diretor vigente naquele momento era obrigado a ter um um espaço de lazer no pavimento térreo e que nos obrigou então a fechar mais essa laje inclusive alguns artifícios que colocar aquele grad que não havia foram conquistas mediante derrotas que o projeto eh que foram foram aparecendo no processo do projeto porque eh também tem toda a dificuldade né Se vocês olham assim o é um terreno um polígono Polígono irregular não é aquela propriedade eh definida e Clara com a qual a gente tá habituado de trabalhar um dois lados Paralelos duas testadas paralelas um coisa retangular Talvez isso não seja tão interessante mas a Vila Madalena por essa geometria topografia eh parcelamento do solo ela tem essa eh essa sucessão de de terrenos e áreas irregulares e trapézios polígonos eh geometrias completamente eh singulares que também um pouco condicionam a solução do projeto acho que só para eh resumir um pouco esse começo eh Então a primeira solicitação eh da ideias arvos nesse início era um estudo dizer para esses dois terrenos que era dizer duas casas como essas E aí tinha um problema de área que obviamente não fechava as contas dele ele via que era possível ocupar Porque mesmo dizer em dois terrenos já era um um polígono bastante regular com os quatro com os quatro lados e variados E aí eles cogitaram a possibilidade de comprar esse terreno do fundo vamos dizer que deixaria talvez mais esquisita a forma eh Perimetral do do do terreno pra gente fazer o o projeto mas que enfim ganhava uma margem pra gente verticalizar dizer o que era interessante para eles até a altura do gabarito que era os 25 m e na verdade as primeiras eh ideias do do projeto tirava um pouco partido vamos dizer desses recuros obrigatórios então 5 m na frente quase como jogo de offsets eh dizer o próprio desenho que vocês vão ver acho que a hora dizer desse vazio dessas eh passarelas que conectam as unidades na verdade ela acomoda vamos dizer uma tangente de um de um círculo que deveria tá localizado vamos dizer no térreo Aí é por isso que a gente cresce nessa grade aqui tem um diâmetro de 10 m de céu que deveria ser garantido no pavimento tér dizer isso hoje não é mais assim mas muito da própria a volumetria do prédio foi aparecendo em função das das restrições urbanísticas daquele momento vamos dizer prédio ele tem um pouco a forma como Eh esses paralelismos as as testadas principais eu acho e a questão da da organização do terreno também então ele sobe vamos dizer eh o máximo que é possível que é 1,5 m vamos dizer do da média do meio-fio dizer isso para ser considerado como um térreo então a na rampa isso de alguma maneira a gente tem uma escavação muito reduzida para esse primeiro subsolo dier a única escavação mais tradicional dizer com cortinas e etc Fica no segundo subsolo Onde estão locadas acho que a maior parte dos dos carros e se conecta quase que em nível com a Rua Medeiros deuer E aí tem um pouco essa coisa aí de também eh espraiar um pouco esse programa mais condominial nesses três níveis até lá embaixo aqui essa chegada dier que é onde até hoje isso foi imaginado como um salão de festas aberto maser que acontece uma ocupação como essa assim provavelmente as reuniões de condomínio acontecem sempre aqui acho que a gente não sabe de outros tipos de de ocupação a piscina e essa parte do solário e lá embaixo eh Junta um um Omar que eles acabaram criando eh fazendo a conexão direta com a rua do 2006 ensaiando uma série já em uma série de projetos tanto na casa do querozene no museu do ifan Museu do Ouro a ideia de construção de um núcleo servidor muito claro então o primeiro projeto era um núcleo servidor ficava onde tá ali ainda o núcleo servidor mas que estendia de cabo a rabo até os limites possíveis dos recuos obrigat e os espaços vazios ancorados nesse núcleo servidor e o acesso era uma ponte Então tinha essa Praça rebaixada uma única ponte que vinha lá da rua até aqui onde a gente tá E esse lugar que a gente estava na verdade era a ponte que acessava ou ou que também ofertava um acesso pro núcleo servidor e ainda tinha uma outra ponte mais abreviada vamos dizer assim que o cara mais rapidamente poderia chegar no elevador então era um térreo quase que esvaziado não tinha o espelho d'água não tinha nada você s e a ideia de de ter um jardim rebaixado e você estar na altura da Copa das Árvores de não ter muro né de fazer um arrimo e o muro para baixo de a gente insistiu até o fim do guarda-corpo como Edifício loveira possui H 60 anos sem nunca nada ter sucedido de errado na lá no no com quem mora lá no edifício etc Então esse primeiro estudo eu gosto de lembrar dele porque foi muito legal que foi a primeiro eh foi o primeiro elemento de interlocução com o movimento um e a primeira quando a gente teve a notícia em janeiro de 2007 que faríamos seríamos contratados para fazer o prédio etc e e portanto ficamos muito felizes porque de certa maneira foi um fruto de uma certa arrogância da nossa parte nos arrog e e fomos atrás eh aí houve já notícia de que tinha anexado o terreno que seria outro estudo e a primeira coisa que o casarinho falou pra gente olha vocês não entenderam nada tá tudo errado o projeto isso que ele falou pra gente porque não é na cozinha não é para est porque nesse núcleo servidor ficavam as cozinhas doos banheiros não não tem que ter cozinha eu falava assim Como assim Zé não tô entendendo aí a gente foi finalmente pra primeira reunião de eu não sei agora eu confundo um pouco né porque o Itacolomi a gente fez 32 estudos preliminares acho que o simpatia foram 16 estudos preliminares e esse é a parte que apesar de ser suar Assim como ara É talvez a parte mais interessante desse dessa parceria com o movimento com as árvores Porque depois movimento um aí eu acho que a figura das árvores e do Otávio começa a ter uma certa um certo protagonismo que porque o Zé Casarin era apenas um dos dos dos caras