[0:00]E aí, meus queridos, tudo bem com vocês? Eu sou Wagner, você tá no canal Tragi Cômico e bora pro vídeo de hoje. De verdade, cara, eu quero ter direitos iguais, a mesma coisa. Mas são pessoas assim, extremas, feministas que acabam com a nossa luta, mano. Que dá... Tá, sobre direito, aqui ela falou feminista, não feminista. Isso aqui é um espantalho do feminismo. Porque não existe um movimento feminista. Nenhuma mulher se autoproclama feminista, né? Isso é uma coisa que as feministas criaram para falar que elas não defendem essa superioridade, né? Elas defendem igualdade, e quem defende superioridade feminina é feminista. Mas todo o discurso feminista, em alguma instância, defende sim. Coloca a mulher acima. E as feministas clássicas que foram inspiração para boa parte da teoria, enfim, que que as pessoas seguem até hoje, elas têm um discurso que, por essa perspectiva, seria considerado feminista. Simone de Beauvoir, Simone de Beauvoir seria feminista, então. Mas ela é considerada a papisa do feminismo. Tem a Elizabeth Stanton, que é uma feminista que já foi premiada, inclusive, feminista, né? Ela era entendida como feminista. Mas ela já disse que a mulher, enquanto indivíduo, não, a mulher, a frase, em última instância, a mulher é muito superior ao homem. Deixa eu procurar. Mulheres são infinitamente superiores aos homens. Ó, isso aqui, Elizabeth Stanton, 1815-1902. Presidente da Associação Nacional Sufragista das Mulheres, feminista mais famosa da história, segundo o site Wonderlist, 1890. Feminista. Ela não é, ela não é feminista. Nunca foi entendida como uma intelectual feminista. Ela não foi a base para solidificação dos ideais feministas. Não, feminista, feminista, OK? E ela dizia: "Nós somos, como um dos sexos, infinitamente superior aos homens. Se fossemos livres e desenvolvidas, saudáveis de corpo e mente, como deveríamos ser em condições naturais, nossa maternidade seria a nossa glória. Essa função dá às mulheres tal sabedoria e poder que homem algum poderá jamais possuir. Quando mulheres podem se sustentar, tem acesso a todos os negócios e profissões, com uma casa própria sobre as suas cabeças e uma conta bancária, elas serão donas de seus próprios corpos e ditadoras no meio social." Aí você vai falar, isso aqui é uma frase de uma feminista, seria, né? É, o que ela tá defendendo aqui seria o tal do femismo. Mas ela não é feminista, ela é feminista. Ó, considerada a feminista mais famosa da história, pelo Wonderlist, em 1890. Claro que existem várias outras, muito, que depois também foram mais, mais aclamadas ainda. Mas, enfim, você tem, na história, inúmeras dessas. Foram consideradas feministas de primeira e segunda onda, que defendem exatamente essas questões. O discurso não é sobre igualdade. E aí, elas são usadas como as bases do movimento. Por isso que eu falo, femismo é um espantalho do feminismo. O que que a Bianquinha tá defendendo, então, aqui, ao meu ver, tá? Vamos voltar e pegar a fala dela. De verdade, cara, eu quero ter direitos iguais. Ao meu ver, então, se você está lutando por direitos iguais, você não precisa ficar dentro de um guarda-chuva identitário que vai colocar as pessoas, separar por potinhos. Até porque eu sempre, eu sempre gosto de falar que a própria semântica já já evidencia que feminismo não tem como ser uma luta igual. No momento em que o feminismo é o movimento correto, é o movimento do bem. E o principal adversário, o que que o feminismo combate? O machismo. Então, o feminismo é o bom, é, é, o feminismo é o movimento do bem e ele está combatendo o machismo, que é o mal da sociedade. Ou seja, é a fêmea contra o macho. Ah, mas é porque o macho estava acima, então para equalizar, para deixar igual, tinha que, tinha que realmente, é, a fêmea, né? Lutar contra o macho para daí equalizar. OK, mas até na