[0:00]Médicos, professores, enfermeiros, engenheiros, administradores, gente que passou anos da vida estudando, pagando mensalidade, fazendo estágio e hoje ganhando menos de quem liga o aplicativo e sai dirigindo.
[0:12]O Brasil tá criando uma geração inteira que olha para o diploma e pensa, pra que que serviu isso? E o pior é o impacto para o Brasil como um todo.
[0:20]Vem comigo aqui no like que eu vou mexer nessa ferida hoje aí.
[0:31]A gente falou no último vídeo da situação precária da medicina, que um médico que gastou mais de R$ 1 milhão de reais numa faculdade, estudou seis anos, para quando finalmente começou a atender, descobrir que o salário dele no SUS é menor do que um motorista de Uber que trabalha em São Paulo.
[0:47]Inclusive no vídeo eu descobri que se você achava que coach era odiado pelos brasileiros, é porque você não viu como o povo adora os médicos, Brunão. Ah, é?
[0:54]Dá uma olhada lá depois pra você ver. Conta aí, se já foi mal atendido, maltratado por um médico, sim ou não?
[1:01]Claro, acho que todo mundo na vida, né, Brunão? Mal profissional e bom profissional tem todo lugar, né, meu amigo? Isso não não tem jeito, é do ser humano.
[1:06]O mínimo mal atendido, né? É, exatamente. Mas essa questão do diploma mal remunerado não é exclusividade do médico, não.
[1:12]Professor e até engenheiro tão no mesmo pacote. Vários profissionais ali com um diploma que não serviu pra nada.
[1:19]Só um ponto, ó, nada contra ser Uber, tá? Muito pelo contrário, qualquer trabalho que você faça aí, você coloca a comida na sua mesa, é muito digno, a gente aplaude aqui do lado de cá.
[1:29]Inclusive um salve aí pros Ubers do Brasilzão que tanto salva a nossa vida, né, Brunão? Salva mesmo.
[1:34]Só que para isso você não precisaria ter um diploma, né? Já já a gente vai falar disso. Tem essa, né? Era basta ter uma CNH, né? Exatamente.
[1:40]Mas vamos aos números porque aqui a gente não trabalha com achismo, tá?
[1:45]A faculdade de medicina numa instituição particular custa entre R$ 8 e R$ 13 mil por mês. São 6 anos fazendo o curso, às vezes mais dois, né, de especialização ali.
[1:56]Se a gente considerar o reajuste e as despesas adicionais, aí pode passar fácil, fácil, de R$ 1 milhão de reais.
[2:02]E quando o cara se forma, o que é que acontece? O salário médio de um médico generalista é de cerca de R$ 11.800,00 por mês para uma jornada de 27 horas semanais. Parece bastante?
[2:12]Sim, se você esqueceu que ele gastou R$ 1 milhão de reais. A conta não é exatamente essa, mas só pra você ter uma noção, ó, se tivesse colocado esse dinheiro aí, R$ 1 milhão, rendendo 1% ao mês, teria R$ 10.000,00 por mês sem sair da cama.
[2:24]Olha aí. Desnecessário dizer que a função do médico é muito mais nobre do que a do rentista, como gostam de dizer por aí, né?
[2:31]Muito mais, salva vidas, né? Exatamente. O médico no SUS, dependendo do município, começa ganhando entre R$ 4.200,00 e R$ 9.000,00. Isso depois de seis anos de faculdade, internato, plantão, estresse, é um absurdo.
[2:44]Será que esse médico já sai empregado da faculdade? Ele já tem um plantão garantido? Ah, a gente falou muito disso nesse vídeo que tá aqui, vou deixar pra você assistir daqui a pouquinho também.
[2:53]Porque se a pessoa for olhar só o lado financeiro, se o médico não progredir na carreira, você concorda que investir-se tanto para ganhar esse pouco não vale a pena?