dentro dessa equipe que promovia vamos dizer assim a venda a comercialização Mas quem com quem a discutia diretamente era o ávio Felipe muito num comecinho lá hoje eu nem sei dizer como que é a estrutura deles porque desde 2008 a gente não tem mais feito nada com eles mas é foi muito interessante porque foi um processo muito bacana assim Idas e Vindas era toda semana então se foram 16 estudos eu ousaria dizer que foram 16 semanas então todo dia era um estudo um novo estudo até a gente chegar eh nessa essa geometria final nessa ocupação nessa solução final eu diria que é um foi um processo muito interessante no final que qual era a demanda da das arvos eram dois vazios esse vazio sobre o qual a gente está um vazio de 108 M 110 M qu onde você tem um único Pilar ali no meio então o você adquire um vazio e faz a ocupação desse vazio a gente imaginava também com uma certa animação obviamente isso não aconteceu poderia acontecer uma não ocupação ocorrer uma não ocupação um artista comprai e não fazer nada vim aqui trabalhar fazer um escritório sei lá e lá do outro lado um outro vazio de um pouco 10 m qu menos né Essa geometria ela já existe desde o primeiro estudo que era assim esse vazio tinha a vista do Vale da vertente oposta do Vale perdão esse vazio não essa unidade e a outra unidade também teria aquela unidade tem a Ross simpatia essa não tem mas ela tem uma contrapartida que é uma vista incrível que a gente chamava de permanente apesar de nunca termos aventado a possibilidade disso que tá acontecendo mas eh então a gente vendia o peixe no durante o projeto dizendo uma vista permanente ali também eh ele tinha uma outra eh relação que nos parecia interessante com a rua que esse não teria mas esse era menos barulhento porque ali eventualmente passa um carro enfim as contrapartidas no final equilibrava as soluções em decisões decisões assim com de que lado eu vou ficar ambos os lados TM os seus encantamentos e os seus problemas então nos parecia que no final virava uma solução integral e justa então e aí esses dois vazios né eles eram complementados por outros vazios que esse vazio Central que você não ocupa mas que organiza é onde você eh eh circula aonde Os elevadores né notem Que Os elevadores estão para fora Eles saem fora você nunca entra entra dentro e sai dentro tem essa relação de estar fora e mas é um fora dentro típico da arquitetura eh brasileira típico muito relacionado ao nosso clima nos parecia eh importante nesse momento afirmativo da do movimento um não repetir soluções tipo eh saguão de elevador eternamente sem luz aquelas coisas que o mercado imobiliário faz em demasia né então parecia interessante ofertar encantamentos como esses se a gente conseguir depois subir por exemplo num desses dessas Varandas vocês vão ver que a gente inclusive transporta esse pavimento do térreo da calçada do subsolo para essas Varandas é para deixar deixar bem claro que ali é uma área externa depois vocês podem notar também que até antes do edifício se ocupado a gente teve que aparecer um problema que a gente não anteviu eh que era questão de chuva de vento etc a gente teve que fazer a gente que projetou uma uma proteção ali meio que tivemos que fazer aquilo da noite pro dia para poder ocupar vamos dizer primeira ocupação do edifício e E aí eu acho bonito porque os esses três vazios os vazios que são preenchidos os e o vazio que é é o vazio que organiza os dois vazios a serem vividos eles se relacionam com os outros vazios que são os vazios urbanos que é o vale é o é o é o volume de espaço que o vale esse momento que a terra desce tinha um rio ali embaixo essa rua inunda sempre vai inundar né não tem jeito a gente vive numa cidade das águas então uma é um vale que a gente achava muito interessante que que fosse de alguma maneira assimilado por quem mora por quem não mora por quem tá naquela rua e o vasio urbano de uma rua típica da Vila Madalena essa rua aqui de baixo apesar de dela ser interessante ela é muito árida né não sei se vocês repararam que quase todos os prédios negaram essa rua porque tinha um córrego aí então é uma rua realmente eh pouco vivida agora que existe uma uma ala de de comércio na rua e E isso também foi uma das razões pelas quais a gente durante o processo do projeto quis ensaiar uma coisa que nos parece simpática que é o seguinte Por que raios eh por sempre você tem que você é o proprietário tudo bem mas por que que você sempre tem que delimitar a tua propriedade No Limite Por que que você não n então a gente ensaiou aqui e propôs foi aceito de primeira recuar o o o fechamento e fazer uma pracinha para essa rua entre aspas morta para ver se essa rua tinha uma árvore tinha uma árvore que tá ali é e a gente deixou a árvore para fora fez um banco em volta da árvore tinha um boteco ali do lado que é o canto Madalena que ainda existe então a gente falou pô é uma praça o cara vem aí senta aí é uma oferta é uma gentileza Urbana então então e é muito legal que são movimentos que de gentileza Urbana que o Otávio é um dos grandes defensores assim desses pequenos pequena pequenas oferendas vamos dizer que são não custam nada sabe notem que no primeiro o vidro tá aqui no primeiro momento a gente queria que todo o fechamento tivesse aqui só tivesse um guarda-corpo pro cara não despencar lá da calçada no Jardim saiu rolando eram e e ao mesmo tempo ele poder pegar uma fruta então eh e aí depois teve que aparecer aí teve durante o processo do projeto não tem que fechar tem que não sei o qu mas ficou um fechamento foi muito legal porque a gente discutiu o tempo todo nos parece que é um fechamento transparente claro que é uma barreira não é que a gente não queria fazer barreira mas existiam a as os fechamentos mas eu não queria eh não queria repetir uma agressividade típica da nossa cidade que é essa coisa que eu coloquei anteriormente de ah contra a insegurança mais