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O VALOR DE UMA MÃE SEGUNDO A BÍBLIA - HERNANDES DIAS LOPES

Hernandes Dias Lopes

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[0:01]Palavra da Verdade, com Hernandes Dias Lopes. Senhores, vamos abrir a palavra de Deus, em dois textos das Escrituras. O primeiro deles é 1º Samuel, capítulo 1, versos 28, a 18 a 20. Primeiro Samuel, capítulo 1º. Abra comigo, por gentileza.

[0:32]Versos 26 e 28, digo, 26 e 28. 1º Samuel 1:26 e 28 diz o seguinte: Disse Ana a Eli: Ah, meu Senhor, tão certo como vives, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, orando ao SENHOR. Por este menino orava eu, e o SENHOR me concedeu a petição que eu lhe fizera. Pelo que também o trago como devolvido ao SENHOR, por todos os dias que viver; pois do SENHOR o pedi. E eles adoraram ali o SENHOR. O segundo texto é a segunda carta de Paulo a Timóteo. Segunda carta de Paulo a Timóteo. Primeiramente, no capítulo 1, verso 5.

[1:38]Talvez pudéssemos ler o 4 para conectar melhor o 5. Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria, pela recordação que guardo de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Loide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti. Agora, capítulo 3, versos 14 a 17. Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste, e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. Amém. Eu gostaria hoje de homenagear as mães aqui presentes e todas as mães que estão nos acompanhando e que hão de mais tarde acessar no canal da Igreja Presbiteriana de Pinheiros esta mensagem. Eu quero falar sobre o valor de uma mãe.

[3:13]Esta justa homenagem começa no mundo, no ano de 1909, mas vai se tornar oficial em 1914, nos Estados Unidos, por um decreto de Woodrow Wilson.

[3:32]Exatamente quando se começava a Primeira Guerra Mundial. A homenagem feita por Ana Jarvis, que queria homenagear sua mãe, e isso tornou-se popular em toda a América. Aqui no Brasil esta oficialidade acontece em 1932, por um decreto de Getúlio Vargas. E esta data tornou-se tão popular que até o comércio reconhece isso como a segunda data onde o comércio é mais febril, só perdendo pro período do Natal. Então, de fato, a uma homenagem às mães é sempre oportuna, é sempre justa, e hoje nós queremos dar graças a Deus pela vida das mães aqui presentes, das mães desta querida igreja, as mães do Brasil e mundo afora. O capelão do Senado americano, Peter Marshall, escreveu um sermão, publicou esse livreto e tornou-se muito conhecido. A guarda das fontes. E ele cria a imagem de um personagem mítico que cuidava das fontes nas florestas, para que as águas chegassem límpidas, puras, nos vilarejos.

[5:05]Até que a Câmara Municipal daquele daquela cidadezinha se reuniu, achou o salário dele muito alto, resolveu dispensá-lo, construindo caixas d'água para assim fazer uma economia municipal. Não tardou para que as águas chegassem poluídas, contaminadas, a doença grassasse no vilarejo, as aves foram embora e não gorjeavam mais ali. E então, tiveram que reunir e contratá-lo de volta. Parece-nos que este é o trabalho de uma mãe, muitas vezes anônimo, muitas vezes não visto, muitas vezes não reconhecido, mas absolutamente necessário para a saúde da família, para a saúde da igreja, para a saúde da nação. O estadista americano, talvez o maior presidente dos Estados Unidos, o 16º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, chegou a afirmar que a mãe é tão importante, porque a mesma que embala o berço é aquela que governa o mundo. Talvez ele queria dizer com isso que ninguém influencia mais uma pessoa do que sua própria mãe. Aquela que cuida desde a mais tenra idade, aquela que ensina a dar os primeiros passos, aquela que nutre os filhos não apenas com o leite materno, mas introduz o filho ao leite da piedade. E eu estou me referindo às mães cristãs, obviamente, nesse sentido. Eu gostaria então de pensar com vocês hoje sobre o valor de uma mãe. E quero destacar deste repertório tão rico de mães registradas na Bíblia, e mães que tornaram-se notórias na história. Quero destacar duas mães aqui nesta manhã. A primeira delas é Ana, uma mulher que não desiste de ser mãe.

