[0:00]Existe uma armadilha no mercado de serviços, que é a seguinte: Quanto mais clientes tu adquire, quanto maior o negócio fica, mais difícil é sustentar esse crescimento. Porque afinal de contas, agora o giro comercial é maior. São mais reuniões, mais clientes, mais projetos para fechar e aí tu fecha um projeto, já tem outro terminando que precisa entrar no pipe de novo. Esse processo cansa, mas principalmente, além de cansativo, ele não escala. E assim, mesmo que talvez tu já tenha conseguido contratar pessoas para tirar de ti parte da prestação do serviço, é muito provável que a prospecção ainda dependa de ti. E essa conta não bate, um giro comercial cada vez maior e uma pessoa tendo que sustentar esse giro comercial. Não dá. Tu já não tem mais o tempo necessário para fazer o volume de prospecção que o negócio exige e precisa para continuar crescendo. Aí é por isso que nesse vídeo a minha função aqui é mostrar uma forma de escalar a receita, mas um sem precisar contratar. Dois, sem depender de prospecção ativa, três, sem precisar de audiência prévia nas redes sociais e até sem virar refém de ter que ficar criando conteúdo, embora em uma larga medida isso vá ser necessário, tá? E para quem essa altura tá sentindo o cheirinho de, hum, tá né, parece que começa fácil demais, né? É o alerta anti-gurú ali começou a piscar, eu teria essa suspeição também, mas eu já vou avisando. O Eduled Growth, que eu vou apresentar para vocês, ele não é mais um desses métodos. Nem mesmo foi inventado por mim. Ele se baseia no modelo de aquisição reconhecido, que é o Education Left Growth. Que é o modelo, aliás, que cada vez mais não tem como a gente se dar o luxo de não dominar. E para começar a fazer isso, vamos entender porquê essencialmente é tão difícil escalar serviço e aí a gente entende como o Education Left Growth resolve esse problema, tá? Primeira coisa, no início, conquistar o alguns clientes, vamos ser sincero, não é tão difícil, né? Se tu tiver uma rede de relacionamento mais ou menos forte, um serviço bem montado para qual o mercado tem demanda e disposição a tomar alguns cafés e fazer uns post de link, suficiente para tirar o negócio do chão. O problema é que o teto disso é muito baixo. E se tu quiser ir além, dar um passo, transformar a empresa, começar a crescer, começar a escalar, começar a botar dinheiro de verdade para dentro, tu vai precisar começar a rodar uma operação, tanto de prestação de serviço quanto uma operação comercial. Mas tu vai tirar tempo da onde para fazer isso? A final de contas, quando tu começa a crescer, tu tá acumulando É uma coisa, é tudo que vende, é tudo que presta serviço, é tudo que faz o financeiro, faz a operação, e mesmo que tu vá distribuindo parte disso, ainda tá muito nesse todo. E aí, cara, tu não tem todo o tempo que tu gostaria para produzir conteúdo, a tua agenda já tá cheia de col, tu não consegue equilibrar, prestar o serviço com vender. Só que ao mesmo tempo, quando tu pensa em sair disso, tu não tem segurança de vou contratar a gente para fazer a prospecção por mim. Tu não tem previsibilidade do sucesso dessa galera. E de fato, raramente ele replica o sucesso do fundador vendendo. E aí, como não tem ninguém que faz essa função, acaba caindo para ti, essa corrida que nunca termina de reposição de projeto. E assim, não só é difícil sair disso como é cansativo e muitas vezes começa a drear não só a saúde do negócio, mas a saúde do próprio fundador que tá lá atuando, começa a questionar se vale a pena continuar fazendo o que tá fazendo. Então vamos quebrar esse problema. Por que que acontece? Por que que essa situação se constrói? O que acontece que a maioria dos prestadores ou empresas trava em uma de duas dimensões. Primeiro, a dimensão operacional, ou seja, conseguir que a prestação do serviço não dependa mais tanto de ti. E isso é necessário por quê? Para te liberar tempo para poder vender. No primeiro nível, como é que se resolve isso? Contrata. Contrata processualiza, treina e põe para fazer a prestação de serviço, fica na função de supervisor. Num segundo nível indo mais além, isso caso a natureza do serviço permita, tu