[0:00]Olá pessoal, sejam bem-vindos a mais um vídeo aqui do canal. Eu sou Gustavo Ribeiro. E hoje nós vamos dar continuidade ao nosso projeto de leitura conjunta da obra de Freud. Nós estamos lendo as cinco lições de psicanálise. E o vídeo de hoje vai ser dedicado à quarta lição.
[0:25]Para quem ainda não pôde assistir os vídeos da primeira, segunda e terceira lições, eu vou deixar os cards aqui e vocês podem acessar para que vocês possam nos acompanhar nesse percurso. Lembrando que para você receber mais vídeos, para que você possa participar desse nosso projeto. Se inscreve aqui no canal, assinala as notificações e curte e compartilha esse vídeo se você tá gostando desse projeto, porque isso ajuda a fortalecer o nosso trabalho de leitura conjunta. Vamos lá então para a discussão da quarta lição de psicanálise. A quarta lição trata basicamente de dois aspectos. Ela aborda a questão da sexualidade na causa, na etiologia das neuroses. E em seguida, Freud vai percorrer aí nas páginas seguintes a questão da sexualidade infantil. Destacando a importância que essa sexualidade infantil tem na formação das neuroses adultas. Essa questão da sexualidade infantil geralmente não costuma ser muito bem recebida nem muito facilmente compreendida pelos estudantes de psicologia e de psicanálise. Essa é uma questão que a gente precisa compreender muito bem e que antes de ser compreendida, muitas vezes já traz um certo repúdio. E hoje eu vou explicar para vocês um pouco melhor o que que se trata então essa sexualidade infantil. Vamos lá. Em primeiro lugar, quando ele inicia a conferência falando da sexualidade como causa das neuroses. Ele tá iniciando a sua fala, relatando pra, pra sua plateia, que essa teoria da sexualidade como causa das neuroses não foi uma invenção da cabeça dele. Não foi uma coisa que ele criou, mas sim uma coisa que ele observou.
[2:39]Então o Freud está sendo aqui bastante categórico em afirmar que isso não é um desejo dele, mas uma teoria que foi construída com base em fatos clínicos observados por ele, por Broyer, pelos seus seguidores e por outros médicos, pediatras e autores importantes, pesquisadores importantes da época. Durante o texto vocês devem ter visto que ele faz citação também a outros grandes pesquisadores da época. Porém, ele vai citar que essa teoria da sexualidade como a causa da neurose, não foi uma teoria que ocorreu a ele com clareza, com objetividade e com simplicidade. Ele tá dizendo que foi muito difícil na realidade alcançar essa teoria, porque os pacientes pelo teor púdi da sexualidade, pelos tabus relacionados à sexualidade, ocultavam esses fatos. Então não era fácil falar desses assuntos há 120 anos atrás. O que ele vai citar aqui então, é que essa teoria custou a ele muito esforço. E que particularmente os homens davam muito trabalho nesse quesito. Eu achei muito interessante essa passagem e vamos ler um pouquinho dela aqui. Na minha edição, ela tá na página 39.
[4:15]Não sei se é a mesma de vocês, porque o meu livro é dessa edição mais antiga. Então vocês procurem essa passagem na edição de vocês, mas ela diz algo mais ou menos assim, vejam. Em matéria sexual, os homens são em geral insinceros. Não expõem a sua sexualidade francamente. Saem recobertos de espesso manto, tecido de mentiras, para se resguardarem como se reinasse um temporal terrível no mundo da sexualidade. Então vejam que ele tá falando aqui dessas problemáticas que até hoje a gente ainda nota uma certa desconexão do homem com a sua vida afetiva, com a sua sexualidade. Os tabus que os homens até hoje ainda sustentam em relação à sua própria sexualidade. Essa é uma questão que Freud observou há mais de 100 anos atrás, mas que a gente ainda observa nos dias atuais. O que o Freud tá dizendo aqui também é que para que o trabalho de análise seja adequado, para que ele possa restaurar a saúde do indivíduo, para que ele possa atingir a cura, esse trabalho de análise não deve se ater única e exclusivamente às queixas do presente. Mas ele deve gradativamente retornar às origens dos complexos dessas neuroses que devem remontar ao passado, à primeira infância desses indivíduos neuróticos. Então mais uma vez, vejam como ele vai destacar isso aqui no texto. Ainda na página 39, ele vai dizer assim. Só os fatos da infância explicam a sensibilidade aos traumatismos futuros. E só com o descobrimento desses restos de lembranças, quase que regularmente esquecidos, ou seja, encobertos, protegidos, e com a volta deles à consciência, é que adquirimos o poder de afastar os sintomas. Então, o que o Freud tá dizendo é que esses traumas presentes possuem pontos de fixação anteriores que, de certo modo, alimentam ou organizam essas vivências presentes. Ou seja, o presente seria um ponto então de conexão com o trauma, com uma fixação do passado. Por isso a necessidade de ir buscá-los e trazer à consciência esses aspectos. Mas vejam que interessante, se o Freud tá dizendo que a sexualidade é o fator causador das neuroses. E as neuroses têm causas infantis, então ele tá assumindo que existe uma sexualidade infantil, não é verdade? E aí a gente entra nesse ponto da sexualidade infantil. Então aqui é preciso a gente entender mais detalhadamente o que que isso significa. Quando a gente fala de