[7:02]Naquela cultura daquele tempo de casamentos poligâmicos e nenhum casamento poligâmico é um casamento funcional, nenhum, todos eles são disfuncionais. E Elcana tinha Ana como sua mulher, mas tinha Penina como concubina. Ana era estéril, tinha o coração do marido, tinha o amor do marido, tinha provisão do marido, mas o seu ventre era estéril. E diz a Bíblia que a sua rival a provocava, ao ir à casa de Deus e derramar a sua alma em lágrimas copiosas, o sacerdote Eli a acusava, e ao retornar para casa, com tantas lágrimas, com tantas dores, com tantas injustiças sofridas por parte da sua rival, o seu marido a desencorajava. Mas ela não desiste do grande sonho de ser mãe. As coisas, nem mesmo as bênçãos da lida ou da vida conjugal podia preencher o seu coração no sentido de desejar ser mãe. Mas a segunda coisa é que Ana é estéril, mas ora pelo filho antes do filho nascer. Quantas mães, mesmo sendo férteis, ou mesmo tendo filhos, não oram por eles? Pois Ana orava pelo filho, mesmo sendo estéril e mesmo antes de conceber. Não só orava, mas já fazia compromissos com Deus quando ela diz: Senhor, se tu atentares para tua serva e de mim te lembrares e me deres um filho varão, a ti o darei por todos os dias da sua vida. Esta mulher, antes de conceber no ventre, ela concebe no coração. Antes de chorar a dor do parto, ela chora diante de Deus. Antes do milagre acontecer, ela crê na promessa de Deus. Ana só foi tão influente na vida de Samuel porque ela era antes de qualquer coisa uma mulher de Deus. Porque a vida dela servia de exemplo para o seu filho. E agora vem um terceiro aspecto que eu chamo a sua atenção: Ana consagra o filho para Deus antes mesmo dele ser concebido. Quando o menino nasce, depois de ter feito o voto a Deus, ela o traz ao sacerdote Eli e diz: Por este menino orava eu. Pelo que o trago como devolvido ao Senhor por todos os dias da sua vida. E aqui eu quero destacar um ponto, querida mãe, que está aqui no santuário e as mães que estão nos acompanhando. Quais são os seus sonhos para os seus filhos? O que você espera de seus filhos? Nós vivemos numa geração onde parece-nos que o mercado é muito disputado. E nós sempre queremos o melhor para os nossos filhos, mas às vezes esse melhor não passa de melhor para esta vida, para este mundo, para esta realidade. Queremos a melhor educação, queremos o melhor conforto, queremos a melhor segurança, amanhã queremos a melhor carreira, ou amanhã queremos o melhor reconhecimento. Mas será que seriam apenas esses os nossos sonhos em relação aos nossos filhos? Que eles sejam reconhecidos apenas aqui? Que eles conquistem os troféus apenas daqui? Que eles realizem os sonhos apenas para este mundo? Ou podemos nutrir sonhos mais elevados, mais altaneiros?