pode produtificar esse serviço ou parte desse serviço, tu cria um SAS, por exemplo, ou ferramentas que fazem o que antes tu fazia. Em ambos casos, o que tu tá fazendo é terceirizando de ti a prestação do serviço, seja para um funcionário, seja para um produto. Só que aí vem uma segunda dimensão, segundo vetor, que é o vetor comercial. Porque assim, mesmo que tu tenha tido o mérito de reduzir a tua dependência e o teu papel na prestação do serviço, eu aposto em Teve muito mais dificuldade de fazer isso na via comercial. Em teoria, a galera fala da máquina de vendas, né? Tu contrata um SR, tu alinhar a SP, a linha processo, a linha discurso e pit e bora a pé no acelerador do Outbound. Só que isso não é teoria. Qual é o problema disso? Que na prática raramente funciona e tem motivos para não funcionar. Acontece que para vender serviço, na maior parte das vezes, tu precisas de demonstrar autoridade, demonstrar expertise, demonstrar domínio técnico, porque são essas coisas que faz converte. Só que a gente a pergunta é E quem é que tem essas coisas para oferecer para um prospe, para um líder no processo comercial? É tu, é o dono, é o founder. E é por isso que a prospecção fica dependente de ti e tu vir um gargalo dela. Beleza, mas onde é que tá o problema? Ou melhor, como é que eu saio disso? O lance é que o problema não tá na prospecção ativa em si. Tá no modelo de aquisição que tu construiu, que é baseado nela. Então assim, não é que tu tá fazendo errado. Provavelmente tu até seja um bom vendedor, roda prospecção ativa muito bem, tanto que é difícil tirar de ti, porque tu faz bem e os outros não fazem tão bem quanto tu. O problema não é esse, o problema é que tu tem o modelo de aquisição é Então, tá tentando jogar um jogo que é difícil de jogar. Então basicamente, você tá tentando fazer escalar esforço, como é que, né? Eu otimizo essas minhas várias horas, em vez de mudar o modelo. E aí deixa eu ilustrar esse papo todo com o exemplo pessoal, tá. Eu sou empreendedor, eu fundei a Tag Livro 2014, 10 anos depois, eh, saí dela. Saí da operação, vendi minha participação, só que nesse momento não tinha certeza exatamente do que eu faria. E aí eu fiz o que muita gente faz nesse momento. Vou prestar serviço. E assim, no início foi ótimo, trabalhei menos, ganhei mais e me senti mais leve. A final de contas eu não tinha mais meta, eu não tinha mais operação para tocar, eu não tinha mais um time enorme para gerenciar. Era eu, meus clientes e a gente se resolvia e, ah, que beleza, era muito bom. Mas obviamente, né, tudo passa, chega um momento que o lifestyle tava legal, mas eu queria dar passos, eu queria escalar, eu queria transformar isso num ativo. E aí eu percebi, o óbvio que eu já sabia, mas eu vivi na PL, que assim, aqueles primeiros clientes, eles vieram todos de relacionamento, post no LinkedIn que eu fiz, que eu tava saindo da empresa, a galera avisando: "Ó, Artur, viu, o que que será que ele tá fazendo?" Viam falar comigo, ia para os cafés e ia para uma palestra ou outra, e aí quando eu vi os clientes estavam chegando. Então foi muito bom porque inclusive eu não precisei fazer prospecção ativa nesse momento. Mas eu sabia que isso não ia durar muito tempo, então se algum dia eu quisesse de fato sair desse lifestyle business, né, trabalhando médio, ganhando bem, mas não grande coisa também, ficar nisso, eu ia precisar escalar. E para escalar eu precisava, eu precisaria fazer prospecção ativa. Só que eu não queria fazer isso, não é meu estilo, não é meu desejo, eu não enviei prestação de serviço para ter que ser esse cara. Então eu decidi mudar um pouquinho as regras do jogo e usar o que eu já conhecia de outras alternativas de marketing, que eu já vi funcionando, para mudar meu modelo de aquisição e vender serviço de uma forma um pouco diferente. Primeiro eu tomei uma decisão que no curto prazo parecia insensata, eu simplesmente parei de prestar serviço. Continuei com alguns dos clientes mais antigos que eu tinha, mas parei de colocar novos para dentro. Minha receita com serviço dropou, caiu pra menos de 90.000 em 2024, que foi o período que eu decidi fazer isso. Por que