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NÃO!!!

Daniel Lopez

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[0:00]E como não poderia ficar mais estranho, a gente tá vendo aí esse mundo louco aí, né, se desenrolando e aí pro negócio ficar mais preocupante ainda.
[0:00]Eu estou até agora sem acreditar nessa notícia, mas é claro que a gente não pode tapar o sol com a peneira e negar a realidade.
[0:00]Vou explicar isso tudo para vocês, antes disso gostaria apenas de convidá-los para dar o like.
[0:00]Quando você dá o like a plataforma entende que você está gostando do conteúdo e continua recomendando para você.
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[0:00]pra gente poder atualizar essas loucuras que estão acontecendo no mundo. E como não poderia ficar mais estranho, a gente tá vendo aí esse mundo louco aí, né, se desenrolando e aí pro negócio ficar mais preocupante ainda. Acontece uma coisa aqui no Brasil que me deixou estarrecido. Eu estou até agora sem acreditar nessa notícia, mas é claro que a gente não pode tapar o sol com a peneira e negar a realidade. Vamos dar uma olhada, vamos ver o que realmente está acontecendo, para eu explicar para vocês que no meio dessa confusão toda que já está acontecendo no mundo de crise energética, crise alimentícia, crise de fertilizante, acontece aqui pertinho de São Paulo o negócio completamente louco. Vou explicar isso tudo para vocês, antes disso gostaria apenas de convidá-los para dar o like. Quando você dá o like a plataforma entende que você está gostando do conteúdo e continua recomendando para você. E além disso, quando você dá o like, a gente também consegue fazer a famosa palinha da arca, beleza? Então, queridos, deem um like, se inscrevam, comentem aí, pra gente poder começar essa nossa conversa de hoje. Queridos, a coisa é estranha demais, tá? Simplesmente loucura total, beleza? Loucura total que a gente está vendo, e eu vou mostrar aqui para vocês, tá? Nós temos, é, obviamente, um grande centro de pesquisa no Brasil, que é a Universidade de Campinas, a Unicamp. E foi de lá da Unicamp que surgiram umas das notícias mais loucas que a gente poderia imaginar nesse momento, né? Eu tenho um certo, é, apreço pela Unicamp, porque além de ela ser uma universidade ponta, a Unicamp ela também tem ali uma, é, um departamento de linguística muito forte, né? E o um dos professores mais importantes lá da linguística, que é o Professor Círio Pocente, ele participou da minha banca de defesa de mestrado, né? Então, é, ele é uma pessoa muito importante na análise de discurso, é, aqui no Brasil. Então, né, Unicamp, uma universidade ponta. Só que acontece, uma professora lá da Unicamp, uma das melhores universidades públicas do Brasil, ela foi detida pela Polícia Federal. E o caso chamou muita atenção porque envolveu um material muito sensível de um laboratório científico. Essa professora, ela é argentina e ela trabalha na Faculdade de Engenharia de Alimentos, que é a FEA da Unicamp, que é uma das melhores do país e da América Latina nessa área. A professora, essa professora argentina, ela é da, ela é, está entre as melhores do país e da América Latina na área de Engenharia de Alimentos. E a acusação que foi feita contra ela é de que ela teria furtado amostras de material biológico, especificamente amostras virais de um laboratório de virologia e biotecnologia do Instituto de Biologia da Universidade. De acordo com as informações divulgadas, essas amostras desapareceram no dia 13 de fevereiro, ou seja, mais de um mês atrás. A própria Unicamp, ela comunicou o sumiço dessas amostras virais e abriu uma investigação interna. Por isso, a Polícia Federal entrou no caso e no dia 23, três dias atrás, realizou buscas e o material foi encontrado em outro laboratório da própria Unicamp, outros laboratórios da própria Unicamp, aos quais a professora tinha acesso. Ela acabou sendo detida em flagrante, mas após uma audiência de custódia, a Justiça Federal concedeu a ela liberdade provisória. Ela está proibida de entrar nos laboratórios envolvidos e não pode deixar o país enquanto o caso é apurado. Obviamente, a universidade informou que está cooperando plenamente com as investigações e que mantém o sigilo aí para não atrapalhar, né, a pesquisa que está sendo feita. A Polícia Federal encaminhou