segurança acho que contra a insegurança é outro discurso contra insegurança são flores e e e e boa vontade porque senão a gente só faz uma cidade do ódio é muito legal que eh as arvos nesse projeto e no outro que a gente fez com eles tenham entendido tudo isso e compactuado é uma nesse sentido por isso que essas reuniões são importantes eu fico lembrando rememorando esses processos às vezes falava assim Madona uma semana que vem eu tenho que viajar não aguento mais mais fazer o o projeto Mas você tinha que fazer o projeto e tinha que est lá na nas arvos senão você perdia o aí eles eles não admitiam que você se ausentasse de uma reunião de projeto os momentos mais sublimes nesse processo Eu lembro até hoje é quando eles ligavam e falavam assim a semana que vem não vai dar mas você tinha mais sete dias para pensar um pouco mais porque você tinha que você tinha sete dias para pensar às vezes eles falavam assim a gente quer agora que você repensem o projeto integralmente e era super chegava uma hora que você não tinha mais da onde tirar que nem quando você tá nadando na piscina e o professor fala agora mais 75 m de borboleta e você não tá quase afundando na piscina então era um pouco era isso você quer acho só acho que só a gente fala da obra depois é acho que só ressaltar eh essa coisa das unidades que Diferentemente do que eles vinham propondo inicialmente ardos tinha naquele momento dizer uma experiência eh de um edifício de distintas unidades o prédio do Ere dizer cada unidade é uma tipologia dizer eh duplex Simplex mas são sei lá 14 15 plantas totalmente diferentes ela ela dá uma variedade que é interessante pro perfil de morador que eles ainda não tinham muito claro quem era eles estavam começando a piar e aqui era justamente o contrário eram 13 e unidades vazias mas que admitiam vamos dizer qualquer arranjo interno uma vez que as as instalações todas de eh esgoto corriam eh por fora você teria quase como uma regra vamos dizer as janelas paralelas as aberturas mais com as janelas paralelas a eh às ruas principais vamos dizer definidas e fixas e essas duas laterais aqui elas tinham vamos dizer uma possibilidade de eh receber uma e a quatro aberturas aí conforme o arranjo de planta de cada um dos projetos isso acontecia a gente fez paraa aprovação do projeto duas eh tipologias né um apartamento de um dormitório um apartamento de dois dormitórios o apartamento sem dormitório que seria um espaço Total eh também acho que não sei se chegou a ter um executivo mas também tinha essa essa flexibilidade Cada um foi adaptando eh conforme as suas necessidades acho nenhum deles seguiu Os projetos que a gente havia esboçado dizer isso ficava no escritório de vendas então Os caras quando compravam fal Ah que que tem aí que que eu posso fazer mas cada um pegava o teu arquiteto alguns eram arquitetos e acabaram reformando mas isso acho que era um dado que também possibilitou essa essa variação um pouco de produto que a arvos estava naquele momento imaginando acho que eles ficaram loucos porque eles tiveram que coordenar três equipes distintas no fim da obra eles estavam terminando que era parte condominial estrutura acabamentos externos e aí coordenando internamente equipes distintas que os moradores foram trazendo isso deu problema certo processo da obra tanto é que nunca mais isso se repetiu colomi tem flexibilidade tem mas a planta é essa a gente entrega pronto no apartamento a gente coordena isso E a equipe a equipe que fazia o as unidades as três unidades era a equipe do acho que eles da própria Construtora mais ou menos eu acho que eles coordenavam cada um vi com enteiro Mas soube uma coordenação da CPA Ah entendi algun Zinho fazer uma compatibilização básica assim exposição das coisas mas na verdade cada um tinha o seu tinha o seu arquiteto seu arquiteto decorador enfim é a gente teve uns dados confuso né mesmo não ol PR para piorar a confusão a gente ensaiar ensaiou coisas aqui assim depois vocês reparam aqui foi bem complicado a gente imaginava que chegaria num grau de liberdade que o o proprietário poderia escolher o lugar da janela tinha um Grid ele escolhia então ele tinha uma área onde POD essa unidade poderia ter até cinco janelas aquela poderia até ter três dispostas só que a gente bobeou porque a gente não fez uma coordenação modular não era assim aqui aqui aqui ou aqui aqui aqui ou aqui ou aqui ou Ali era assim aonde bem ele entendesse então vocês vão notar que ali 3 C às vezes ela alinhada assim ó Parece que foi um erro de execução e a gente não pensou também Aí a gente fez a perspectiva a gente fez uma elevação não elevação era genérica mas na Perspectiva era tudo bonitinho tinha essa modulação porque você nunca imaginou falei claro o cara de cima nunca ia conversar com o cara de baixo enfim mas Eles escolheram o lugar da janela poderia não ter janela você poderia não quero janela nenhuma acho tem tem casos que não tem janela tem um cara que tem um quarto só então era tinha essa flexibilização e todas as instalações depois a gente anda aqui pelo térreo todas as prumadas de esgoto elas correm externas ao Edifício são esses essas tubulações que às vezes elas não são nem utilizadas se não tem nada plugado nela é porque ela não é ela não é utilizada ninguém conectou um banheiro por exemplo obviamente quase todas são utilizadas aquela é de água pluvial tem outra de água pluvial aqui mas tem as tubulações de esgoto que são E aí ainda existe uma outra prumada que se a gente puder subir vocês vão notar que é uma uma prumada de Serv um shaft né uma um duto onde tem todas os os equipamentos de ar condicionado de água quente de os os hidrômetros hidrantes que conectam com o reservatório superior com o reservatório inferior com o gerador tá na planta Ah que tá aqui na planta aqui nos desenhos né existe esse cqui de uma fase anterior do projeto onde esse terro era mais aberto e aí