semântica você vai ter essa disparidade. Você não vai ter uma, não tem como você considerar que tipo uma luta que vai ser tratar todos igualmente se na, na própria ideia do, do movimento já vem essa, essa direção de que, então, fêmeas estão lutando pelo que é certo, elas estão, elas são as vítimas oprimidas e elas são, né, o movimento do bem contra os machos escrotos, tóxicos que são o mal que deve ser combatido para que as coisas se equilibrem. Então, muito melhor dizer, na minha opinião, que se você está lutando por igualdade, então, você pode ser uma liberal ou uma libertária. Porque liberais e libertários defendem isso. Se você pegar o Stuart Mill, ele foi um do, ele era um liberal clássico e ele foi um dos pioneiros na questão do sufrágio feminino, na Inglaterra, né? É ele que levou para o parlamento, enfim, as discussões sobre garantir o, o direito ao voto das mulheres. Eram liberal, não era um, uma feminista, um liberal. E houve o movimento sufragista, que na época nem era um movimento feminista, né? Tipo, isso foi uma decisão retroativa dos feministas de considerar sufragistas como a de primeira onda. Mas, enfim, havia um movimento sufragistas, tanto em acordo com a defesa do Stuart, quanto os mais radicais, que geralmente são os que mais se popularizam, né? Aí você tem a Emmeline Pankhurst, lá na, na, na Inglaterra, né? Fazia aqueles movimentos terroristas que lutavam pelo sufrágio de uma forma mais bélica, né? Ela colocava, o movimento delas colocava bomba em caixas postais, se amarravam nos lugares, faziam greve de fome, cometiam alguns crimes, acabavam indo presas e, enfim, tinha esse movimento mais radical, que é o que acaba sendo mais celebrado pelos feministas. Mas tinha um movimento mais alinhado ao Stuart, que era um movimento que queria dialogar pelos direitos. E até uma frase de um do primeiro, acho que era o primeiro-ministro da época, falando mal dessas sufragistas, tipo a Emmeline Pankhurst, que ele falava: "Essas mulheres não percebem que nós daríamos voto para elas de livre e espontânea vontade?" Tudo que elas estão fazendo é atrasar a conquista em alguns anos. Porque a forma que essas mais radicais, que são exaltadas pelo feminismo, estavam fazendo, era uma, elas, na verdade, estavam só criando cisões sociais e atrapalhando até a luta de liberais como Stuart Mill e as pessoas daquele lado. Então, assim, é uma loucura, mano, toda essa, essa história de igualdade. Porque se você tá defendendo igualdade, se você quer simplesmente que as mulheres tenham os mesmos direitos que os homens, para mim, então, você pode ser liberal, você pode ser libertária, porque é exatamente isso que liberais e libertários defendem. Um libertário vai falar, todo, assim, é que ele, o papo mais clássico de todos. Todos são iguais perante a lei. Então, todo indivíduo deve ter os mesmos direitos. Os mesmos. Então, o homem pode votar, a mulher pode votar. O branco não vai ser escravizado, o negro também não vai ser escravizado. O branco é livre, o negro também é livre, né? Tipo, todos têm as, têm os mesmos direitos. O hétero pode casar, então, o gay pode casar também. Direitos iguais para todos os indivíduos. Isso pode ser liberalismo, isso pode ser libertarianismo, tranquilamente. Não precisa ser feminismo. Eu diria, inclusive, que não tem como ser feminismo. Que se você vai ver, historicamente, o feminismo não luta por isso, na verdade. Eu já vi uma feminista admitir que o feminismo não é sobre igualdade e que se os homens quisessem mais direitos, que eles fizessem o seu próprio movimento. É, não, não são poucas as feministas que admitem que não querem igualdade. Tem várias. E o problema maior é que na ponta de lança do movimento, as que realmente mudam alguma coisa são essas. Então, se simplesmente fala: "Não, sou feminista porque defendo direitos