o material recuperado para a análise do Ministério da Agricultura, né, com o apoio da Anvisa, que é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Até o momento as autoridades descartam, até o momento as autoridades descartam risco imediato à população ou contaminação externa. A professora ela pode responder por delitos como furto qualificado, exposição da vida ou saúde de terceiros a perigo e transporte irregular de organismo geneticamente modificado e fraude processual. Essa penúltima acusação para mim é a mais preocupante, né? Vou repetir para você ficar ligado. Transporte irregular de organismo geneticamente modificado. Puxa vida, complicado, né? Quem é essa professora? Né? Eu não vou citar o nome dela aqui, porque ainda está sendo investigado, né? Acho importante dar ali o o mérito da dúvida ainda, né? Pode ser tudo um grande mal entendido e eu tenho sinceras esperanças que isso tudo seja um grande mal entendido. Mas a professora, ela não é brasileira, ela é argentina, e ela se formou lá na Argentina em biotecnologia na Universidade Nacional de Rosário. Depois, ela veio para o Brasil e fez doutorado na Unicamp na área de Ciências, com foco em fármacos, medicamentos e insumos para a saúde. A carreira dela é voltada para pesquisa científica aplicada, antes de ela se tornar professora na Faculdade de Engenharia de Alimentos, né, onde ela atua desde o ano passado, ela trabalhou também no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, em Campinas, em projetos relacionados à engenharia de vetores virais, imunomodulação e projetos de anticorpos monoclonais para, eh, tratamento de tumores. No pós-doutorado que ela realizou lá na Unicamp, ela pesquisou, pesquisou ali, eh, entre outras coisas, testes rápidos para enfermidades aviárias, e modelos alternativos para diagnóstico e produção de produtos ali para o setor veterinário, tá? Ela também, eh, participou como pesquisadora e colaboradora do Projeto Previr, eh, do Ministério da Ciência e Tecnologia, que monitora os chamados vírus Onóticos, aqueles que podem passar dos animais para os seres humanos, neste caso, em animais silvestres. Em resumo, ela é uma pesquisadora experiente nessa área de virologia, saúde animal, né, com foco em temas ali como doenças que afetam os animais e podem vir a ter impacto na saúde humana ou na produção de alimentos, né? Ela tem um perfil acadêmico ativo ali, currículo Lattes, né, publicações na área de Ciência e Tecnologia. Agora, ela tem um esposo, e o seu esposo, ele também tá sendo investigado e também atua nessa área, tá? Ele também é alvo dessa investigação da Polícia Federal no mesmo caso, embora os detalhes ali não tenham sido divulgados, tá? O marido dela é médico veterinário e desde 2020 ele cursa doutorado em genética e biologia molecular na Unicamp. Assim como a esposa, ele atua na área científica com formação que combina veterinária e genética, campos que acabam, frequentemente, se cruzando em pesquisas sobre virologia e enfermidades infecciosas de animais, né? Eles vivem em Campinas, né, e tem a rotina deles ali ligada, a rotina ligada à universidade. Agora, eh, o marido, ele, ao que tudo indica, ele não é originário do Brasil, tá? Ele tem um nome bem diferente e o fato de ambos serem estrangeiros, eu não sei se eles são naturalizados brasileiros, mas a esposa é argentina, e o marido parece ser norte-americano. Pelo visual dele, pelo nome e pelo histórico. E aqui a gente começa a ver uma estranha conexão entre o Brasil e os Estados Unidos, ou algum tipo de conexão entre os Estados Unidos com essa história. Isso vai ficar muito mais estranho agora quando eu comentar para vocês a próxima parte dessa nossa aula de hoje. E deixa eu, nesse momento, lembrar a vocês a urgência de você dar o like, né? A gente está com 6.000 pessoas assistindo ao vivo aqui no YouTube, mas apenas 2.172 likes. Então, meus amigos, acelerem no like aí pra gente poder fazer a nossa famosa palinha da arca, beleza? Então, enquanto eu tomo um golinho de água aqui, já te peço para dar um gás aí no like pra gente poder, né, daqui a pouco fazer a nossa palinha. Então, vamos lá. Meus amigos, eh, ele tem entre 45 e 50 anos, o marido, né? Eh, parece que ele nasceu em torno de 1980, vive em Campinas, né? Ele é casado com essa argentina, professora, parece que eles têm filhos, né?