que eu fiz isso? Porque que eu aceitei esse tombo enorme de receita? Porque eu queria limpar a minha agenda e eu queria ter tempo para desenvolver um próximo projeto. Esse próximo projeto se chamou Full Stack Marketing. E foi o meu curso, um curso online gravado para profissionais de marketing e donos de negócio. Aí eu fiquei 2024 inteiro fazendo ele, operacionalizando, testando, etc. Na virada do ano, exatamente, no dia 1º de janeiro de 2025, eu terminei ele e lancei oficialmente. A partir daí a história já foi outra. Aí no ano de 2025, aquela linha de serviços que em 2024 tinha sido 90.000, subiu para R$ 325.000. Mas mais importante não é o faturamento em si. Foi o fato de que nenhum desses clientes veio através de 100% foram vendidos ou para alunos do meu curso ou como consequência do meu processo de produção de conteúdo para vender o curso. Tem uma outra boa notícia. Esses 325.000 foi só a receita da linha de serviço, porque teve a receita do próprio curso que eu passei a vender, que foi R$ 900.000 naquele ano. Então minha operação no total fechou em 1.2, mais ou menos milhão de reais em 2025. Não é um número astronómico, eu sei, mas se tu for considerar que foi um primeiro ano de operação e que eu fiz tudo isso praticamente sozinho, não deixa de ser uma uma validação da tese. E o que que mudou? Não foi disciplina, não foi consistência de produção de conteúdo, não foi, inclusive, não foi nada consistente na produção de conteúdo, não foi dedicar mais horas, não foi otimizar a minha prespecção ativa, né? Nem fiz prespecção ativa. Foi o modelo, a forma como eu decidi vender serviço mudou. Daí o que que foi isso? Foi muito simples. Em vez de correr atras de leads para o meu serviço, eu criei um curso que me serviu de topo de funil e ele próprio atraiu, captou e qualificou os leads para o meu serviço. E melhor, eu ganhei dinheiro para fazer isso. Isso, galera, isso é Education Lead Growth. E o segredo de es modelo, ao contrário do que alguns pensam, não tá só na ideia de educar o cliente. Educar o cliente é óbvio, todo mundo faz, todo mundo sabe há muito tempo. O segredo tá em inverter a lógica comercial, mudar a forma como eu decido educar esse cliente. Porque assim, no modelo tradicional, tu gasta dinheiro para captar qualificar, ele faz parte do processo comercial. No Education Law Growth, tu ganha dinheiro para captar qualificar, porque tu transforma aquele conhecimento que ela educação em produto e vende, é mais ou menos como se, em vez de tu saísse para pescar em mar aberto, tu construísse uma piscininha na qual tu fosse traindo os teus peixes e aquela fosse teu, teu pesque pago privado que tu pode ir pescar. E tu ainda cobra a entrada dos peixes para eles entrarem na piscina. E assim, esse é um modelo que tá vivendo um momento de afervescência, por conta de uma conjuntura específica que a gente tá vivendo e o mercado tá percebendo. O que é que acontece? De um lado, tem mercado de educação. Esse mercado de educação enfrenta custo de aquisição cada vez maiores. E uma pressão, portanto, para extrair mais valor de cada aluno, cobrar mais, criar mais cursos, extrair mais valores, se não a conta não bate. Do outro lado, a gente tem as empresas de serviço e elas esbarram num teto, que é E eu consigo prospectar os leads mais quentes de fundo de funil, mas eu não consigo subir e escalar essa minha receita e essa minha operação comercial. Então, vocês percebem o que tá acontecendo, junta-se as duas partes de um lado, eu tenho uma educação que escala comercialmente, mas não monetiza tão bem. E do outro eu tenho um serviço que monetiza bem, mas não escala também comercialmente. O mercado percebeu isso e começou a fazer tentativas de juntar esses modelos. Porque assim, dá para vender só o curso? Dá. Dá para vender só o serviço? Dá também. O problema é que sozinhos eles são muito mais fracos. E juntos se tu conseguires e juntar eles no modelo Education Leadership Growth, eles viram uma máquina de aquisição. E essa máquina é forte, por quê? Porque ela funciona da seguinte forma. Um, os produtos digitais conseguem alcançar o topo do funil e assim escalam o processo comercial. Como