iguais mesmo." Mesmo. Ah, você acha que a mulher tem que ser obrigada a se alistar também que nem o homem? Acho. Direito igual para todo mundo. Se o homem tem, mulher também tem. Direitos e obrigações iguais para todos. Ah, então você acha que mulheres e homens têm que se aposentar com a mesma idade? Acho. Essa mulher, se ela fala que ela, ela, ela é feminista assim e luta realmente por essas posições do, do feminismo, ela é inócua, ela é insignificante, ela não muda nada. Porque ela não representa, de fato, o movimento. Ela não tem nenhum impacto político. As feministas que têm impacto político, que realmente conseguem mudar alguma coisa de fato, são as feministas extremistas que estão sempre lutando por superioridade, em última instância. Hoje, objetivamente, mulheres possuem muitos direitos, além dos homens. Muitos direitos a mais. Muitos direitos a mais. Então, elas se aposentam mais cedo. Aí tem a parada da, ah, não, mas é porque, veja bem, dupla jornada, né, jornada dupla. Olha, eu sou solteiro, eu moro sozinho. A menos que tenha uma mulher imaginária nessa casa, uma, sei lá, uma entidade feminina que tá limpando tudo para mim sem eu perceber. Quem é que cuida da minha casa? Sou eu, né? Eu, eu, eu trabalho e cuido de casa. Porque é a minha casa, eu moro sozinho aqui. Quem é que cuida? Eu lavo minhas cuecas, eu lavo minha louça, eu lavo o xixi cocô das Zeldas, eu, eu cuido de tudo, eu pago as contas, tudo. Minha responsabilidade. E estou trabalhando. Ah, mas olha, você, o que você faz não é trabalho. Bom, é como eu ganho dinheiro. Estou trabalhando. Estou tecnicamente fazendo jornada dupla. Eu vou me aposentar mais cedo por fazer dupla jornada? Claro que aí tem outras questões envolvendo. Mas, enfim, só para simplificar. Todo homem solteiro, todo homem que mora sozinho faz jornada dupla. Ele não vai ter acesso à aposentadoria mais cedo por fazer dupla jornada. Não vai. Se, aí, aí que tá. Por que que o argumento, é, identitário, ele é sempre errado, né? Por, por separar as pessoas por caixinhas. Porque ele gera distorções e injustiças. Se você quer falar que quem faz dupla jornada deveria se aposentar mais cedo porque trabalha mais, em teoria, então, você não deveria colocar, ah, vamos definir que esse grupo se aposenta mais cedo porque geralmente esse grupo faz dupla jornada? Não. Então, quem faz dupla jornada se aposenta antes. Como é que você sabe? Se a pessoa conseguir provar que ela mora sozinha, bom, todo, todo homem que mora sozinho também faz. E mulher que mora sozinha também faz. Então, esses aí todos vão se aposentar mais cedo porque eles estão cuidando da sua casa e estão fazendo dupla jornada. E num casal deveria delimitar, tipo, como é que é a separação de tarefas de vocês, na hora de fazer, sei lá, o INSS deveria consultar o casal para, para se informar. Tá, e aí, como é que é a separação? Porque existem casais, acreditem ou não, existem casais em que quem cuida mais da casa é o homem. Eu conheço vários, inclusive, vários casais em que mulher, a mulher não cozinha nada, o homem é que sabe cozinhar, faz as paradas todas. Por exemplo. Ou que o homem tem muito mais tarefa tipo casa mesmo, de cuidar, de varrer essas coisas todas, lavar louça. Ou às vezes, o cara, ele, ele trabalha e paga alguém para cuidar da casa. Mas é ele que está pagando, o dinheiro dele. Então, quem é que tá cuidando da casa? Quem é que tá mantendo a casa limpa? Ah, é a mulher que, que, que é a empregada. Quem, quem tá pagando a empregada? É o cara. Então, é ele que tá mantendo a casa limpa, porque ele está pagando alguém para cuidar. Então, aquele cara ele está sendo responsável também pelos cuidados da casa. Em um casal, então, esse cara é que, em tese, está tendo a jornada dupla. Ele não tá na prática limpando, porque ele tá pagando alguém para fazer