[9:16]E ambos são sócios de uma empresa de soluções de biotecnologia, atuando em pesquisa e desenvolvimento em ciências físicas e naturais. Na empresa, ele é sócio administrador. A formação dele, ele tem uma graduação em Medicina Veterinária, ele estudou ali entre 2010 e 2015 na UNIP, Universidade Paulista, e ele, o seu trabalho de conclusão de curso foi isolamento do criptocox da seiva de Eucalipto, né? Foi bolsista de iniciação, estagiário no Hospital Veterinário da instituição. Entre 2016 e 2019, ele fez um mestrado na Unicamp, no Instituto de Biologia, né? É, ele fez uma pesquisa naquela enfermidade muito perigosa, chamada Oro Pux, que está tendo novos casos aqui no Brasil, né? Então, o o trabalho dele explorou o papel dos genes na imunidade nata no controle desses arbovírus emergentes, tá? Agora, desde 2020, né, está um pouquinho atrasado aí, ele começou o seu doutorado lá na Unicamp, né, no Instituto de Biologia, virologia e biotecnologia aplicadas, Centro de Genética e Biologia molecular. E ele tem um título provisório ali do seu trabalho com o desenvolvimento de técnicas de coleta humanizada de tecidos animais para geração de modelos de estudo in vitro de vírus Onóticos. Ou seja, o cara trabalha com aqueles tipos de, eh, agentes causadores de enfermidade que saem dos animais e vão para as pessoas, né? É, agora, o que é muito esclarecedor é a sua formação anterior. Ele fez o ensino médio na American Heritage School, que eu vou te explicar aqui que é essa, esse colégio. Você vai ver que não é qualquer colégio, e ele cursou um, um, brevemente ali, Plant Genetics and Plant Breeding, né, genética de plantas na Purdue University, que é uma das mais célebres universidades públicas em nos Estados Unidos. Então, é, deixa eu explicar para vocês o que que é essa escola, né? Essa escola, primeiro, antes de entrar na escola, vou explicar a empresa, tá? Lembrando que essas amostras, é, incluíam os agentes causadores H número 1 N número 1 e H número 3 N número 2, ok?

