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Psicologia, uma introdução ao estudo de psicologia. - CAP 1, 2 e 3

Filipe Bispo

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[0:30]Neste vídeo, abordaremos os capítulos 1, 2 e 3 do livro Psicologias, Uma Introdução ao Estudo de Psicologia, dos autores Ana Mercedes Bahia Bock, Odair Furtado e Maria de Lourdes Trasse Teixeira.
[1:04]O capítulo um, a psicologia ou as psicologias, aborda a ciência e o senso comum.
[1:04]As áreas do conhecimento, a psicologia científica e a psicologia e o misticismo.
[1:27]O senso comum é uma experiência inerente ao homem, o conhecimento empírico que tenta nos levar à compreensão do mundo por meio de experiências acumuladas através de gerações.
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[0:30]Neste vídeo, abordaremos os capítulos 1, 2 e 3 do livro Psicologias, Uma Introdução ao Estudo de Psicologia, dos autores Ana Mercedes Bahia Bock, Odair Furtado e Maria de Lourdes Trasse Teixeira. A temática do capítulo um é a psicologia ou as psicologias. O capítulo dois, a evolução da ciência psicológica. Capítulo três, Berharismo.

[1:04]O capítulo um, a psicologia ou as psicologias, aborda a ciência e o senso comum. As áreas do conhecimento, a psicologia científica e a psicologia e o misticismo.

[1:27]O senso comum é uma experiência inerente ao homem, o conhecimento empírico que tenta nos levar à compreensão do mundo por meio de experiências acumuladas através de gerações. Ele faz a apropriação do conhecimento de diversas áreas do saber humano. Essa série de conhecimentos acumulados e usados por nós, culminam em uma visão de mundo, que se desenvolve à medida em que vamos assimilando conhecimentos diversificados sobre inúmeras áreas. Para dessa maneira, podermos interpretar o mundo à nossa volta.

[2:04]O senso comum se apropriou de termos da psicologia que acabamos por usar em nosso cotidiano, como ficar neurótico, você é bipolar, garoto histérica, rapaz complexado. Termos estes que mesmo sendo utilizados fora do seu conceito científico, são facilmente interpretados por todos. O senso comum, ainda que prosaico e paradoxal, é bastante relevante para o desenvolvimento da sociedade. Embora ele seja oriundo muitas vezes apenas de boato, superstições, tradições, costumes e preconceitos arraigados, tem o mérito de fazer surgir em nós a dúvida, o questionamento, o espanto, o incômodo e a inquietação.

[2:44]Que, via de regra, desencadeia todo o processo cognitivo.

[2:53]O desenvolvimento cognitivo do homem segue um padrão muito parecido com a evolução do conhecimento. Os esquemas sociais são a representação esquemática de todo o conhecimento prático, linguístico, conceitual, social, religioso, político e científico acumulado pelo homem ao longo de sua história.

[3:16]Esses conhecimentos podem ser considerados uma estrutura de esquemas, na medida que são uma organização altamente elaborada de conhecimentos, desde dados básicos até teorias muito complexas. O ser humano está constantemente aperfeiçoando o seu conhecimento, porém para alcançar o patamar em que se encontra hoje, foi necessário muito estudo e reflexão sobre os mais variados assuntos. Inicialmente, ele buscava somente soluções imediatas para os seus problemas cotidianos. Não existia preocupação com a razão, com o porquê das coisas.

[3:55]Entretanto, com o passar do tempo, não satisfaziam mais essas respostas imediatas. E buscaram solucionar os problemas de modo a entender as causas dos fenômenos de forma clara, iniciando assim pesquisas de modo a dominá-las e compreendê-las. Entendendo finalmente suas causas e de modo a encontrar a solução mais eficiente e racional.