isso. Mas é ele quem tá pagando, né? Então, esse é um argumento idiota, porque ele é um argumento injusto. Porque todos os homens que fazem dupla jornada vão, vão se aposentar mais tarde do mesmo jeito. Sendo que eles ainda contribuem mais para o INSS, em média, né? O homem contribui bem mais para o, para o INSS do que a mulher. Isso é um fato objetivo, OK? Não, não estou especulando. Isso realmente acontece. O homem contribui mais. Então, o homem contribui mais para o INSS, o homem tem uma expectativa de vida menor e ainda por cima ele vai se aposentar depois. Ou seja, ele vai pagar mais, ele vai viver menos e vai se aposentar mais tarde. Então, enquanto o homem vai ter, sei lá, 5, 6, 7, 10 anos de aposentadoria, a mulher vai ter 20 anos de aposentadoria. No final das contas, vai ser um, uma diferença muito grande, entende? Porque o cara vai se aposentar muito mais perto da morte do que a mulher. Então, ela vai passar muitos anos aposentada, a mais do que esse cara. E ganhando do, do INSS, portanto. Mesmo tendo contribuído muito menos. E às vezes, tendo trabalhado muito menos para aquilo também, porque não, não teve jornada dupla, enfim. Ou seja, isso é justo? Ou isso é mais uma distorção que beneficia, em última instância, a mulher, dessa sociedade machista, patriarcal e completamente opressora. Esse é o ponto. Quem vai legislar, em última instância, quem vai definir como que as coisas deveriam funcionar, não são as moderadas, não são as que defendem realmente direitos iguais, as que defendem que não, a mulher, ela tem que ter exatamente os mesmos direitos. Então, aposentadoria na mesma hora, é, se o homem precisa se, se alistar obrigatoriamente, a mulher também precisa. Sabe? Não, essa não, ela não apita nada no movimento. Ela não define nada. As que estão apitando são as que estão colocando cada vez mais e mais e mais e mais leis que só contemplam as mulheres. uma, uma que eu descobri recentemente, tá? Por causa daquela nova lei de, de violência psicológica. Vocês sabiam que se um homem contratar um, um detetive para descobrir que se a mulher tá traindo ele, isso é crime? O homem seria enquadrado naquela lei de violência psicológica, alguma coisa assim, porque ele tá tentando controlar a mulher. Se um homem contrata um detetive para descobrir se a mulher tá traindo ele, isso é crime. Mas se a mulher contrata um detetive para descobrir se o cara tá traindo ela, não é. Não é incrível? A mulher pode contratar um detetive para espionar o cara e descobrir se ele está ou não num relacionamento fora do casamento. A mulher pode, mas se o homem fizer a mesma coisa, é crime. Por isso que eu tô falando, cada vez mais leis, favorecendo mulheres. Mais leis, sendo, tipo, a, a mulher hoje, ela tem um, assim, se, se qualquer feminista, se ela lutasse por direitos iguais, ela teria que lutar para que mulheres perdessem direitos. Ou para que homens ganhassem muitos. Porque não existe, não existe direito objetivo. O homem tem, a mulher não. Na verdade tem um. Eu sempre falo, tem um, um único, tá? Um único. O único direito que o homem tem e a mulher não, é o de andar sem camisa. E, e, é, de mostrar os mamilos, na verdade. O homem tem o direito de mostrar os mamilos em alguns lugares, né? Em lugares públicos, sem que isso seja atentado ao pudor. A mulher não. A mulher, ela tem que esconder os mamilos. É a única coisa, a única, é, é, toda luta feminista agora, ela existe para, para mudar isso, que é a única coisa que falta. A única coisa que um homem pode fazer e uma mulher não é sair com os mamilos à mostra. Só. Agora, vocês fazem tanta questão de mudar isso? Vocês fazem? Será que os homens iam, iam preferir que, que, eles são os mais contrários a isso? Eu não sei, não sei se são realmente. Todas as outras leis que existem, que tratam com diferença um sexo do outro, elas, elas favorecem as mulheres, todas as outras. Então, direitos iguais, hoje, são menos direitos para as mulheres ou mais direitos para os homens. Não existe outra, outra forma de ver. Aí, o que que as feministas vão falar, geralmente? Mas tem os direitos sociais. Você está esquecendo dos direitos sociais. Direitos sociais, como, como funciona isso? Porque elas vão falar do, do, enfim, toda aquela questão de que não, porque a mulher, ela é vista dessa forma, é, que o machismo define que ela precisa ser desse jeito.