cada aluno desses produtos digitais é também um lead do teu serviço, na prática, tu ganhou dinheiro para conseguir um lead. E como tu tens serviços para oferecer, tu consegue monetizar muito melhor essa base de alunos, agora leads que tu tá adquirindo, porque tu tem mais coisas para vender para eles. E aí o que é que acontece? Não quero entrar em questões técnicas ainda, mas a tua relação LTV sobre crack explode e tu consegue escalar muito mais, porque tu domina os canais de aquisição e a conta bate. E aí, checkmate, modelo Education Ladder Growth em alta performance. E a beleza desse modelo, que ele é bem polivalente, então a gente pode aplicar ele para qualquer segmento, desde que o teu público queira aprender algo que tu tenha para ensinar para ele. Onde isso fica mais evidente, mais claro, no mercado de serviços, serviços de SA. Afinal, o serviço é essencialmente a terceirização de algo que o cliente se tivesse conhecimento, poderia fazer ele próprio. Ele poderia fazer gestão financeira ou ele contratou o IPO, ele poderia aprender a emagrecer ou ele conta a um programa nutricional, ele poderia aprender a investir, ou ele conta a um assessor financeiro. Ou seja, a lógica é a seguinte, na educação eu te ensino a fazer no serviço eu faço por ti. E é justamente nessa sinergia que reside a grande força do modelo, porque daí o excel de um para o outro é óbvio, é uma consequência natural, não é uma força de barra. Inclusive, a gente falou de mercado financeiro, se tu for olhar para as grandes casas de investimento, de gestão de patrimônio hoje, várias delas estruturando braços de educação como porta de entrada, inclusive, talvez a precursora foi a XP, 2000 e pouco, eu fui , acho que em 2009, eu fiz um curso de renda variável, na CS.
[11:06]Eles usavam os cursos para atrair a educadora galera para depois colocar seu dinheiro lá. E aí depois vieram as várias empresas já nativas digitais, né? Então a gente teve lá o primo rico, Suno, Clube do Valor, North, e essencialmente a logística é mesma, o cor desses negócios, não é vender curso, o cor é fazer gestão de património, a captar dinheiro. Só que elas entenderam que a educação é uma forma muito eficiente de atrair qualificar as pessoas que têm esse dinheiro para portar. Mas assim, isso obviamente não é exclusivo do mercado financeiro, vale para SASB, inclusive, acho que talvez um dos maiores exemplos aqui é o RD station, né? Até hoje, acho que o RD Summit, se eu não me engano, acontece. Funciona também para prestadores autónomos, meu caso, né? Dei meu exemplo, agência de marketing, consultoria, clínica de saúde, enfim, qualquer negócio cujo serviço seja sustentado por um conhecimento que o público queira aprender. Então o que une todos esses casos não é o segmento, né, o setor, é o modelo de aquisição. É a ideia de conseguir monetizar o conhecimento antes de vender o serviço, ou seja, antes de vender a aplicação desse conhecimento como serviço, como produto. E aí um grande lance do momento que a gente tá vivendo aqui hoje em dia com o digital, esse virou um jogo não só super escalável, pensa antes a XP tinha que abrir turmas e turmas e vender essas turmas e lutar as salas, agora isso aqui entra num outro nível, como também de baixo risco. A final de contas, como o meu próprio exemplo mostra, eu consegui rodar tudo isso basicamente sozinho. Então não precisa muito mais que isso para escolher resultados com essa estratégia, desde, obviamente que tu tenha os conhecimentos e saiba o que fazer, porque senão é muito fácil errar a mão e muita gente errar a mão. Aí vai lá e faz uns e acha que vai dar certo, não vai. Criar um produto digital no final de semana e põe para vender, não vai vender. Ou na verdade até vende, mas aí não gerar o sel. Afinal de contas, uma coisa é vender serviço, outra coisa é vender produto digital. E mais, vender batendo a conta. E mais, vender batendo a conta e gerando o sel. É para te ajudar a passar por esse processo, passar por esses desafios e fazer isso tudo, implementar esse modelo do jeito certo. Sobre esse curso, esse é um curso único, tá? Hoje em dia não tem mais ninguém fazendo isso, menos