[11:37]Guarde essa informação. Agora eu falei para vocês que eles têm uma empresa, né, que está, é, que tem relação aí com essas pesquisas genéticas também. E essa empresa, ela fica dentro da própria Unicamp, né, porque, eh, tem ali uma incubadora de empresas, né? A empresa foi fundada dia 14 de maio de 2025, uma empresa muito recente, ela tem menos de um ano de existência e só tem dois sócios. O marido, que é sócio administrador e a esposa que é sócia também. Atividade principal da empresa é pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais, com foco em biotecnologia e, eh, isso indica que a empresa atua na interface entre pesquisa científica, diagnóstico laboratorial, consulta em biossegurança e serviços veterinários agropecuários com forte viés em biotecnologia aplicada ao agronegócio. Perfeito? Então, eh, a empresa está instalada no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, que é gerido pela Inova Unicamp, um dos principais ecossistemas de inovação do Brasil, isso facilita, né, acesso a infraestrutura de laboratórios de alto nível, colaboração com pesquisadores da universidade e ambiente regulado para atividades sensíveis, como manipulação viral em níveis controlados de biossegurança. Então, a empresa parece no portfólio oficial do parque como uma das companhias de biotecnologia focada em veterinária e bioinsumos. Perfeito? É, agora, vamos entender onde é que ele estudou. Ele estudou o ensino médio na American Heritage School. É, é uma das melhores escolas privadas K12, né, que é do pré-escolar ao 12º ano, equivalente ao nosso ensino médio, dos Estados Unidos, tem foco em excelência acadêmica e inovação e preparação para universidades de elite, tá? Essa, essa escola tem duas unidades principais, de, eh, fica lá no sul da Flórida. Existe o campus lá em Broward, né, que fica em Plantation, né, que é um, é o Oeste de Fort Lauderdale, perto de Miami. E tem a Palm Beach também, tem a unidade em Palm Beach, que é a cidade ao norte de Boca Raton, ao sul de Palm Beach, né? A escola atende 3.000 alunos no total, do pré K3, né, K3, que é a criança a partir de três anos até o 12º ano. É conhecida como uma instituição que não é religiosa, inovadora de alto desempenho, com forte ênfase na, no conceito STEAM, né, que é Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, além de robótica, pesquisa científica, esportes e artes. É ranqueada entre as melhores escolas privadas e uma das melhores dos Estados Unidos em vários rankings, número um de semifinalistas do National Merit Scholarship da Flórida por 16 anos consecutivos, alta taxa de aprovação nas universidades, alunos são aceitos regularmente em Universidade de Elite, incluindo a própria Purdue University. E tem um programa forte ali em pesquisa científica, né? Então, é, a escola é de elite, perfeito? Uma escola elitizada. E a Universidade de Purdue, onde ele estudou, também é uma universidade elitizada, uma das melhores dos Estados Unidos na área de Ciência e Tecnologia. É, e, é, quando eu olhei essa história, cara, me veio na mente na hora, a questão do filme Os 12 Macacos. Alguém já viu esse filme, Os 12 Macacos? Quem já viu, coloca um. Quem nunca viu, coloca dois. Deixa eu dar uma analisada aqui. O filme Os 12 Macacos é um filme, é, de 1995, então já tem um bom tempinho. Mas é um filme muito interessante, dirigido pelo Terry Gilliam, né, que é um cara que não é bobo não. O filme tem um elenco muito bom, a gente tem ali Brad Pitt, Bruce Willis, é, Bruce Willis faz o papel do mocinho, Brad Pitt faz o papel do vilão. E o filme é uma verdadeira ficção científica sobre viagem no tempo, paranoia e um apocalipse causado por um agente viral letal, né? E existem algumas semelhanças estranhas, por quê? No filme, esse agente causador letal, que quase elimina a humanidade em 1996, ele é desenvolvido e guardado num laboratório de virologia. E o verdadeiro responsável é um assistente de laboratório, que é o Dr. Peters, que tem acesso interno a esse agente causador e o rouba para liberá-lo no mundo. Vejam aqui que estranha semelhança, né? No caso aqui da Unicamp, deixa eu só, eh, mandar, fazer um ajuste aqui, beleza? No caso da Unicamp, a gente está falando de amostras virais, incluindo H número 1 N número 1, que foram retiradas sem autorização do laboratório e transportados para outros laboratórios dentro da própria universidade. No filme, o vilão, ele tem acesso legítimo ao laboratório. Ele não entrou lá, é, não é um cara de fora que entra ali. Ele tem acesso legítimo, porque ele é funcionário assistente do pai do Jeffrey Goins, né, que é o virologista. E a suspeita inicial recai sobre um grupo ali, eh, um, um grupo de ativistas, né, que é o Army of the Twelve Monkeys, né, que é o, o pelotão dos 12 macacos. Mas o responsável real não é essa galera de fora, é alguém de dentro, ok? Então, no caso de Campinas, o principal suspeito é uma professora doutora da própria universidade que tinha acesso a esses laboratórios. Lembrando que são laboratórios ali de biotecnologia NB3, nível três, tá, que é o segundo nível mais alto que existe no planeta. E o marido dela também é um pesquisador e ambos com background em virologia, genética molecular e biotecnologia. E as autoridades, lembrando, enfatizo que o material não saiu da universidade, essa é a nossa esperança.

[18:47]Agora, no filme, o agente causador é extremamente letal e quando ele é propositalmente espalhado pelo mundo, ele, ele causa o colapso da civilização, eh, e por isso que existe um grande receio de liberação acidental ou intencional, né? Então, é estranho. No filme, a gente tem também uma mistura de investigação oficial, tem teorias mirabolantes, paranoia, dúvida sobre quem realmente é o responsável, né, se é esse grupo dos 12 macacos, mas não é o verdadeiro agente causador e tal. E no filme, o laboratório pertence a um virologista renomado e o acesso à segurança do laboratório são temas centrais aí, tratados no livro, né? No filme, perdão. No caso real aqui em Campinas, né, o incidente ocorreu em um dos principais centros de pesquisa científica do Brasil, que é a Unicamp, num laboratório com protocolos rigorosos de biossegurança. E a empresa do casal também atua nessa área.