[13:25]Só que, na verdade, homens e mulheres possuem direitos sociais diferentes. A gente até viu também uma tirinha mostrando, uma das, direitos sociais é uma forma bem, bem escrota de descrever, né? Porque não são direitos de fato. Mas, enfim, é como, é como, às vezes, eu vejo, eh, esses militantes te chamando. Não são coisas que você pode, um direito que você pode ter, realmente, sabe? É uma questão de tratamento, simplesmente. Se um homem tem uma banquinha de coxinha, o trabalho do cara é ter uma banquinha de coxinha, ele, provavelmente, não vai ser visto como um homem bem-sucedido. Ele vai ser visto, talvez, até como um cara fracassado. Tipo, putz, o cara não conseguiu fazer mais nada da vida, tem que trabalhar vendendo coxinha aí. Não conseguiu, sabe, se superar, ter um cargo melhor numa grande empresa ou abrir um negócio, né, mais, um negócio mais lucrativo, com mais status. Ele vai ser visto, provavelmente, como um cara, né, fracassado pela sociedade, assim. Se uma mulher tem essa mesma banca de coxinha, ela é uma guerreira, empoderada, dona do seu próprio dinheiro, que trabalha arduamente. Ou seja, socialmente, o que para o homem é um fracasso, para a mulher é uma vitória, também, em alguns casos, né? Então, essa parada do, do, dos direitos sociais, os privilégios sociais, que agora seria a luta do feminismo, isso não, isso, isso, é, é claro que elas vão ter que lutar por isso, porque isso é uma questão que vai sempre existir. E aí, elas ignoram que socialmente o homem é, ele é, ele, várias vezes, ele é mais cobrado, várias vezes ele é mais julgado do que a mulher. Isso a gente deixa de lado. Ah, se vocês acham isso, vocês vão ter que criar o seu próprio movimento para tentar lutar contra isso. Aí, o homem vai lá e cria o seu movimento, como já aconteceu algumas vezes nos Estados Unidos. Que que acontece? As feministas vão tentar destruir esses movimentos. Pô, documentário Red Pill mostra isso. Os homens lutando pelos seus próprios direitos, tem alguns movimentos masculinistas lá nos Estados Unidos que estavam realmente se organizando para tentar lutar contra a alienação parental. Toda vez que eles marcavam, algum, algum evento público, as feministas iam lá para tentar fechar o evento. Então, aí elas falam: "Ah, vocês têm que montar os seus próprios movimentos." E aí, o feminismo vai lá e luta contra o movimento que o cara, tenta montar. É, assim, isso tudo é tão ridículo, em tantos níveis diferentes, que não tem nem o que falar mais, cara. Não tem o que falar. Mas beleza, tipo, a questão é, homens e mulheres são diferentes, então, vão ter cobranças diferentes, em vários aspectos. Às vezes, a mulher é mais cobrada? Sim. Às vezes, o homem é mais cobrado? Sim. Às vezes, a sociedade passa a mão na cabeça da mulher? Sim. Às vezes, passa a mão na cabeça do homem? Sim. Na minha opinião, o homem é mais cobrado e a sociedade passa menos a mão na cabeça. Na minha opinião, a forma como eu vejo. né? E eu sei que a feminista acha que não, acho que o homem é privilegiado em tudo, nunca é cobrado em nada e que todo mundo tá sempre, se nasceu homem, se nasceu totalmente privilegiado. Só que, curiosamente, toda vez que uma feminista vai lá e faz um experimento para se colocar no lugar do homem, como a Nora Vincent fez, né, no, no, no