[4:20]O conhecimento científico se tornou intrínseco ao cotidiano. Ele é produzido por uma investigação científica, através de métodos ou procedimentos que buscam soluções para os problemas de ordem prática da vida diária. Por meio de explicações sistemáticas, organizadas, que possam ser testadas, verificadas e criticadas, através de dados obtidos pela pesquisa ou estudo. É do cotidiano que são extraídas as questões reais que norteiam o conhecimento científico. Esse conhecimento traduz-se como uma série de conhecimentos sobre a realidade, adquiridos com objeto de estudo específico, linguagem rigorosa, métodos e técnicas específicas, processo cumulativo do conhecimento e objetividade. As diferenças entre senso comum e ciência são que no senso comum o conhecimento se dá por meio da observação ocasional, sem necessidade de uma comprovação científica e permanece por meio de dogmas que não se utilizam da lógica ou razão. Foi um acúmulo de experiências que produziram determinado resultado e foi passada hereditariamente, enquanto a ciência é objetiva, racional, experimental e pautada em fatos.

[5:44]Psicologia refere-se ao estudo científico dos processos mentais e comportamentais do ser humano. Por outro lado, o senso comum refere-se ao bom senso na prática clínica. Como podemos ver, a diferença fundamental entre a psicologia e o senso comum decorre de sua fonte de conhecimento. Enquanto a psicologia baseia-se na ciência, compreensão teórica e pesquisas, o senso comum baseia-se na experiência e no raciocínio.

[6:22]A psicologia tem como objeto de estudo o homem e suas interações. Seu comportamento, seu inconsciente e sua consciência. Dentro da subjetividade que há no modo de ser de cada um. Porém, a psicologia não é considerada totalmente científica, pois o pesquisador, ao mesmo tempo em que pesquisa, ele também está inserido em sua própria pesquisa, agregando a ela seus pensamentos e emoções.

[6:56]A diversidade de objetos da psicologia é explicada pelo fato de ela ter se constituído como área do conhecimento científico, só recentemente, no final do século XIX. A despeito de existir há muito tempo na filosofia enquanto preocupação humana. Esse fato é importante, já que a ciência se caracteriza pela exatidão de sua construção teórica. E quando uma ciência é muito nova, ela não teve tempo ainda de apresentar teorias acabadas e definitivas, que permitam determinar com maior precisão o seu objeto de estudo. Um outro motivo que contribui para dificultar uma clara compreensão do estudo da psicologia, é o fato de o cientista pesquisador confundir-se com o objeto a ser pesquisado. Essa diversidade de objetos justifica-se porque os fenômenos psicológicos são tão diversos que não podem ser acessíveis ao mesmo nível de observação, e, portanto, não podem ser sujeitos aos mesmos padrões de descrição, medida, controle e interpretação. A subjetividade é uma síntese regular e individual de cada um de nós. São as ideias construídas pelo indivíduo a partir de suas vivências, formação biológica, conhecimentos que se dá conforme o nosso desenvolvimento social. Essa subjetividade está em constante construção e pode ser modificada. A fim de encontrar algumas respostas ainda desconhecidas, alguns psicólogos acabam enveredando em outros campos do saber humano. Como, por exemplo, no tarô, na astrologia, dentre outras práticas místicas. Estas não são práticas da psicologia, pois não são construídas no campo da ciência, a partir de método e princípios científicos. Além de estarem em oposição aos princípios da psicologia, que vem não só o homem como um ser autônomo, que se desenvolve e se constitui a partir de sua relação com o mundo social e cultural, mas também o homem sem destino pronto, que constrói seu futuro ao agir sobre o mundo. Enquanto isso, as práticas místicas têm pressupostos opostos, pois nelas há a concepção de destino, da existência de forças que não estão no campo do humano e do mundo material.