[19:59]Então, assim, semelhanças bem estranhas entre uma coisa e a outra. Mas agora, a semelhança vai ficar mais louca ainda, porque eu vou explicar para vocês que aquele exercício de simulação de uma crise sanitária que aconteceu em outubro de 2019, ele também se parece com isso que nós estamos vendo acontecer agora. Por isso, eu gostaria de convidar vocês aqui, enquanto eu vou tomar um golinho de água para a gente continuar essa aula. Gostaria de convidar todos vocês que estão assistindo a dar o like. Quando você dá o like, a plataforma entende que você está gostando do conteúdo e continua recomendando para você. E quando você dá o like, a gente também consegue fazer a famosa palinha da arca, beleza? Então, a gente já passou de 9.000 pessoas assistindo ao vivo aqui no YouTube e estamos apenas com 4.000 pessoas, ou seja, mais da metade da galera que está assistindo não deu like. Então, acelera aí no like aí, galera, enquanto eu tomo mais um golinho de água. Agradeço muito quem está assistindo no Instagram aqui, muito obrigado.

[21:28]Meus amigos, eh, em outubro de 2019, quando começa a crise sanitária, por isso que o nome do agente causador é Convite número 19, aconteceu um evento chamado Evento 201, que foi um exercício de simulação de uma crise sanitária realizada ali pela Johns Hopkins Center for Health Security, em parceria com o Fórum Econômico Mundial, e com a fundação do tio Bill e da tia Melinda Gates, tá? Esse evento, ele trouxe uma simulação fictícia, o que os americanos chamam de Table Top Exercise, de uma crise sanitária grave, causada por um novo agente causador que tem uma coroa. Exatamente, aquele agente causador que aconteceu no mês seguinte, porque em novembro começa a crise sanitária lá, é, no dragão do Oriente. Então, isso gerou muita estranheza. Os caras fizeram uma simulação em outubro de uma crise sanitária gerada por um determinado agente causador. E logo depois, aconteceu exatamente o que eles tinham falado. É claro que muita gente falou, opa, está meio estranho isso aí. Aí você fala, Daniel, não fiquei sabendo disso não. Meus amigos, o site do evento ainda está na Johns Hopkins University, no Bloomberg School of Public Health, e você pode acessar todo o histórico desse evento estranhíssimo que aconteceu. Para quem está no YouTube, eu estou colocando o link do evento aqui para vocês da própria Universidade Johns Hopkins. Perfeito?

[23:41]E é claro que, quando esse evento aconteceu, todo mundo olhou e falou, beleza, que legal, vamos nos preparar. Mas aí, meus amigos, um mês depois aconteceu exatamente com a praticamente idêntico ao que os caras previram. Agora, a coisa mais estranha que aconteceu é que nesse evento de simulação, com essas três instituições tão poderosas, a crise sanitária, ela não começava lá no dragão do Oriente. A crise sanitária começava onde que você acha? Vou repetir a pergunta, nesse evento de simulação, na simulação, a crise sanitária começava num determinado lugar. Onde você acha que essa crise sanitária começava? Coloque tua resposta aí, que eu quero ver o quão atento você está aqui no Paranauê que a gente está estudando hoje, tá? Dutra acertou, Wellington acertou, Rodrigo acertou. Ah, está todo mundo acertando, vocês estão todos acertando aí. Beleza. Meus amigos, nessa simulação de 2019, na simulação, a crise sanitária começava no Brasil. Especificamente em fazendas de porcos, ou seja, Zoonose. No evento, essa, essa situação começava naquilo que eles chamavam de Big Farms, fazendas de porcos no Brasil. Literalmente, eles citam o Brasil como o início dessa crise sanitária. Esse agente causador, nessa simulação de 2019, ele passa dos morcegos para os porcos e depois para os fazendeiros, os seres humanos. Depois, ele se espalha para megacidades da América do Sul, a partir dos aeroportos internacionais, chegando até Portugal, Estados Unidos e Pequim, OK? No evento 201, a gente está falando de um agente causador da coroa, exatamente aquele que gerou o convite número 19, que circula primeiro nos porcos e depois e vindo dos morcegos ali. Então, o que acontece é uma transmissão silenciosa em rebanhos animais antes de pular para os seres humanos, perfeito? E no evento 201, eh, é o contato do ser humano com o animal que supostamente faria esse negócio piorar. E a simulação de 2019 destacou falhas em vigilância e biossegurança inicial, tá? Então, nesse, nessa simulação de 2019, a simulação explora um negócio que começa pequeno nas fazendas, e vai crescendo muito rápido quando a resposta é lenta, né, com transmissões em ambientes de saúde e comunidades densas, ok?