o projeto mais pronto vamos dizer acho que isso aqui é um desenho que advém do projeto executivo já tem estrutura resolvida etc notem né agora eu não sei precisar porque eu não juro eu não entrei em todas as unidades a gente vinha aqui no período que estavam fechando os apartamentos porque ainda tava rolando obras eh comuns então a gente vinha e por curiosidade entrou em alguns apartamentos depois de pronto eu só entrei em dois apartamentos da síndica que morava aqui nesse bloco não lembro se era no nesse primeiro ou no quarto e na cobertura que eu vim esse ano do lado de lá eh mas aí varia por exemplo todas as instalações correm pela pelo forro pelo forro não pelo teto e Inclusive a hidráulica E aí você desce o esgoto corre como você tem uma laje plana sem vigas né só vigas no perímetro todas as instalações os todas as as partes sanitárias Elas têm 15 10 cm de elevadas em relação ao piso do apartamento e aí esse esgoto sai diretamente nas prumadas eh externas e aí tem isso que eu ia falar pedroto Tem gente que fez forro tem gente que deixou tudo aparente Então eu não sei dizer eh exatamente como cada unidade ficou eh mas tá dentro do apartamento é levado dentro do apartamento O banheiro é onde tem um banheiro se eu quiser reformar meu banheiro eu não preciso pedir pro não não você pode um dia você pode comprar uma unidade tem uma venda aí tirar tudo e refazer porque eu acho que inclusive todas as divisórias eu acho que são de Drywall são de gesso acartonado Pode ser que um ou outro sujeito tenha feito M ovenaria mas uma das questões que tá aqui no projeto a gente lá embaixo tinha uma lavanderia porque a gente não sabia se os camaradas iam fazer área de serviço era uma opção era uma na verdade não era uma opção tinha uma oferta tá se você quiser não faça área de serviço individual Porque tem uma lavanderia lá embaixo vocêa destinar vamos dizer um apartamento que tem uma área bem chuta 100 m qu você deixar 5 a 10% de uma área para uma lavanderia que o Fred poderia oferecer como serviço máquinas de lavar de secar embaixo Mas todos acho que apartamentos acabaram fazendo é a gente já tinha até no projeto né João a lavanderia ficava lá embaixo nem sei o que na verdade eu nunca desci lá embaixo claro que a gente desse lá embaixo Mas depois a gente tenta ver o que que aconteceu mas a lavanderia ficava lá no jardim e era a gente chamava de lav e tanques E aí uma estante de livros que a ideia de ter um sofá e você ia lavar lá e aí teria uma biblioteca condominial para você ler um Liv foi logo que eles se mudaram foi no acho que é fim de 2010 é e a gente passou para visitar a obra eh com Solano Benites Tava tendo uma reunião de todos os moradores aqui é aquele constrangimento é falou ó gente é só a oportunidade o arquiteto tá aqui qualquer coisa que vocês quiserem reclamar eu falei ó Eu só vou levar o arquiteto paraguaio para conhecer ali embaixo a piscina e já volto aí a gente T saindo pela outra porta porque não mas teve uma coisa muito legal dos moradores que eles se reuniram e repensaram uma série de coisas e tinha um projeto de mobiliário tinha um ia ter um funcionário Full Time E aí foi perguntado se pode abrir eles mesmos falaram a gente quer eles Inventaram um sistema aqui bem interessante e eles têm sei lá um crachá que eles abrem uma porta lá embaixo para ir no supermercado na farmácia senão o cara tinha que ter eu não sei se é proibido é uma coisa meio assim agora acho que eles vão poder abrir oficialmente um não foi pensado para ter um acesso lá embaixo Mas sa de J manutenção jardineiro jogar folha ali fora alguma coisa assim cado que fica ali do lado é m ou no bar sei lá mais divertido ou no carnaval que passa isso passa aqui né que mais E e essa piscina aqui né que aqui no porte ela ela tá o que ela tá apoiada nas n nas empenas laterais é a piscina aqui que tá aqui no corte são é são duas vigas que vem um vão de 10 m então Oi porque esse terreno é muito Estreito inho por isso que esse a varanda ele tem esse ela tem esse formato porque corresponde os dois recuos obrigatórios de 3 M tinha 9 m de de largura Então você tem 6 m de profundidade acho que quantos metros quadrados essa varanda uns 10 m qu e e tem uma outra curiosidade essa varanda Originalmente era uma estrutura de concreto o que que aconteceu para para realizar uma varanda como essa em concreto você constrói de baixo para cima Então você faz essa primeira laje faz a varanda põe o pendural o tirante aí ela tá escorada até completar os nove andares seriam necessários 9 meses de escoramento esse escoramento é alugado etc aí num determinado momento houve uma reunião onde se inverteu a lógica nos apresentaram a seguinte solução se se fazermos essa essa essa varanda em aço a gente faz ela de cima para baixo não é necessário um escoramento de 9 meses lá L lá L lá obviamente a gente concordou E aí houve uma alteração de desenho e de projeto uma coisa que eu sempre fico aflito quando eu passo lá outro dia eu liguei a gente fez uma outra obra com o o Paulo o pessoal que fez a estrutura metálica aqui eu falei Paulo eu tô muito aflito porque toda vez que eu passo lá na rua de baixo eu vou levar as crianças na escola eu vejo uns vasos na ponta e aí eu eu esqueci de falar com Tônio César falei Pode pôr um vaso lá ele falou não sei não é recomendável E aí aí eu eu sempre passo aqui e falo ainda não caiu não caiu mais um dia ou menos um dia ou mais um dia menos um dia mais um dia n que é super bonito pô vaso aí mas meu Deus do céu porque vaso né terra é uma tonelada a densidade da terra é 1.6 Ton por m c você põe um vazão de é 1 m 1 Tonelada e você põe na ponta Então tem que avisar tem que mandar uma carta eu esqueci de falar com Antônio César vou mandar um e-mail pro Antônio César tem que pôr mais para cá o vaso e pôr só um aqueles Qual é porque porque é o seguinte esse Pilar onde ele morre aí porque se esse Pilar ele