[11:28]Ana chora tanto tempo por ter um filho, para ter um filho, mas há um momento que se torna um divisor de águas na história dela da oração. É quando ela começa a pedir um filho não para ela, mas para Deus. Não para realizar os seus sonhos, mas para realizar os projetos de Deus. Naquele tempo a nação de Israel estava em decadência. Naquele tempo o sacerdócio estava corrompido. E Ana então pede para Deus um filho, não para que este filho pudesse atender todas as suas expectativas como mãe, mas que aquele filho fosse levantado por Deus para ser um grande líder na sua nação, para trazer de volta a sua apóstata para a presença de Deus. E ela consagra este filho para Deus. E se existe algo que é notório na história, é que Deus honra o compromisso de uma mãe e de um pai quando eles aspiram grandes coisas para os seus filhos em relação ao reino de Deus. A Igreja Presbiteriana do Brasil é fruto disso. Todos vocês sabem que Ashbel Green Simonton era filho caçula de nove irmãos. Seu pai era deputado federal, seu pai era presbítero, seu pai era médico. E ele era filho caçula. E quando a sua mãe estava grávida, eles consagraram aquele menino para Deus, para a obra de Deus. E não é uma coisa forçada. Ao contrário, no tempo oportuno Deus chama, no tempo oportuno Deus honra. E aquele menino, então, é chamado por Deus pro ministério. E mais tarde, quando termina o seu curso, praticamente, escuta o seu professor, Hodge, falando sobre missões, e o coração dele arde pelo Brasil e ele vem pra cá. Com 26 anos. E se você e eu estamos assentados aqui hoje, se você e eu estamos aqui adorando a Deus hoje, talvez devemos um tributo a uma mãe que já é idosa. Abre mão do seu filho caçula, consagra o seu filho caçula para que ele pudesse ser um instrumento nas mãos de Deus. Eu encorajo você, mãe, que já tem filhos e aquelas que anseiam ter filhos, ou aquelas que têm filhos do coração, que ousem consagrar seus filhos para Deus. Para que eles sejam levantados por Deus nessa geração, para que eles sejam cheios do Espírito Santo de Deus, para que eles sejam mensageiros das boas novas da salvação. Ou para que eles sejam aqueles que vão dar suporte para a obra missionária, avançar mundo afora. Ana teve essa coragem, Ana teve essa disposição.

[14:49]Mas eu quero tratar do último ponto da vida de Ana é que Ana entregou o filho para Deus porque compreendeu a soberania de Deus na história. Ela poderia ter boas desculpas, depois que o menino nasceu e Deus, eu fiz uma promessa. Mas como é que eu vou levar o meu filho e confiá-lo a Eli? Ele já está velho. Como é que eu vou confiar o meu filho ao sacerdote Hofni e Fineias, quando eles são filhos de Belial? Como é que eu vou abrir mão do meu filho se o sistema religioso está corrompido? Como é que eu vou colocar o meu filho numa situação de risco e de perigo para sua vida? Mas Ana no seu cântico vai entender algo tão sublime que você mãe e você pai precisa compreender. E ela vai dizer isso acerca da soberania de Deus. É Deus quem dá vida, é Deus quem tira a vida. É Deus quem exalta, é Deus quem rebaixa. É Deus quem pega o pobre e necessitado do monturo e o faz assentar-se entre príncipes. Entender que Deus é soberano, que a finalidade da nossa vida é cumprir o propósito divino. E entender você, mãe, que você pode colocar o melhor que Deus lhe deu, seus filhos nas mãos de Deus, para que eles cumpram os propósitos elevados de Deus, para a glória de Deus, para a expansão do reino de Deus, para que esta palavra de vida eterna chegue aos rincões do mundo.

[16:31]Mas eu gostaria de destacar aqui a segunda mãe. E peço que você observe comigo agora o texto de 2 Timóteo. Eunice, uma mãe que não desiste de ensinar o seu filho. Primeiramente, Eunice, uma mãe que compreende que o ser vem antes do ensinar. Olhe comigo aí 2 Timóteo 1:5, pela recordação que guardo de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti. Prestem bem atenção nisso. Pastor Arival costuma dizer isso com muita frequência aqui na igreja. A educação cristã começa no lar. No lar. É lá que está a base. A mesma fé que habita na avó, a mesma fé que habita na mãe é a fé que vai habitar no filho. Está passando de geração em geração.

[17:43]Não é um abismo entre o que se prega e o que se vive. Não há um hiato entre o ensino e a prática.

[17:55]E Paulo está reconhecendo isso. A educação cristã naquela família começa com a avó, que passa pra mãe, pra filha, que passa pro filho e assim a terceira geração está andando nas mesmas pegadas. Irmãos amados, a nossa geração parece que está perdendo esse vínculo. Parece que está perdendo essa sequência. Parece que nós estamos numa corrida de revezamento e não estamos passando o bastão na hora certa, e com isso muitas famílias estão perdendo a corrida da vida. Mas eu quero que, Eunice ensina a Timóteo desde a sua infância. Olhe comigo, capítulo 3, verso 14. Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste, e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Irmãos, nós precisamos falar de salvação para as nossas crianças. Eu me lembro, pastor Ival, certa feita, que nós recebemos um grupo da APEC há muitos anos. E falaram então de salvação, de Jesus, da Cruz. E uma pessoa se levantou e disse: É um absurdo.