[3:00]E agora vamos comparar com o motorista de aplicativo. Segundo dados oficiais do IBGE, o motorista de Uber ganha em média R$ 2.766,00 por mês. Parece pouco, né? É, aqui pra Santa Rita, pelo menos os que eu pergunto, é pouco.
[3:15]Eles ganham mais aqui na cidade pequena, né? Exato.
[3:19]Esse cara não gastou R$ 900.000,00 ou R$ 1 milhão estudando. Eu sei que aguentar passageiro pé no saco não é fácil, mas não precisou gastar seis anos da sua vida estudando, né? Não tem plantão de madrugada no hospital.
[3:28]Exige uma resiliência, vamos dizer assim, para ser motorista de Uber. É, no mínimo, né? Não tem nada fácil, né, Brunão?
[3:34]Não tem nada fácil, né? Às vezes, é só a vida dos outros, né, como dizem.
[3:37]É, a vida no Instagram é fácil. Exatamente.
[3:40]Porque em São Paulo, Brunão, a galera que trabalha em jornada integral ganha ali líquido R$ 3.200,00 a R$ 4.000,00 por mês na média. Tem gente que tira bem mais do que isso, né? Se for elétrico, tira mais do que isso.
[3:51]Agora, pega o professor. O piso salarial do professor da educação básica no ano passado era R$ 4.867,00 por 40 horas semanais. Esse ano tá passando para R$ 5.130,00.
[4:02]Quatro anos de faculdade, licenciatura, formação continuada e o cara podendo ganhar menos do que o motorista de Uber em cidade grande.
[4:10]E não vamos nem falar de aguentar os pentelhos, né? Nossa, e tem algo pior do que aluno, você vai concordar comigo nos comentários, é mãe de aluno. Escreve aqui, se não é verdade isso.
[4:18]O enfermeiro, então, Brunão? A média nacional fica em torno de R$ 3.900,00, bem abaixo do piso da categoria, inclusive definido por lei, que é de R$ 4.750,00 para 44 horas semanais.
[4:31]Então, a gente tá falando da dificuldade de ser motorista, compara com lidar com a vida e a morte todo dia, né, dar banho em paciente, trocar fralda. E te contar, viu, porque quem segura a bronca no dia a dia do hospital ali, que apaga incêndio de verdade, que cuida de paciente olhando no olho ali, são os enfermeiros, não é o médico, não.
[4:47]Ele aguenta ainda as mães das crianças doentes, você imagina? Pois é, exatamente, né? Outro, outro patamar.
[4:52]Olha isso. E, graças a Deus, realmente é um verdadeiro milagre, né, a gente ter esses heróis aí na linha de frente da saúde, porque se fosse só por salário, não sobrava ninguém.
[5:02]E o engenheiro, então, onde é que já se viu, Brunão? Que faz cinco anos de faculdade e tem salário médio de R$ 9.500,00. Mas aqui tem um detalhe, as contratações formais de engenheiro civil caíram, ou seja, além do salário não ser lá aquelas coisas para quem estudou cinco anos, as vagas tão diminuindo. Ou será que não estão achando gente para trabalhar em outro papo.
[5:22]E a gente continua administração de empresas. Um dos cursos mais procurados do Brasil, também é um que tem mais oferta, que é muito fácil você fazer uma faculdade de administração, relativamente, né?
[5:31]Administração também cai naquelas de que quando o cara não sabe o que vai fazer, faz administração. Exatamente. E o pior é que quando chega no mercado de trabalho, sabe quase nada de quase tudo, e o cara não chega, pô, o que que você sabe fazer? Ah, eu sei fazer um pouquinho de cada coisa, mas não sei fazer nada bem, né? Por isso que tem que se destacar na faculdade, na parte do estágio, né? Fazer alguma coisa e arregaçar, ser bom naquilo que você se propõe a fazer, pelo menos no primeiro emprego, né? Depois você descobre algo ali, dentro da empresa mesmo, que você se encaixa melhor.