continuasse até a fundação você viabilizava a garagem Então esse Pilar aqui ele recebe uma viga de 1,5 de altura de transição que tá apoiada nesse Pilar e lá no muro lá no Pilar que tá lá no muro então pelo corte aqui vocês podem ver ó el subi do mesmo tamanho até essa é é depois ele é um Pilarzinho ó aqui ó ah tá aí Aqui tem a a viga de transição e esse esse Pilar aí ele morre nessa viga de transição ela inclusive ela tá na no limite no primeiro andar não ele vai ele morre na garagem não ele vai embora né aqui ó ele morre no subsolo no segundo subsolo é melhor eu ficar mais esse lado de não da Viga nosso tamanho é a viga tem 1,5 m de altura eu acho que uma uma coisa e que também acho que seria já que a gente falou da da da largura da piscina que esse círculo que eu falei de 10 m normalmente as pessoas ou jogam no R frontal 10 m que viabilizaria as duas unidades com dupla orientação ou no fundo problema é que o terreno do fundo só tinha nove porque senão a gente poderia não ter esse esse gradil di a ocupação poderia ser com o vazio também dizer isso daí só tem o espelho da água e esse gradil metálico porque a gente precisa de um uma circunferência de 10 m de diâmetro de céu garantido permanentemente é a gente achava né isso que o João tá falando a gente achava mais bonito isso aqui como um elemento solto né Se vocês imaginam que no tinha nada disso aqui eh parecia que era mais interessante mas a porcaria do círculo não cabia ali porque o terreno não sei porque fizeram o terreno de 9 m obviamente esse círculo foi inventado pelo lote mínimo com 10 m de frente e também como o João falou ele não cab ia lá na frente porque no no tripiti eles conseguiram fazer lá na frente então eles era um terreno muito maior eles recuaram o prédio inteiro no tripti Quando eu digo no tripti não no parece lá no no edifício Fidalga do tripti tem uma coisa outra coisa interessante não foi comentado vocês não perguntaram mas já perguntaram quando a gente chegou e aqui esse primeiro volume né aqui tinha um jardim mais vivo mas tudo bem é do é do a casa do caseiro Como eles chamam o zelador e e e a gente como ele é entrada do edifício ele tem abertura para lá e uma varanda para cá que não aparece aqui dá para ver aqui na na na plantinha dá para ver a varanda aqui aquele vidro branco é não tinha esse vido branco mas apare todo bem e aí apareceu portanto uma parede cega pra rua e desde o começo a gente propôs pro pro movimento um que a gente queria fazer um mural de um artista aind então a gente tinha acabado recém tinha pensado tinha feito já um tinha uma experiência com um grafiteiro que foi o espeto numa obra ideia era chamar alguém assim e a gente chamou um colega do João da fal andr Sandoval que é um excelente ilustrador e ele fez vários estudos foi uma coisa que o pessoal comprou de primeira e é uma obra de arte eu diria que tá ali porque ele fez no estúdio dele foi tudo pensado são placas de fibro cimento cimentícia Ele pintou tudo aquilo veio instalou é uma obra de arte é muito bacana que as arvos continuam fazendo isso né Tem coisas maravilhosas eu acho aquele painel do João uma das coisas mais sensacionais no edifício Box uns vergalhões de aço que geram uma sombra Aquilo é maravilhoso tá se vocês quiserem depois não sei das das outras obras de arte eu não tenho Itacolomi a gente chamou aqui em Mini para fazer um um volume de ladrilho hidráulico Então eu acho que é muito legal as árvores um pouco eh procurar promover essa integração entre arquitetura e a arte que é uma coisa que rolou muito você pega o bairro de genpol tem muito o mesmo né quantas obras do clov Graciano existem pela cidade inseridas em edifícios da cidade as árvores de alguma maneira comprou essa ideia que é uma coisa muito legalis vocês olham lá oal do do aprove então cont ponto então com esse Edifício da Itacolomi que vocês fizeram agora e bom não sei a gente ouviu aí no nas coisas tá tendo problema de venda Se você souber de alguma coisa também para falar disso porque eu acho que é interessante isso tudo não sei porque talvez não seja reflexo da arquitetura deve ser alguma coisa da do terreno é também é a gente sabe que tem dificuldade acho que em relação à venda não sei a gente não fez a gente não é a gente que vende né mas eu acho que talvez seja um pouco em virtude da área não sei muito bem osar o o tonomi foi a segunda e última experiência que a gente teve com as árvores infelizmente mas eh foi interessante também porque eh era um desafio muito grande projetar ali na num bairro consolidado como genpol na verdade a gente eh tremeu na quando eles nos convidaram era um desafio claro que era estimulante mas nos parecia muito mais fácil atuar aqui por exemplo você tem um pouco muito mais facilidade e e era do lado de um edifício do Vittor heif que a gente particularmente acha muito bonito dois edifícios do reif que são incríveis na Sergipe e era um terreno Muito estreito era tudo muito difícil não tinha muito escapatória não mas acho que isso reflete um pouco dizer e essa dúvida até que eles tinham porque eles dizer tinham um mercado já se consolidando nessa área da Vila Madalena que eles sabiam qual era a demanda eles estavam indo para um bairro a impressão que dá hoje é que V dizer qual que é essa demanda vamos dizer será que é mesmo apartamentos de 200 e tantos M qu sei lá no começo dos primeiros projetos eram unidades sei lá de 120 80 m que na época a gente falava isso é uma uma carência desse bairro vamos dizer ou você compra apartamento de 180 200 m qu e vai custar uma fortuna quem quer estudante de medicina Santa Casa vem morar em São Paulo quer morar num apartamento relativamente novo tem as opções dos flats que tem em genpol mas desde o começo a gente tentava falar ó gente é mais fácil você fazer 13 apartamentos menor você vende met Quad C unidades 250 a conta no fim para você é a mesma tudo muito legal para Itacolomi