[19:28]Criança não tem cabeça para escutar esse negócio de cruz, de morte de Cristo. Tem que ensinar uma coisa mais, mais light, mais leve. Não, não é o que a Bíblia ensina. Aliás, lá no na Páscoa, um cordeiro foi morto, o sangue foi passado, batendo as portas, e tava lá, criançada toda assistindo a cena. Aquilo apontava para a Cruz. As crianças precisam ser ensinadas sobre salvação, sobre vida eterna. É lá no começo que se ensina isso.

[20:23]A Igreja da um reforço, a igreja dá um suporte, mas é lá dentro de casa que nós precisamos trazer esta gloriosa mensagem da salvação, das sagradas letras, que podem tornar nossos filhos sábios para a salvação. E entender que a Bíblia é um livro consistente, coerente, inspirado pelo Espírito Santo de Deus e útil para o ensino. Mas notem vocês que Eunice ensinou a Timóteo o caminho da salvação. Sagradas letras que podem tornar-te sabe para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Irmãos, nós precisamos falar de salvação para as nossas crianças. Eu me lembro, pastor Ival, certa feita, que nós recebemos um grupo da APEC há muitos anos. E falaram então de salvação, de Jesus, da Cruz. E uma pessoa se levantou e disse: É um absurdo. Criança não tem cabeça para escutar esse negócio de cruz, de morte de Cristo. Tem que ensinar uma coisa mais, mais light, mais leve. Não, não é o que a Bíblia ensina. Aliás, lá no na Páscoa, um cordeiro foi morto, o sangue foi passado, batendo as portas, e tava lá, criançada toda assistindo a cena. Aquilo apontava para a Cruz. As crianças precisam ser ensinadas sobre salvação, sobre vida eterna. É lá no começo que se ensina isso.

[22:34]A igreja da um reforço, a igreja dá um suporte, mas é lá dentro de casa que nós precisamos trazer esta gloriosa mensagem da salvação, das sagradas letras, que podem tornar nossos filhos sábios para a salvação. E entender que a Bíblia é um livro consistente, coerente, inspirado pelo Espírito Santo de Deus e útil para o ensino. Mas notem vocês que Eunice ensinou a Timóteo o caminho da salvação. Sagradas letras que podem tornar-te sabe para a salvação pela fé em Cristo Jesus.

[23:27]Irmãos, nós precisamos falar de salvação para as nossas crianças. Eu me lembro, pastor Ival, certa feita, que nós recebemos um grupo da APEC há muitos anos. E falaram então de salvação, de Jesus, da Cruz. E uma pessoa se levantou e disse: É um absurdo. Criança não tem cabeça para escutar esse negócio de cruz, de morte de Cristo. Tem que ensinar uma coisa mais, mais light, mais leve. Não, não é o que a Bíblia ensina. Aliás, lá no na Páscoa, um cordeiro foi morto, o sangue foi passado, batendo as portas, e tava lá, criançada toda assistindo a cena. Aquilo apontava para a Cruz. As crianças precisam ser ensinadas sobre salvação, sobre vida eterna. É lá no começo que se ensina isso.

[24:52]A igreja da um reforço, a igreja dá um suporte, mas é lá dentro de casa que nós precisamos trazer esta gloriosa mensagem da salvação, das sagradas letras, que podem tornar nossos filhos sábios para a salvação. E entender que a Bíblia é um livro consistente, coerente, inspirado pelo Espírito Santo de Deus e útil para o ensino. Mas notem vocês que Eunice ensinou a Timóteo o caminho da salvação. Sagradas letras que podem tornar-te sabe para a salvação pela fé em Cristo Jesus.

[25:45]Irmãos, nós precisamos falar de salvação para as nossas crianças. Eu me lembro, pastor Ival, certa feita, que nós recebemos um grupo da APEC há muitos anos. E falaram então de salvação, de Jesus, da Cruz. E uma pessoa se levantou e disse: É um absurdo. Criança não tem cabeça para escutar esse negócio de cruz, de morte de Cristo. Tem que ensinar uma coisa mais, mais light, mais leve. Não, não é o que a Bíblia ensina.

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