[5:57]Eu acho que administração é igual publicidade, é um curso base pra várias coisas. Exato. Então, você tem que já pensar no que você quer lá na frente, vai ser, no que você vai especializar, né? Além dessa profissão que te deu a base. Engenharia tá bem assim também. Cursos generalistas, né?
[6:09]Segundo o Instituto CESMEP, mais de 25% dos graduados brasileiros trabalham fora da área de formação, e quase 5% estão em cargos que nem exigem diploma. A engenharia química é ainda mais grave: 55% dos formados estão fora da área.
[6:25]O Brasil tem hoje 1.700.000 pessoas trabalhando com aplicativo, dirigindo como atividade principal. Esse número cresceu 35% em 2 anos. A gente nunca teve tanto motorista de aplicativo aqui no Brasil. E quando você olha o perfil dessas pessoas, quase metade tem entre 25 e 39 anos. A maioria tem ensino médio ou superior completo, ou seja, é gente que poderia estar no mercado formal, mas escolheu o aplicativo. E você pode perguntar, pergunta aí, Brunão, por que? Por que? Mas por que? Por que? Porque o mercado formal paga pouco, cobra muito e oferece condições ruins. O aplicativo pelo menos te dá essa flexibilidade, né? A pessoa escolhe o horário, não tem chefe enchendo o saco, e em muitos casos, ganha mais do que ganharia num emprego CLT ali de nível médio.
[7:10]Só que 71% desses trabalhadores estão na informalidade, não tem férias, não tem 13º, não tem FGTS, não tem seguro. Se ficar doente, para de ganhar. Se o carro quebra, para de ganhar. E nesse ponto, tem uma meia liberdade aí, você acha que é o seu próprio patrão, mas quem define como e quanto você ganha, qual corrida que você pega, quando você é punido ou não, é o algoritmo do aplicativo. Esse é o seu verdadeiro patrão, que loucura, hein?
[7:34]E como que você vai crescer nisso, né? Ganhar mais? Exatamente, já falou sobre isso, né? Bom, pronto, vou votar nele daqui a pouquinho, Brunão.
[7:40]O Banco Central publicou um estudo mostrando que o número de trabalhadores por app cresceu 170% desde 2015. Esses trabalhadores já são 2,1% da população ocupada no Brasil. E o Banco Central concluiu que esse crescimento ajudou a reduzir a taxa de desemprego em 0,6 ponto percentual. Parece positivo, né? Mas pensa comigo, né? A gente tá comemorando que o desemprego caiu porque mais gente virou motorista de Uber, quando, na verdade, é um trabalho, não é um emprego, né, Brunão? Então, não é um desemprego, é um des-trabalho, digamos assim.
[8:09]Às vezes, era para ser um bico que virou um trabalho. Exatamente isso.
[8:12]E o meu ponto é outro, né? Mais da metade dos motoristas de aplicativo tem diploma. Claro que não precisaria estudar 4 ou 5 anos pra isso, você concorda, né? Ensino superior, hein? Assustador.
[8:23]E aqui vem o ponto mais importante do nosso vídeo pra garantir o seu like, carimba, carimba e vai valer a sua inscrição no canal também.
[8:29]O que que acontece com o país quando estudar deixa de compensar, porque é justamente o que pode estar acontecendo? Olha aí, ó, se o cara olha para o professor ganhando R$ 4.800,00, para o enfermeiro ganhando R$ 4.500,00, para o médico do SUS ganhando R$ 7.500,00 no começo da carreira, depois dele ter gastado quase R$ 1 milhão, né? E vê que dirigir Uber ele tira R$ 4.000,00 sem ter gastado nada com faculdade, qual a escolha racional? Parece um bom acordo. Eu não o culpo, Brunão. Parece um acordo, é um acordo muito bom.
[8:58]Assista os Bastardos Inglórios, pelo amor de Deus. Mas vamos voltar aqui, a conta não fecha.
[9:03]O Brasil já tá sentindo isso, né? O número de formados que trabalham fora da área cresce a cada ano. Mais de 5 milhões de brasileiros com diploma universitário enfrentam dificuldades no mercado de trabalho. E tem gente formada em assistência social, trabalhando de babá. Tem engenheiro de produção virando assistente administrativo, administradora trabalhando de caixa de supermercado.
