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O QUE É A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (AI)?

Minutos Psíquicos

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[0:04]O que é a inteligência artificial? Seria esse o próximo passo da história evolutiva no nosso planeta? Será que nossas profissões atuais serão realizadas por robôs nas próximas décadas?

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[0:40]A inteligência artificial é o que algoritmos exibem quando realizam uma tarefa de forma inteligente. A tarefa pode ser simples ou tão complexa que dependa de habilidades próximas das do cérebro humano. Um algoritmo é um conjunto de passos para realizar uma tarefa. Podemos usar um algoritmo para decidir se é uma boa ideia sair para jogar tênis baseando-se em fatores climáticos, ou até interpretar frases e reconhecer imagens. Cérebros humanos conseguem resolver problemas, relacionar ideias por meio do raciocínio e aprender a partir da experiência. Programar algoritmos para que computadores façam essas coisas tem se mostrado um grande desafio. O foco de muitos pesquisadores tem sido desenvolver conjuntos de algoritmos ou sistemas que realizem tarefas bem delimitadas, como reconhecer imagens, jogar um jogo, mover objetos ou se movimentar. Sistemas com habilidades de generalizar e aprender próximas das do cérebro humano ainda são metas distantes. Pode ser que dentro de 50 a 100 anos, já existam computadores e robôs com capacidades gerais muito próximas das dos humanos. A maior parte dos palpites de especialistas gira em torno dessa faixa de tempo, mas é difícil prever como as coisas vão acontecer. O que é mais fácil prever é que essa tecnologia deve cada vez mais beneficiar a sociedade ao invés de destruí-la. Os filmes geralmente confundem inteligência artificial com emoção artificial, ao retratar máquinas muito inteligentes como uma ameaça à existência ou a autonomia humana. Mais realista é pensar que nas próximas décadas, essas máquinas nos ajudem a viver vidas melhores. Máquinas inteligentes podem nos auxiliar em diagnósticos médicos, cirurgias, resgates, explorações espaciais e até na psicoterapia. Na verdade, já existem algoritmos e robôs nos ajudando em todas essas áreas atualmente, e a tendência é que só nos ajudem mais, conforme consigam fazer coisas mais complicadas ainda. Muitos especialistas acreditam que boa parte das ocupações humanas serão substituídas por computadores e robôs nas próximas décadas. Enquanto alguns acreditam que isso nos levará a uma nação de humanos desempregados e inúteis, outros acreditam que nos adaptaremos a essa nova realidade. Também é difícil fazer essa previsão, mas até o momento, o que aconteceu é que a cada grande desenvolvimento tecnológico desde a revolução industrial, os humanos têm sido bem-sucedidos em expandir suas possíveis ocupações. A ocupação das nossas antigas atividades por máquinas pode ser um benefício coletivo. Por exemplo, no Brasil, entre 40 a 50 mil pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito. Carros autodirigíveis poderiam ser muito mais seguros e evitar milhares de mortes. Apesar de muito se debater sobre o que nos aguarda no futuro, o desenvolvimento e os riscos advindos dessa tecnologia ainda são muito incertos. A cada novo avanço feito na área de reconhecimento de imagens, por exemplo, pode ser muito mais difícil superar os novos desafios advindos do progresso anterior. Tarefas que envolvam a tomada de decisão imediata vão depender de um ser humano no final das contas, já que parece difícil programar sistemas capazes de tomar decisões baseadas na ética humana. Um martelo pode ser usado para pregar um prego ou acertar um dedo, e algoritmos podem ser usados para o bem ou para o mal. O problema, como de costume, não está nas ferramentas que desenvolvemos, mas sim em como as usamos. Os algoritmos e robôs vieram para ficar, e isso já parece inevitável. Se as ações deles vão respeitar a ética humana, é algo que agora está em nossas mãos. Diferente dos robôs atuais, você pode expressar o quanto gostou do vídeo, curtindo, mostrando ele para outras pessoas e se inscrevendo no nosso canal.

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