[26:59]Então, meus queridos, eu achei essa semelhança estarrecedora. Mas, essa ideia dos caras fazerem simulações e colocarem uma crise sanitária começando no Brasil, não aconteceu apenas em 2001. Aconteceu novamente em 2019, aconteceu em 2019 e depois em outubro de 2022, eles fizeram uma nova simulação. E nessa nova simulação, começava de novo no Brasil. Já fizeram duas vezes simulação de crise sanitária começando no Brasil, meus amigos. E agora eu coloco mais um link para você, exclusivamente para quem está no YouTube, beleza? Quem está no YouTube, está o link aí para vocês.

[28:00]Meus queridos, essa segunda simulação que aconteceu especificamente em Bruxelas, na Bélgica, no dia 23 de outubro de 2022, se chamou não Evento 201, mas Catastrophic Contagion, Contágio Catastrófico. E as semelhanças são gritantes, e eu vou explicar tudo para vocês aqui agora.

[28:28]No Catastrophic Contagion, a simulação descreve surtos iniciais de uma nova enfermidade infecciosa, chamada ali de, é, Enterovírus que gera um problema respiratório, em dois países da América Latina. Eles não dizem quais são os dois países, muito pelo contrário, eles inventam um nome fictício para esses países, tá? Para não ficar tão na cara, igual aconteceu na primeira vez, eles inventaram dois países fictícios chamados Nueva Esperanza, Nova Esperança, e San Rafael. Só que quando você olha no mapa, esses dois países estão na região que tem ali o Norte do Brasil, a Guiana e Venezuela, ok? Então, mais uma vez, os caras estão falando de uma crise sanitária que começa no Brasil, eles só mudaram o nome do lugar para não dar muito na cara, tá? Nesse caso, a enfermidade surge de forma misteriosa e se espalha rapidamente na região antes de se tornar global. Algumas interpretações ali, vídeos do exercício associam o ponto inicial a contextos semelhantes ao do Brasil, né? E esse patógeno é um patógeno que começa no intestino, depois gera um problema respiratório, né, que causa uma enfermidade altamente contagiosa e letal, com uma taxa de óbito muito maior do que o convite que chegou no no ano de 2019. Se espalha de forma muito rápida entre as pessoas e, especialmente, em ambientes densos e afeta desproporcionalmente, ao contrário do convite do número 19, crianças e jovens, tá? O exercício, o foco estava nessa rápida propagação a partir de um surto inicial localizado, com ênfase, né, eles estavam mostrando muito falhas de vigilância, falhas na biossegurança e falhas na resposta precoce, ou seja, é o que a gente está vendo. Um laboratório nível três, tendo uma enorme falha de segurança, porque agentes altamente letais em Campinas ficaram 40 dias desaparecidos, tá? Então, meus queridos, essa situação, esse problema, ele pode juntando tudo, é, estigmatizar o Brasil. Porque vejam só, quem inventa essas novas maneiras de lidar com a saúde, são organizações como a, aquela USAID, né, e a Fundação Rockefeller, com forte influência americana e multilateral, incluindo a ONU, ok?