[9:23]Um de cada três diplomados estão em áreas que não precisa de diploma. Olha o raciocínio, então, se tem muita gente competindo, menos gente faz faculdade, a oferta diminui, o salário volta a subir. Olha que loucura aí, ó, um selo chapéu de alumínio, né? Que tem aí uma teoria econômica que diz que quando a oferta de profissionais aumenta muito, o salário cai até que a profissão fique tão desinteressante que menos gente procura, aí o salário volta a subir. Oferta e demanda, simples, né? Bonito. É assim? Não, na teoria, né? Porque na prática no Brasil, meu amigo, funciona tão rápido assim, não, porque enquanto esse ajuste acontece, quem que vai sofrer? A população.
[10:01]Menos médicos no SUS significa mais fila, mais gente morrendo sem atendimento. Menos professores significa educação pior, e educação pior significa um país ainda mais burro, mais violento, que aceita mais a corrupção e, acima de tudo, mais pobre no futuro. Menos enfermeiros significa hospital funcionando ali no limite. É questão, que a gente tá falando aqui nesse vídeo, é de toda uma infraestrutura de um país desmoronando.
[10:27]Então, mas isso aí só acontece no Brasil ou é uma coisa mais global que tá acontecendo? Perfeito, Brunão. Todo mundo tem algum tipo de problema nesse sentido aí, mas nem todo mundo sofre igual. Calma, Champs.
[10:36]O problema existe em outros países, sim, mas tem intensidades completamente diferentes.
[10:41]Olha só, vamos pegar o médico, que é o exemplo nosso aqui mais gritante. Lá nos Estados Unidos, o salário médio de um médico é de R$ 374 mil dólares por ano.
[10:52]Vamos fazer uma coisa que não deve fazer, Brunão, que é converter. Faça não, faz não.
[10:55]R$ 2 milhões por ano, R$ 167 mil por mês. O clínico geral americano, que é o que ganha menos entre os médicos, tira R$ 287 mil dólares por ano.
[11:06]Mesmo ajustando pelo custo de vida, meu amigo, não tem comparação com o médico brasileiro do SUS, começando lá com R$ 7.500,00. O médico americano ganha muito, é respeitado e o país tem até falta de profissionais.
[11:17]E no vídeo anterior, Brunão, tava dizendo que o médico brasileiro é ruim, aí teve uma pessoa do exterior e falou: cara, você não sabe como é que são os médicos aqui, não. Empurração mesmo. O cara não faz esses exames que faz aí no Brasil, não, até porque é muito caro fazer lá, né?
[11:31]Muito caro. Vão nas clínicas, né? Que tem lá nos Estados Unidos, para ser atendido. Exatamente.
[11:35]Que por lá, a Universidade de Georgia então, projetam um déficit de 5,25 milhões de trabalhadores com diploma até 2032. Professores, médicos, engenheiros. No Brasil, a gente tem o oposto, né? Excesso de formados disputando salários baixos.
[11:51]Porque uma coisa, o cara formado em comunicação não achar vaga, né? Que é triste, mas você vê ali que às vezes é uma questão de ajuste de oferta e demanda. Outra coisa é médico, enfermeiro e professor abandonando a profissão porque o Uber paga melhor, você concorda?
[12:05]Engenheiro também, pode pôr na conta. Exatamente. Isso não é um ajuste de mercado, a gente tá falando aqui num verdadeiro colapso do que? Dos sistemas públicos, só que a gente tá vendo em câmera lenta. Até onde vai chegar isso, hein?
[12:16]Bom, mas e a gente, o que que a gente pode fazer, né? Primeiro, entender que diploma sozinho não resolve mais nada, se é que já resolveu alguma vez na vida, acho que nunca, né?