[9:39]Capítulo dois, a evolução da ciência psicológica. Com base em algumas perguntas feitas no próprio livro, que foi tomado como base para fazer esse vídeo, eh, iremos estar explanando os tais assuntos, como

[10:09]O que vem a ser a psicologia? Segundo a sua definição, temos Psiché, que provido do grego antigo, essa palavra denomina e representa a personificação grega e divina da alma. Seu mito é narrado no conto O Asno de Ouro, e sua mitologia é uma alegoria ao que concebemos por alma humana, purificada por graças e desgraças para que depois desfrute da alegria e beleza plena. É representada por uma bela donzela com asas de borboleta, que talvez seja uma abstração à evolução ao fato de passar pelo estado de lagarta e evoluir a borboleta. Logos, também provido do grego, e pode ser transcrito como, significado ou palavra falada, mais tarde, tornada verbo e passa a significar: Razão, não só o ato de racionalizar de forma humana, mas todo um âmbito cósmico da verdade. Então, temos Psiqué e Logos, que forma a palavra psicologia. Portanto, a psicologia, ela vem a significar grosseiramente a razão da alma, ou melhor dizendo, o estudo da alma, vale dizer que a alma atém-se ao conceito de essência mental e pessoal de cada mente de cada indivíduo, ao invés do significado etéreo e exotérico que temos da palavra. A psicologia estuda o funcionamento e formações das idiossincrasias humanas, tais como emoções, traumas, habilidades, comportamentos e todos os atos observáveis humanos. É recentemente reconhecida como ciência e assim como as demais, possui enésimas especializações e ramificações, assim como qualquer outro tipo de ciência.

[11:48]Temos os primeiros alicerces da psicologia, que surgiu na Grécia, e não só etimologicamente, mas o berço também foi na Grécia. Através de Aristóteles, Platão e Sócrates. Que durante essa época de ouro da Grécia, digamos assim, tem, tinham esses homens em que se preocupavam com as questões pessoais do ser, as questões interiores do do homem. Temos no início Sócrates, em que deu o pontapé inicial para a organização de algo imaterial e interior que separasse o homem dos demais animais. Algo esse que fora chamado a razão, ou seja, a capacidade de pensar e não tomar decisões com base em instintos. Logo depois, temos o seu discípulo, Platão, que definiu a cabeça como o recipiente dessa alma humana e a medula, como conexão dessa alma para com o corpo, e essa ligação era necessária, já que a alma era algo visto como não perecível, contrário ao corpo. O próximo passo foi dado por Aristóteles, que por sua vez foi discípulo de Platão, que seguiu e postulou que alma e corpo são indissociáveis e catalogou um tipo de evolução para cada tipo de alma de cada espécie. Logo após, temos a psicologia romana.

[13:19]Em que durante a ascensão do Império que dominou boa parte do Oriente Médio e Europa, os romanos, ao início da era cristã, tiveram grande importância para os avanços da psicologia, e como estavam no início da era cristã e a igreja detinha o conhecimento, inclusive do psiquismo, houveram fontes católicas como São Agostinho, que tinha uma visão platônica sobre a alma e completava a alma como um toque divino ao homem, como sua alma exercesse o papel de conexão com Deus. Por outro lado, estava São Tomás de Aquino, que bebia de influências aristotélicas, e buscava questões mais racionais e profundas, como essência e existência, através da psique.

[13:58]Logo após, temos a psicologia renascentista. Em que a ciência e o pensamento racional começa a se expandir, Galileu, Copérnico, São Giordano de Bruno, começam a questionar dogmas astrológicos geocêntricos. Descartes, ele chega à conclusão da separação da mente, alma e corpo, afirmando que o corpo sem alma é apenas uma máquina orgânica sem funcionamento, diminuindo a resistência dos estudos cadavéricos e abrindo portas para as ciências da saúde e biológicas. Com esses avanços, a psicologia, assim como muitas outras áreas, saem da abstração e partem para um caminho científico. Então, é, a psicologia e a ciência, o que vem a ser a ciência para psicologia? Chega o século XIX, a revolução industrial eclode, a ciência está a todo o vapor. Dogmas foram questionados, Darwin enterra o antropocentrismo, Hegel nos mostra a importância da história, com o capitalismo surge uma nova onda econômica, e a psicologia, que era apenas investigada por filósofos, passa a ser problema das ciências biológicas também, como uma intersecção, com os avanços da compreensão do funcionamento nervoso, ficou fácil ou pelo menos possível analogar a ele, sensações, comportamentos, estímulos e reações. Com o auxílio da neurociência e fisiologia, a psicologia trilha seu rumo ao reconhecimento da comunidade científica.