ainda de uma forma estruturada. O que que tem? Tem que falha de conteúdo, tem que falha de educação, tem que falha de produto digital, tem que falha de processo comercial. Agora, juntar e combinar todas essas coisas, para estruturar uma forma de implementar esse modelo de aquisição, nisso, aqui o Edullet Growth é pioneiro e único. E assim, o que possibilitou isso foi uma espécie de acaso, inclusive, uma união de algumas experiências que eu tive ao longo da minha vida. Primeiro, a minha experiência com o Digital, então eu como um info produtor, o vendedor de produtos de educação e cursos, né? O vendedor de cursos aí da internet. Eu como prestador de serviços, consultor, se é Moza Service, que foi o que eu me dediquei desde que eu saí do meu negócio e a minha experiência como empreendedor, escalando até a experiência literária, tirando ela do zero, assim quais 50 milhões ano de faturamento, entendendo como é que é o jogo corporativo e o jogo de transformar tudo isso em empresas, em ativos e não só fazer uma transação online, ganha um dinheiro dele, né? A gente quer construir negócios. E aí é o overlap dessas experiências que me deu um ponto de vista e a possibilidade de conectar todos esses pontos. E aí eu peguei tudo isso, juntei com um pouco de didática e capacidade de comunicação aqui, para compo e traduzir tudo isso num curso que seja acionável, prático e direcionador para vocês. E o que que vocês vão ver aqui? Vocês vão entender de estratégia, que é o conceito geral de do Led Growth, para quê? Para entender, faz sentido para o meu negócio, quero que vocês saibam avaliar, entendam o modelo, saibam falar sobre ele, saibam entender se faz sentido para o caso de vocês e qualquer outro caso que vocês vão vão esbarrar daqui para frente. Segundo produto, porque muita gente não domina arte de de criar produtos digitais e qual é o produto que vai fazer sentido para mim, para o meu nicho, para o meu contexto. Eu vou ajudar vocês a descobrir isso. Terceiro, conteúdo, e aqui a gente já começa em estratégia de marketing. O que é que de fato eu vou precisar fazer em termos de criação de conteúdo? Até onde eu vou, eu vou precisar virar influência? Não, mas como é que eu vou ajustar a minha pata? Eu preciso trazer alguém, né? Como é que vai mudar a minha rotina para eu, se eu quiser fazer com que isso dê certo? Além de conteúdo, mídia paga, quais devem ser os anúncios, como, com que orçamento, o que é que precisa para tirar os edes do chão e usar eles para dar escala e fazer eles baterem a conta. Depois estratégia de tombamento. O que é que é tombamento? Não adianta só vender o curso, depois vender serviço e não ter a relação entre eles, são só duas BA separadas. Como é que eu faço essas duas coisas se relacionarem e os cursos de fato me trazereem clientes para o serviço. Como é que eu faço esse excel? Estágios de excel que a gente vai tratar aqui. Também como montar essa operação, ou seja, o que é que eu preciso para isso para eu tirar isso aqui do chão? Eu sozinho, basta? Não, eu não. Quem que eu tenho que contratar? Que tempo eu preciso para operacionalizar isso? Então a terrisar todas essas coisas para dar um caminho mais prático. Tudo isso para quê? Tudo isso para que ao final do curso, tu consigas ter domínio não só só do conceito, da estratégia do LED growth no teórico, mas também domina e conheça um playbook prático de como implementar isso. Com boas práticas, caminho e direcionamento operacional. Para quê? Não para ganhar dinheiro na internet, não para virar um infoproduto, mas para usar a educação, produtos digitais como porta de entrada e topo de funil para escalar aquisição de clientes pro teu negócio. Então, se tu for consultor, agência de marketing, empresa de serviços, SAS, e quiser dominar a arte de escalar receita através de produtos digitais, então o Eduled Growth foi feito para ti. Então aproveita, essa é inclusive uma ótima hora. Aproveitar enquanto esse modelo ainda não virou, não virou padrão de mercado e as oportunidades ainda são muitas para quem aprender isso cedo e conseguir implementar o modelo. Eduled Growth tá aqui para te ajudar nesse processo.