projeto dela que ela lançou o livro lá Feito Homem, como aquela outra menina que apareceu se passando por homem no Tinder, eh, com, e tentando flertar com mulheres durante uma semana. Toda vez que esse experimento acontece, a mulher vai lá e fala: "Meu Deus, ela, ela acaba em depressão. Ela não aguenta, ela não aguenta a pressão de ser homem." Porque ela começa a perceber: "Meu Deus, é muito mais cobrança, é muito mais pressão. Ninguém nunca te elogia por nada. Ninguém nunca valoriza nada que você faz." E ela fica em depressão. Enfim, eu tenho os meus motivos para crer que sim, a cobrança social em cima do homem é maior, inclusive. Mas eu sei que as feministas veem de uma forma totalmente diferente, o oposto completo. Elas acham que não, a cobrança em cima da mulher é muito maior e o homem é totalmente privilegiado e opressor. E o homem não só é privilegiado como ele está oprimindo sempre as mulheres. Eu vejo diferente, mas enfim, isso tudo é relativo, é subjetivo, não são direitos de fato. Direitos de fato não tem nada mais para as feministas conquistarem, se elas querem direitos iguais. Tirando os mamilos aí. Free nipples, é isso, é a única coisa que sobrou. Por isso que eu não concordo, né? Enfim. Isso aqui foi praticamente um resumão de boa parte das minhas opiniões sobre o feminismo e tal. E é isso. Basicamente, por isso que eu acho que se você luta, então, por igualdade, você não é feminista. Você pode ser liberal, você pode ser libertária. Feminista, não. E nem acho que você deveria querer. E eu acho bom que o rótulo esteja cada vez mais queimado, e que nem feministas óbvias, até mesmo essas estão negando o rótulo agora. Porque sabem que o negócio tá queimado. E é bom que esteja, porque a ideia de que o feminismo defende a igualdade é uma mentira. É simplesmente uma mentira. Então, se você quer defender a igualdade, realmente, eu acho que o, existem caminhos muito melhores do que o feminismo para fazer isso. extremas, feministas que acabam com a nossa luta, mano, que dá vergonha. Às vezes dá vergonha, não vou, não vou negar, mano, posso até ser cancelada por isso. Às vezes dá vergonha mesmo de ser mulher por causa disso, velho. Dá vergonha, porque acham que você é uma, uma mina assim. Você fala assim: "Eu quero direitos iguais." Ah, é militante, é uma feminazi. Porque minha, acham que eu sou tipo, como ela. Essa é a verdade. Acham que eu sou uma mina tipo ela. Que, porque eu quero direitos iguais, eu já sou essa pessoa tipo, ai, nossa, é, fica peluda e, ai, todo homem é um potencial, é, zoiado, é, zoiado, é, zoiado. É zoiado mesmo. É zoiado mesmo. E eu acho que a Bianquinha não tem nada que se misturar com essa galera mesmo. Eu, eu acho que ela tem que ter receio em se misturar com essas pessoas, porque não tem por que. Sabe? Tipo, realmente, essas pessoas são bizarras, essas militantes são bem zoadas, e se a Bianquinha luta por direitos iguais, é o que eu falei. Não se mistura. Você pode lutar por direitos iguais sem se misturar com essa ralé, tranquilamente. Deve fazer isso, inclusive, eu acho. Eu defendo direitos iguais, sou totalmente favorável a direitos iguais, com toda certeza, com toda certeza. Eu acho ridículo, acho bizarro que um grupo possa ter mais direitos do que o, do que o outro. Sou contra isso, totalmente contra. E esse foi o vídeo de hoje. Espero que você tenha gostado. Antes de ir embora, por favor, não esquece de fazer todo aquele ritual, né? Curte, compartilha, se inscreve. Enfim, passa o vídeo para frente. No mais, muito obrigado pela audiência, por ter ficado comigo até o final do vídeo. Vai tocar um pedacinho de uma música minha agora. Se você gostar, pode escutar a música na íntegra. É só pesquisar ela, o nome tá aparecendo aí na tela, beleza? Muito obrigado pela audiência, agora vou indo, volto. Até mais, fui.