[15:27]Então, com isso aí, tivemos as escolas de estudo da psicologia, em que temos funcionalismo. Foi a primeira sistematização de psicologia, buscavam o que e por que o homem faz o que faz, e por W. James explicava que sua resposta era sua consciência. Logo após, temos o estruturalismo, que foi inaugurado por Titchener, e com viés parecido com o funcionalismo, em estudar a consciência, pensava de forma diferente e dividia a consciência de forma estrutural e aplicar seus conhecimentos psicológicos em laboratório. Foi uma teoria, uma escola que foi praticamente desenvolvida em laboratório. Temos por último o associacionismo, em que é representado majoritariamente pelo formulador da Lei do Efeito, Thorndike. Essa escola, ela propunha que o aprendizado é gerado através de associações da mais simples às mais complexas. E com isso, é, nós temos as perguntas que faltavam. Para ser ciência, o que é que falta? A psicologia, ela passa realmente a ser reconhecida na Alemanha, por Weber, Wundt e Fechner, e necessitava seguir algumas regras, tais quais, ela era necessário ter um objeto de estudo definido, delimitar uma área de pesquisa, além do que tange à neurofisiologia, fornecer matéria de pesquisa endossada pelo método científico e formular um corpo de estudo consistente e corroborado com a ciência.

[17:14]Só assim, ser considerado ciência. E com isso, é, temos as teorias mais importantes no século passado, no século XX. Em que se destacaram entre elas, o Gestalt, que intersecciona com a filosofia, a Gestalt surge para mostrar que o consciente humano ele deve ser também compreendido como uma totalidade. Temos o berrevorismo ou o comportamentalismo, estudava padrões de comportamento e os condicionava a partir de estímulos manipulados para obter respostas desejadas. E temos também a psicanálise, surgida por Freud na Áustria, é a prática mais voltada à medicina das três, que usa a introspecção para estudar o maior foco, o inconsciente. Este será abordado no próximo capítulo, mais profundamente.

[18:20]Berrevoreismo. Definição: Foi desenvolvida pelo americano John B. Watson, em um artigo publicado no ano de 1913. O termo inglês behaviorismo, significa comportamento, que como a própria tradução já diz, estuda o comportamento das pessoas. O Watson com isso acabou dando consistência que os psicólogos estavam procurando e a psicologia começou a ser vista como ciência. O Watson também defendia uma perspectiva funcionalista para a psicologia. Certos estímulos levam o organismo a dar determinadas respostas e isso ocorre porque os organismos se ajustam aos seus ambientes por meio de equipamentos hereditários e pela formação de hábitos. Ele buscava uma psicologia sem alma e sem mente, que tivesse a capacidade de prever e controlar. O Pequeno Albert: Watson, com a ajuda de Rayner, queria provar que os seres humanos nascem sem qualquer medo e nós os adquirimos como resultado de diferentes situações vivenciadas. Por esta razão, ele tomou um bebê de poucos meses e depois de verificar que o pequeno não tinha nenhum medo adquirido, ele tentou criar-lhe diferentes fobias, condicionando-o a um animal específico ou irritando-o com algum ruído.