que agora tô lembrando lembra João que a gente queria a gente fazia meios níveis Então tinha o apartamento maior de frente para colomi com pé direito duplo e o apartamento menor no meio nível pro fundo e a gente chamava isso de estúdio que era um pé direito duplo que dava 100 m 80 m qu era 40 M qu de planta vezes dois p direito duplo você podia ocupar depois então te gente imaginava assim um artista um solteiro um arquiteto a gente um escritório a gente imaginava assim o Fulano compra um aqui compra depois outro ali e vai trabalhar pega meio nível tem um estúdio faz joia sei lá designer e E aí tinha um outro lance que o cara saía no Jardim né ele saía na varanda a varanda era aberta ele abria para Ross Sergipe então a gente foi fazer como as áreas não eram iguais que hoje eles são iguais então a caixa de elevador tá Conrado bem no meio do difícil Nessa versão a gente alinhava a caixa de elevador um vazio da Sergipe entre os dois prédios sempre saia do elevador como aqui para fora tinha vist da cidade ou você iia pra esquerda um apartamento menor no fundo do terreno ou você ir à direita pro apartamento frontal eh meio nível né sim mas saía se tinha uma vista acho que tinha uma leitura eh do lugar também e inusitada assim que nos pareceu interessante mas aí vamos dizer a própria eh zarvos e a o movimento um dese e as árvores e a axp naquele naquele projeto acabaram eh se separando a obra parou inicialmente á se encontrou um outro investidor que é quem terminou a obra com eles que é mas tem uma coisa interessante lá que a gente conseguiu realizar que é o térreo também que promove essa relação com a cidade e né E isso tudo sempre também muito defendido por eles o banco lá na frente você não tinha tanta lá era mais árido né claro era sensacional mas era um lote como uma testada de 12 m não tinha muito o que fazer o terreno muito profundo então os gabaritos I também não quer faz eh não sei eu queria entender um pouquinho da onde Por que que foram feitos tantos estudos né se é normal dentro do trabalho de vocês isso porque eu acho é é um número 32 estudos é estudo para caramba e só para entender se era Na verdade uma dificuldade do escritório de tentar captar a informação deles ou uma dificuldade deles de definirem realmente um programa pro que que seria feito implantado ali não também tem a nossa vontade de impor muita coisa que muitas vezes não é aceita e aí você vai sempre tentando então obviamente tem as duas coisas tem a nossa incompetência que é clara e evidente E tem também essa isso que eu só Álvaro só para esclarecer vamos dizer essas dessas 32 versões não são 32 projetos distintos vamos dizer várias dessas versões Ah eu preciso de mais 3 M qu eh para fechar minha conta então são várias versões vamos dizer mas de projeto deve ter uns quatro ou cinco projetos distintos são saltos quando a gente fala versões são saltos qualitativos do projeto porque é o interessante eu acho muito interessante é um processo é um diálogo às vezes trava assim ó ele sabem o que ele qu preto tá ótimo mas eu preciso de 1 m qu a mais é você tem que tirar esse Met quadado do corredor que eu não vendo e colocar nas unidades não dá eu não posso avançar nenhum dos recursos que que eu faço Então Di ou você muda o projeto ve às vezes tinham questões objetivas Ah uma vaga a mais de carro repensar estrutura enfim coisa projeto aqui eles acho que própr arvos eh aprendeu com esse processo porque eles o projeto é de 2007 ele foi inaugurado esse ano vamos dizer 200 2008 2008 Então são se anos entre projeto e obra dizer a gente foi contratado dizer para rever o projeto inúmeras vezes dizer e acho que uma certa hora ninguém mais dizer aguentava vamos dizer discutir dizer processo eles queriam acabar a gente queria encerrar o projeto porque que que eu fiz daqui TR anos atrás na reunião com o engenheiro ninguém mais sabia porque a equipe das Árvores já tinha mudado a equipe de projeto deles dos complementares tinha mudado chegou estudar que a gente tinha feito há TR anos atrás porque mod tem ficou parado é mas ess essas versões todas é esse vamos dizer essa experiência vamos dizer para trabalhar com mercado imobiliário que depois a gente teve a oportunidade de fazer estudos para outras incorporadoras que não foram eh adiante é assim é uma mão no Excel e outra mão no CAD assim você tem uma planilha toda montada assim se o número aparece verdinho lá embaixo ele gosta do projeto se ele se o número aparece negativado o projeto pode ser incrível maravilhoso que ele a gente a gente fez outros projetos e já comentei com o João já comentei até com otá falei Putz gente morre de saudades de trabalhar com vocês porque eu juro todos os outras experiências foram horríveis foi muito duro né porque quando chega o consultor a gente acabou de perder uma concorrência agora com certeza chegou o consultor de imobiliário de venda falou assim sabe qual o problema vocês fizeram uma coisa muito boa e vale muito mais que r$ 40000000 que era o que eles queriam fazer de valor vinal de venda na cidade de piracaba aí eu falei pô mas por que que você não mas não é primeiro eu falei por que u vende por 400 Qual o problema vai gastar mostrou que dava para fazer r$ 50.000 cada unidade e o consultor Não mas aí vai ter que vender mais caro ninguém vai comprar porque é muito boa arquitetura aí eu o cara ligou pra gente falou assim ó vocês perderam a concorrência acho que a Perdeu até pro guimat tudo bem Eu falei assim mas eu eu queria ver o projeto do cara porque nosso projeto tinha dupla orientação tinha pô tava super bem resol ouvido prumadas paredes estruturais de concreto era numa Pedreira lá empres caba de pedra vermelha concreto ciclópico vermelho Tod paredes vermel as paredes de concreto vermelhas pré era pra um prédio a gente chamava Pedreira de Piras caba e e fazia uma praça de 100 m de lar de 200 m de largura por 80 de de extensão por 