[0:10]O futuro do mundo livre está nos seus ombros. Precisa na bo. Sei que não sou você mesmo se eu quiser ser, mamãe.
[0:25]Devo eu aceitar que o certo é chamar mamãe? Não tinha o que fazer.
[0:42]Não seja tão séria, meu bem, me desculpe. Sua insegurança eu já senti também. Questionava a minha mãe sobre fazer o bem. Mas eu ouvi a razão, não o coração. Já é hora de você aprender a lição. Você quer ser malvada, como eu, você quer ser do mal. Você quer ser perversa? Levanta, brutal. Sem muito bem, que quando alguém eu fiz chorar. Dei oportunidade a outros para ajudar. Você quer ser megera, severa, total. Você quer ser extremamente, então é em ser do mal. Nesta vida me esforcei para dar o meu pior. Muitos eu pisoteei, nunca tive dor. É chegada a sua vez, encontre seu lugar. E prometa que você irá me orgulhar. Você quer ser malvada, como eu, você quer ser do mal. Você quer que o seu sangue escorra, total. Me entregue, filha, a varinha de condão. E todo o reino estará em sua mão. Você quer que endureça o seu coração. Você quer ser malvada da cabeça até o dedo. Isso foi pré-ordenado desde que nasceu. Reinaríamos lado a lado, só você e eu. Todo o universo vai ter que ajoelhar. Filha, anda, me acompanha. Vem cantar o mal. Nós seremos malvadas demais, nós seremos do mal. Vamos espalhar ódio. Legal. E logo, logo, todo mundo vai saber. Que mãe e filha ninguém vai poder deter. Você quer fazer tudo do mundo ser seu. Então é só que é que você, que teve a sorte de nascer. Com o coração escuro que morreu, coooom.