[19:47]Nas primeiras sessões, o Pequeno Albert foi colocado em contato com alguns animais. O passo seguinte foi a tentativa de vincular um som irritante e alto sempre que Albert tentasse interagir com qualquer um dos animais ou objeto. Sempre que ele tentava tocar no animal, o psicólogo ou o assistente batiam com o martelo em uma barra de ferro. Eles repetiam a operação várias vezes, até o momento, a mera presença do pequeno rato fazia Albert chorar inconsolavelmente, deixando-o em pânico. Skinner: Skinner foi um dos mais importantes berrevoristas que sucedeu Watson, tem influenciado muitos psicólogos americanos e de vários países onde a psicologia americana tem grande penetração, como o Brasil. Esta linha de estudo ficou conhecida por berrevorismo radical, termo cunhado pelo próprio Skinner em 1945, para designar uma filosofia da ciência do comportamento. A Análise Experimental do Comportamento: A base da corrente Skinneriana está na formulação do comportamento operante. Para desenvolver este conceito, retrocederemos um pouco na história do berrevorismo, introduzindo as noções de comportamento reflexo ou respondente para então chegarmos ao comportamento operante. O comportamento reflexo ou respondente é o que usualmente chamamos de não-voluntário e inclui as respostas que são eliciadas (produzidas) por estímulos antecedentes do ambiente. Como exemplo, podemos citar a contração das pupilas quando uma luz forte incide sobre os olhos, a salivação provocada por uma gota de limão colocada na ponta da língua, o arrepio da pele quando um ar frio nos atinge, as famosas lágrimas de cebola etc.

[21:49]O comportamento operante abrange um leque amplo da atividade humana. Dos comportamentos do bebê de balbuciar, de agarrar objetos e de olhar os enfeites do berço aos mais sofisticados, apresentados pelo adulto. Como nos diz Keller, o comportamento operante.

[22:12]Reforçamento: Chamamos de reforço a toda consequência que, seguindo uma resposta, altera a probabilidade futura de ocorrência dessa resposta. O reforço pode ser positivo ou negativo. O reforço positivo é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz. O reforço negativo é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o remove ou atenua. Exemplo: As reuniões da empresa que você trabalha sempre começam atrasadas. Seu comportamento de chegar no horário marcado com o tempo será extinto.

[22:55]Extinção: A extinção é um procedimento no qual uma resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Como consequência, a resposta diminuirá de frequência e até mesmo poderá deixar de ser emitida. O tempo necessário para que a resposta deixe de ser emitida dependerá da história e do valor do reforço envolvido. Punição: Punição é outro procedimento importante que envolve a consequenciação de uma resposta, um tipo de consequência do comportamento que torna sua ocorrência menos provável. Controle de estímulos: Tem sido polêmica a discussão sobre a natureza ou a extensão do controle que o ambiente exerce sobre nós, mas não há como negar que há algum controle. Assumir a existência desse controle e estudá-la permite maior entendimento dos meios pelos quais os estímulos agem. Dois importantes processos devem ser apresentados: Discriminação e Generalização. Discriminação: Diz-se que se desenvolveu uma discriminação de estímulos quando uma resposta se mantém na presença de um estímulo, mas sofre certo grau de extinção na presença de outro. Isto é, um estímulo adquire a possibilidade de ser conhecido como discriminativo da situação reforçadora. Sempre que ele for apresentado e a resposta emitida, haverá reforço. Generalização: Na generalização de estímulos, um estímulo adquire controle sobre uma resposta devido ao reforço na presença de um estímulo similar, mas diferente. Frequentemente, a generalização depende de elementos comuns a dois ou mais estímulos. Berrevorismo: Sua aplicação. Uma área de aplicação dos conceitos apresentados tem sido a educação. São conhecidos os métodos de ensino programado, o controle e a organização das situações de aprendizagem, bem como a elaboração de uma tecnologia de ensino. Entretanto, outras áreas também têm recebido a contribuição das técnicas e conceitos desenvolvidos pelo berrevorismo, como a de treinamento de empresas, a clínica psicológica, o trabalho educativo de crianças excepcionais, a publicidade e outras mais. No Brasil, talvez a área clínica seja, hoje, a que mais utiliza os conhecimentos do berrevorismo.

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