[31:30]Então, é, se a gente começa a ter o Brasil como berço ou ponto comum de início de enfermidades, a gente falando de países ali com grande biodiversidade, vasta área rural, produção agropecuária intensa e rota de ave migratória, eles são naturalmente já monitorados com mais atenção. Hoje o resfriado aviário de alta patogenicidade é um exemplo clássico, né, porque circula nas aves. Se essa narrativa internacional enfatizar demais o Brasil como origem ou amplificador dessas enfermidades, o país pode ser visto como um risco sanitário e isso aconteceu historicamente com outros países com surtos, né, que saíram dali. Então, o Brasil, se começar a ficar famoso por um país que gera surtos, pode enfrentar embargo comercial, né? Os países importadores, como a Europa, a Ásia e o Oriente Médio, podem restringir ou proibir a entrada de carne de frango, ovos ou produtos brasileiros, mesmo que os casos sejam de aves silvestres ou isoladas. O Brasil, lembrando, é um dos maiores exportadores de carne de frango do mundo, uma estigma ali, então, que pode causar bilhões em perdas. A gente pode ter perda também em turismo, negócio e parceria científica. O Brasil poderia ser rotulado como país de alto risco Onótico, complicando acordos internacionais, fora a interferência externa, porque financiamento da USAID e da Rockefeller para essa vigilância pode vir com a condição de aumentar o monitoramento externo sobre o território brasileiro, reduzindo a nossa soberania com relação a decisões sobre saúde, agronegócio e narrativas que, eventualmente, associam o Brasil com novas enfermidades, podem gerar um prejuízo internacional para o brasileiro, afetando até o brasileiro no exterior ou a imagem do país em fóruns globais. Ok? Então, vejo aí mais um problema.

[33:49]Agora, é, a pesquisadora, né, que está sendo investigada aí, ela, ela escreveu algumas pesquisas e artigos que trazem ali uma certa atenção, né? Ela, eh, escreveu artigos ali que tratam do H5 número 1 altamente patogênico, com o objetivo de detecção desse agente causador em aves marinhas silvestres, né? E mostra que esse agente causador entrou no Brasil vindo de rotas migratórias, provavelmente da América do Norte, através de aves que vão longa distância, e ela aparece como coautora junto com o seu próprio marido, né? Então, é, eles pensaram nessa ideia da mortalidade aí desses, é, trazida por esses agentes causadores, tá? Os artigos que ela estudava e publicou, né, as pesquisas que ela fazia, são exatamente nesses temas que preocupam autoridades mundiais hoje, né, o resfriado aviário se espalhando pela América do Sul através dessas aves migratórias, né?