80 de largura entre as lâminas com todo estacionamento embaixo em volta de um bosque eu falei assim só fal eu eu falei pro cara só falta vocês darem o prêmio para um cara que vai fazer um montão de rua nesse Gleba aqui e com predinho com Guarita individual porque obviamente isso que ganhou o cara só ficava falando assim pô mas só tem uma portaria só tem uma portaria a gente tinha um andar técnico o andar a gente chamava de térreo técnico e térreo social que era essa Praça na altura da Copa das Árvores ligando todos os os edifícios eram 1000 unidades a gente perdeu porque o cara falou que era muito bom V faz uma pior depois tem que fazer cafa gestada pelo jeito e falei pro Otávio pô Otávio ão bom aí fazer projeto com vocês porque bom eu já pensei um monte de coisa de dizer durante a conversa Eh meu nome é Simone Eu trabalho na ideias arvos eu trabalhava no comercial até duas semanas e agora eu tô no departamento de projeto e admiro muito o trabalho de vocês tanto que quando o André me contou que era do grupo Aspen eu falei ah o Itacolomi bom essa pergunta que o Marco fez sobre o Itacolomi eu acho que a questão não é projeto de forma alguma eu acho que é mais uma distribuição de layout mesmo e um programa que as unidades são muito muito grandes pro que as pessoas buscam se tivessem unidades menores já teriam todas estaria tudo ocupado sim eu acho que é um projeto que respeita muito anópolis né é um projeto que conversa totalmente com a rua é incrível bom o até me embananei esqueci o que eu ia dizer eu ia falar que realmente a ideias arvos é agora participando e começando a viver eu acho que eu já passei da fase de deslumbre que quando eu entrei eu tava deslumbrada s e agora eu já já tô mais entendendo como as coisas funcionam e e eu acho que é bem é bem assim são várias opiniões também discutindo o mesmo projeto Isso segura bastante né que o arquiteto tem Total Liberdade de criação mas tem um programa e tem muitas pessoas envolvidas tem investidores opinando dentro de um projeto que investidores que não entendem muito eles discutem sobre isso então acho que tem vários impasses eu acho que é por isso que tem todo esse processo muito longo que é rico mas é rico não é ruim sim não eu só queria justificar essa questão mas eu sempre achei não que não sei se ficou Claro na resposta que me parece muito correto que seja dessa forma né E era isso que eu queria dizer mas foi perguntado assim que comercialmente pro escritório pra gente foi um desastre foi os primeiros projetos a gente recebeu muito menos do que hoje se paga Desculpa aí hein Bruno bom no no começo da conversa você falou essa coisa do que vocês chegaram aqui também porque vocês foram cavar né atrás de de bom criando oportunidades e gerando eh projetos e estudos para conseguir também ver um outro caminho que não fosse só ser chamado pelo o cliente ou ser descoberto por alguém indicado tal eu acho isso né Eu acho todo mundo deveria fazer isso na verdade porque todo mundo que não é das outras profissões fazem isso né tipo as pessoas se vão atrás mas a gente Sei lá parece que tem uma algum ranço é que que não deixa falar não eu não vou sou com um orgulho que não deixa né fazer isso mas é eu acho super interessante e talvez seja por isso também que a gente não tá tão inserido no no mercado de da imobiliário de São Paulo que dá vergonha fazer isso é entendeu parece Ah você é um vendido um vend Não não é isso dá vergonha pô quem que esse cara fe aqui é arrogante o máo que pode acontecer Ouvir um não Ah então ouv um não é que nem quando você vê uma antigamente né Você viu uma mulher bonita vocês ainda podem fazer isso sou casado não posso mais você vai fala e aí né o mais pode acontecer é que ela falou vai se ferrar me é Tem vários tipos de é É sim não mais educado Quem Não Arrisca não fetica não então mas daí só para para continuar era a essa a questão é essa eu eh vocês acham que com essa essa atitude assim de de ir atrás do do do projeto e atrás do trabalho talvez a gente mude esse um pouco esse Panorama da da arquitetura e a gente consiga começar construir com mais qualidade dentro que não seja depender de duas ou três construtoras que T arquitetura como viés né Eu acho que assim você chegar numa dessas grandes eh incorporadoras e falar pô eu eu tenho um projeto que não que não é esse aí talvez você comprovar que vá vai sair pelo mesmo preço uma coisa melhor tal ou você acha que também depende muito dos dos estudos de mercado que eles fazem todas essas coisas né se mudar uma linguagem de uma incorporadora que já tem um vício de de fazer um um edifício com uma arquitetura ou que não tem arquitetura né é eu o João vai respondendo comigo eu acho que não é unicamente não é nem uma coisa nem não é somente uma coisa nem a outra eu claro que eu acho importante eh sabermos né de alguma forma nos colocarmos mas isso a gente nunca mais fez uma coisa dessa não lembro fizemos não as últimas depois da experiência com as arvos pelo menos dois ou três projetos que foram encomendados por outras consultoras que nos procuraram ah a gente tá querendo eh alterar o perfil dos projetos que a gente realiza porque não sei o quê vamos dizer a gente quer uma arquitetura contemporânea o que sempre que eles falam na hora que apresenta o projeto junto com a planilha com a planilha verdez inha e às vezes a gente mandou o projeto tem meio que a gente tá esperando até hoje tem dois anos que ele falou ah não assim que a gente resolver internamente aqui com a diretoria a gente dá um retorno a gente nunca mais também foi atrás acho que não tão afim de mudar acho que para além desse discurso curso Inicial eles querem vender qualquer coisa que eles puserem para vender hoje dizer movimenta dizer financiamentos possibilidades também de negócio mas acho que uma coisa que eu penso aquele primeiro projeto que a gente fez que era quase como era um estudo dizer quase