[12:24]Quem vai para faculdade tem que ter um plano e não adianta olhar só o que você gosta de fazer, não. Tem que pensar onde tá tendo demanda real. Pode valer, inclusive, se você já tem uma qualificação, um emprego, né, uma profissão, e você tá procurando o que fazer na sequência.
[12:39]Mas olha como é difícil você pensar nisso com uns 18, 17 anos, né? Você você ter essa visão do tipo, mais importante ali do começo da sua vida financeira. E mais, Brunão, pensar como vai estar cinco anos depois, porque hoje, dois anos tá mudando tudo. Então. Eu falo por mim, eu eu não sabia nada do que eu queria fazer, sabia que era humanas, mas eu sorte que eu acertei mais ou menos o curso ali. Não que eu tenha trabalhado exatamente com aquilo, mas você pensa, é muito difícil. A gente não foi preparado. A nossa escola, o o ensino médio não não te prepara para para essa vida, né? Para você tomar essa decisão. Perfeito.
[13:13]Por isso que a gente falou muito de cursos técnicos aqui, que pode te dar uma noção muito boa, né, daquilo que você gosta. Mudou a minha vida, mudou a minha carreira, mudou a a carreira e a vida financeira da minha família, meu pai, meu irmão. O pai do Brunão também fez, né? Também fez. Meu irmão também. Olha aí.
[13:28]E falando em parte técnica, a tecnologia, por exemplo, ela tem déficit de mais de 100 mil profissionais por ano no Brasil. Enquanto isso, áreas como Direito, Administração e Pedagogia formam gente demais para vagas de menos.
[13:42]Segundo, se você já tá formado e ganhando pouco, tem que aprender a fazer o dinheiro trabalhar, porque se o salário é baixo, você precisa se qualificar, buscar outras fontes de renda, porque tudo isso vale para você gerar mais dinheiro para investir para o seu futuro, inclusive, vale também, claro, né, por que não, o bom e velho app de corrida, mas como o Brunão falou, eu acho, a minha opinião é que não pode ser para sempre, pode alimentar a sua família no dia de hoje, mas você tem que estar pensando aí o que que você vai fazer no futuro, dizem até que vêm os carros autônomos aí, né, Brunão? Tem isso, olha aí. E terceiro, tem muita gente esperando que o governo resolva, meu amigo. Ali, olhando, ô, mas o piso do professor tá muito baixo, apesar desse aumento aí. O INSS, certamente não vai dar conta da aposentadoria de ninguém, outro vídeo que a gente fez.
[14:28]A única pessoa que pode proteger o seu futuro financeiro é você, meu amigo, porque o Brasil tá se uberizando. Isso não quer dizer que tem mais gente dirigindo por aplicativo, quer dizer que o nosso país tá aceitando como normal que profissionais formados ganhem menos. Veja bem, não tem mal nenhum você ser motorista, muito pelo contrário, precisamos muito de vocês. Mas o recado aqui é, será que a gente vai chegar um dia e dizer, pra que que eu vou estudar nessa joça desse país, né?
[14:54]Antes a gente fazia uma faculdade e já tinha um emprego, vamos pensar assim, já, já era meio que empregado ou já sabia que ia trabalhar. Hoje você tem que fazer especialização e pensar na sua pós e no que você vai ser ali na frente, né? Além dessa profissão que te deu a base. Se você acha que isso não te afeta, pensa de novo, tá? Porque o médico que não tá lá para te atender, o professor que largou a sala de aula, o enfermeiro que pediu demissão para dirigir Uber, a água vai bater na bunda uma hora, sabe? De todos nós é tudo no nosso, e a única saída individual é você tomar o controle do seu dinheiro, aprender a investir, parar de terceirizar o seu futuro aí na mão do governo, na mão de um banco ou do seu patrão. Faz sentido? A gente tem vários vídeos sobre isso aqui do apagão de mão de obra. Vem ver também a situação dos médicos que a gente falou especificamente disso aí, deu uma polêmica danada nos comentários, aproveita para assistir, já emenda aqui, eu te vejo do lado de lá.