[35:21]Agora, é, um dos principais artigos da pesquisadora foi publicado na revista Emerging Infectious Disease, enfermidades infecciosas emergentes, que é editado e mantido pelo Centro de Enfermidades e Controle de Prevenção de Enfermidade dos Estados Unidos, famoso letra D, letra C, letra D, letra C, né, que é uma instituição norte-americana muito vinculada a toda a situação da crise sanitária de 2020, e que possui um escritório regional para a América Latina, exatamente em Brasília. E coordena essa cooperação em vigilância de influenza, né, zoonoses, emergências sanitárias, tá? É, existem, é, portanto, a gente descobre que há vínculos diretos do marido dessa pesquisadora com os Estados Unidos, e a gente descobre que existem vínculos diretos também, é, da própria pesquisadora com os Estados Unidos, porque ela publica artigos em parceria com uma instituição norte-americana, tá? É, isso aí, se você quiser imaginar um filme de ficção, traz enormes preocupações, né? Porque vai trazer enormes preocupações. A gente pergunta, será que existe algum interesse internacional nesse sentido? E aí a pergunta é, num cenário hipotético, quais seriam os impactos para o Brasil se uma nova crise sanitária começar exatamente aqui no Brasil, devido a esse vazamento lá em Campinas? Levando já em conta o cenário global já conturbado, devido ao conflito lá no Irã, que já gera inflação, crise logística, quebra, quebra nas cadeias produtivas, energia cara, escassa, fertilizante caro, escassa, perigo de crise energética e alimentar, recessão global. O que é que aconteceria no Brasil se no meio dessa encrenca toda que o mundo já está vivendo, nós tivéssemos uma crise sanitária começando por aqui, meus amigos. Você, inicialmente, claro, vai pensar em como proteger a sua saúde e a dos seus filhos. Mas você deveria também pensar em como proteger a sua própria fonte de renda. Se uma crise sanitária começa no Brasil agora, nesse exato momento, em que os Estados Unidos estão brigando com o Brasil, estão querendo sugar todos os nossos recursos naturais, eles poderiam usar isso como um argumento para nos jogar no buraco e assumir totalmente o controle do nosso país. O que aconteceria nesse caso e o que a gente poderia fazer para proteger a nossa vida e a dos nossos filhos, a nossa renda e a nossa independência? Meus amigos, eu quero te dar uma aula especial sobre isso lá na arca. Lá na arca, hoje, além de eu te falar o que que ia acontecer e a única coisa que sobrou para se proteger disso, eu vou também abrir para perguntas e respostas, a gente vai ter um bate-papo maravilhoso ao vivo, onde eu vou responder ao vivo perguntas de vocês, né? Então, meus queridos, nesse momento, você que tem filho e você que entendeu o tamanho do problema que já está acontecendo no mundo, e você que não quer perder nem a sua vida, mas também não perder o se, sua renda, eu quero te convidar agora para você vir fazer parte de uma comunidade de pessoas que já está se preparando para ser resilientes em cenários como esse. Então, nesse momento, eu gostaria de convidar você para vir fazer parte desse grupo de pessoas que não quer ser pego de surpresa, muito pelo contrário, quer estar completamente preparado, realizando aquela estratégia do seguro. Qual é a estratégia do seguro? Espero o melhor, mas prepare-se para o pior. Um grupo de pessoas que espera o melhor, mas já está se preparando para o melhor, com as melhores análises, as melhores estratégias. Eu convido você agora a, a vir estar conosco lá na arca. Aí você fala, a arca é um curso? Não. A arca é mais do que um curso, a arca é uma comunidade de pessoas. A arca tem 25 cursos já gravados. A arca tem um e-book de 330 páginas disponível para você, e a arca tem 500 aulas já gravadas e aula ao vivo de segunda a sexta. Então, você vai ter acesso a mim e a todos os estudos aí que eu trago para você. Lembrando que eu já fui instrutor do curso avançado de operação psicológica no exército brasileiro, tenho três graduações, tenho, eh, graduação em licenciatura em letras, tenho, eh, bacharel em jornalismo, bacharel em teologia, mestrado em linguística na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, doutorado em linguística na Universidade do Federal Fluminense, né? Analista de político aí, na verdade, tendo previsto várias das coisas que estão acontecendo e continuo prevendo para você que vai ter equipamento nuclear lá no território iraniano e vai ter uma nova crise sanitária logo depois. Então, meus amigos, eu estou continuando alertando vocês sobre as coisas que estão chegando e te ajudando a se preparar. Mas, as aulas sobre te ajudar a se preparar são dentro da arca. Eu estou indo lá agora dizer o que que eu e a comunidade da arca estamos já estudando e fazendo para nos preparar para uma confusão dessa, caso ela aconteça, tá bom? Aproveite a promoção que eu estou segurando aqui só no mês de março, você pode fazer parte da arca, eh, fazendo a sua, eh, assinatura anual à vista. Se você fizer sua assinatura anual à vista, você terá R$ 198 de desconto para você participar de um grupo de pessoas que estudam profundamente como se proteger materialmente, financeiramente e proteger as suas famílias, os filhos, o futuro, a renda e o patrimônio. Está tudo lá dentro da arca, e agora eu vou dar essa explicação, mas o perguntas e respostas ao vivo agora na arca. O link para você assinar está em, no chat, para quem está no YouTube, está fixo no topo do chat, está aqui embaixo do vídeo, no primeiro comentário fixo para quem está no Instagram, o link para você vir fazer parte dessa comunidade, excelente para períodos como esse. O link está na descrição do meu perfil. Vamos lá, forte abraço para vocês. Fiquem com Deus, examinem todas as coisas, retém o que é bom. É melhor se preparar antes.

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