como dier o Lúcio Costa lá no começo dos anos 30 fazia aquelas casas sem donos mas era um momento de reclusão dele profissional tinha acabado saí da da da escola nacional de Belas Artes e fazia uns uns projetos e chegou até vender ou pôs na banca de jornal para comercializar é quase numa atitude visionária porque hoje você vai em banca de jornal você compra plantas de residência plantas de prédios padrões hoje você leva para executar então a gente pegou viu um terreno A tava com algumas questões falou ah vamos tentar fazer um projeto era um proprietário que tinha duas ou três casas era um argentino como dizer pode entrar como uma parte interessada do negócio mas eu não vou construir nem você eh vão tentar achar alguém que possa eh viabilizar e foi um pouco como apareceu oportunamente naquela ocasião o Zé casarim aí por conta disso ah Flá eles fizeram Esse estudo que dizer nunca ia ser feito e o estacionamento tá lá até hoje eh do jeito que tá mas foi uma primeira também oportunidade pra gente enfrentar vamos dizer as questões vamos dizer de legislação dizer a gente até então nunca tinha eh feito nenhum projeto tão verticalizado como aquele 8 andares 25 M mas era muito legal esse projeto porque era um volume servidor interno que era estrutura de concreto tinha dois elevadores na ponta lembra e a escada no meio e aí era uma estrutura metálica modulada de 3 M E aí o miolo Era uns quartos então era assim dois vazios sala cozinha e os quartos você tinha lá seis quartos mas se você quisesse você podia comprar quatro um só dois eram os quartos eram negociáveis entre os os dois lados podia você comprava dois quartos no começo outro ficava com quatro mas depois você tinha um filho ligava pro cara tá sobrando o quarto aí eu vou comprar empurrava a parede e aí você ia tendo essa maleabilidade não funciona mas para nós para se animar a gente pensava nessas coisas né pensou lá atrás a achava simpático esse mas eu queria falar uma coisa que isso que o João falou pra gente é foi muito legal por isso que a gente escolheu essa obra como a gente começou lá no começo a gente é um escritório pequeno tem pouca coisa construída não tem né então tudo que a gente conseguiu foi assim super par e passo concurso obra pública né a casa do irmão pobre nunca teve aquela coisa do do tio mas aí é é muito motivo de muito orgulho ter participado desse projeto que parece que para mim é muito claro que isso de alguma forma muda ou vai mudar um jeito de olhar a cidade sabe não esse PR mas que o movimento um fez e agora ideias árvores continua a fazer porque não é só mais ideias árvores agora isso proliferou ideas árvores deu uma letra A gente estava vivendo naquele momento não sei se vocês não vão Recordar pessoal de Maringá não vai lembrar era um movimento do auge do neoclássico né não sei o qu né ainda tá sendo feito você passa por aquele bairro lá do lado do do Shopping em Guatemi é horrível aques edifícios que né de 30 andares então é muito interessante porque hoje não só ideias os uma sucessão de pequenas incorporadoras percebeu que não é bem assim ou pode não é que é bem assim Claro que pode ser assim mas pode ser de outro jeito eu acho que ter participado disso mesmo que de uma forma muito pequenininha e incipiente é pra gente um motivo de orgulho e é muito simpático compartilhar com vocês isso aqui agora aqui o que a gente poderia fazer agora é tentar negociar só para subir numa varanda e Verê se pode sem né junto com o pode subir de escada na esc É mas tinha que perguntar só pro moço se pode subir se alguém tiver mais alguma pergunta é se vocês querem fazer mais perguntas alguma coisa eh eu queria saber se eu podia falar um pouquinho Como que foi o processo de projeto com por exemplo e os projetistas de estrutura de concreto estrutura metálica como que foi esse foi uma conversa fácil foi não sei folianópolis folianópolis é telefone basicamente a gente nunca encontrou ele uma vez uma vez não encontrava que eu não encontrava lá na zar muito São Paulo encontrava no escritório é de vez em quando ele vinha a estrutura era de um um projeto de estrutura anópolis que acho que no começo tava e metálic era daeng não era steng steng não era n mas eles não eram de fanp Gerson Ah não os dois são diferentes não Gerson era de fenó era é nem lembrava Não não é que foi todos os complementares foram foram sugeridos a gente não sugeriu ninguém só o andrs e mas foro todo foi normal é normal é sempre uma parceria o engenheiro então a gente discutia era tinha coisas assim engraçado por exemplo ah a gente quer fazer os blocos de concreto junta prumo sempre faz assim aí o engenheiro de isso não existe Alô Desculpa Como assim não não não é possível você tem que travar tem que fazer não a gente ó veja bem aí mandava foto todas as obras que a gente já fez com Ah mas isso não pode a gente sentava aí Não mas aí não pode então tá bom então não pode ficou assim é normal é normal acontece com as melhores famílias É sempre bom trabalhar com engenheiro não só porque se não tem o engenheiro não tem a obra então é uma parceria agora a gente sempre interage né discute é toda é na verd eles estavam fazendo um pacote ele tava fazendo todos os ele fazia todos os projetos uma coisa que tá Tá certo era mais fácil era bem é outro dado eu não sei hoje como tá lá agora que a Simone eu sei que ela é de lá posso est falando besteira mas e a gente não foi contratado para seguir a obra mas a gente vinha toda semana a gente achava vinha almoçar passar na obra né E aí foi bacana né porque a gente acabou construindo uma relação com a turma aqui da obra todo mundo já já ligava a gente nunca recebeu para fazer isso a gente vinha quase toda semana vinha eh resolver problema e aí de vez em quando aí começou a aparecer uma coisa mais oficial que vinha aí um dia vinha Otávio Felipe para quando tinha um problema sério
[1:08:15]melor ah k
[1:09:22]gar h