sexualidade infantil, a primeira coisa que a gente tem que compreender é que ela não pode ser comparada com a sexualidade do adulto. Sexualidade infantil, portanto, significa aquilo que traz prazer ao corpo do bebê, ao corpo da criança. E todo mundo que já observou uma criança, um bebê de perto, não pode negar que o bebê sente muito prazer no seu corpo. Então é desse erotismo, é dessa sexualidade que Freud tá fazendo referência. Acho que o exemplo mais simples que a gente pode citar é o exemplo da oralidade, que representa a primeira fase de desenvolvimento infantil. Vejam que o bebê quando está nervoso e ele consegue sugar o próprio dedo, a chupeta, a mamadeira ou o seio da mãe, ele se acalma quase que imediatamente. Então nesse sentido, Freud aponta que a sexualidade infantil é autoerótica e parcializada. O que é que ele tá querendo dizer com isso? Autoerótica, porque o bebê tem prazer no seu próprio corpo, com o seu próprio corpo. Diferente do adulto que precisa encontrar um objeto externo para se satisfazer, o bebê vai encontrar prazer no seu próprio corpo em atividades autoeróticas, relacionadas a essas fases que ele pôde observar com mais proeminência. A fase oral, a fase anal, logo em seguida, que é aquele momento que a criança tá muito curiosa em relação às suas fezes e obtendo prazer do ato de defecar. A fase fálica, onde essa curiosidade vai dirigida para os genitais, depois ela é sucedida por um período de latência, onde essas pulsões sexuais desaparecem ou ficam sublimadas por um tempo. E depois tudo isso retorna na fase genital ali com o início da puberdade, quando a personalidade vai se constituir de forma mais cristalizada, mais sólida. Então esse é o percurso da sexualidade infantil até a puberdade com a fase genital. É isso que a gente vai falar um pouco agora. Eu também afirmei que a sexualidade infantil é parcializada. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que naquela primeira infância, naquela mais tenra infância do bebê, esses prazeres orais, anais e ligados aos órgãos sexuais, o prazer de toque na pele, o prazer do olhar, o olhar que a criança troca com a sua mãe durante a amamentação, por exemplo. Essas pulsões vão sendo gratificadas sem nenhum tipo ainda de unificação da imagem desse corpo. Então o corpo do bebê ainda é do ponto de vista da sua autoimagem, parcializado, fragmentado. Só posteriormente, é o que a gente vai ver daqui a pouco, é que todas essas pulsões vão se organizar sob a primazia de uma sexualidade genital. É isso a gente vai falar mais daqui a pouquinho. Então, como é essa dinâmica da sexualidade infantil na criança? Vocês devem ver que na tradução que a gente lê aqui em português, Freud tá falando o tempo todo de instinto, instinto. Essa palavra está errada. Esse é um dos problemas de tradução da obra do Freud para o português, que quando se lê instinto deve-se substituir por pulsão ou por impulso. Essa diferenciação entre pulsão e instinto é importantíssima de se fazer, porque instinto significa aquele comportamento inato, aquele reflexo inato, não aprendido, com vistas à sobrevivência da espécie. Já a pulsão implica num algo mais, que é a identificação de objetos, de componentes psíquicos que vão gratificar esses, essas necessidades biológicas. Então eu vou dar um exemplo bastante simples, bastante simples para vocês. Vamos observar, por exemplo, a sucção, esse reflexo de sucção da criança que é instintivo. A criança nasce e quando apresentada ao seio, pelo seu reflexo inato de sucção, ela vai gratificar a fome com a finalidade de sobrevivência. Uma vez que essa criança está saciada, se o seio é retirado ou a mamadeira é retirada dessa criança, e um outro objeto é introduzido na boca, uma chupeta, por exemplo, ela continua sugando, mesmo que ela não esteja se alimentando. Vocês percebem que ali também está acontecendo uma gratificação importante, mas que não tem mais relação com questões de sobrevivência. Mas sim com a gratificação psíquica, afetiva, relacionada à mucosa oral. Então existe um prazer psíquico ali que tá no campo da pulsão. Então o que o Freud tá dizendo aqui é que essas pulsões sexuais, elas nascem já independentes do aspecto biológico. Então a pulsão se situa entre o somático e o psíquico, é isso que o Freud vai falar no texto, a pulsão e os seus destinos, alguns anos depois desse texto que a gente tá estudando. Se ficar alguma dúvida em relação a isso, por favor, escrevam nos comentários que eu posso gravar um outro vídeo especificamente tratando dessas diferenças de instinto versus pulsão, esclarecendo melhor essa questão que é muito importante. Então, como eu disse para vocês, nessa primeira fase de desenvolvimento, a sexualidade infantil é autoerótica. A criança gratifica essa sexualidade através dos reflexos ali de sucção, né, esse erotismo oral. Depois ele evolui para uma fase anal, onde o prazer está no processo de expulsão e depois retenção das fezes e toda a curiosidade, toda a fantasia que a criança tem em relação à produção das fezes. Adiante essa libido flui para a área genital, então é aquele momento que a gente vê que a criança tem uma curiosidade em relação aos seus próprios genitais, aos genitais dos pais. Ela eventualmente toca os seus genitais, se masturba, e isso é um aspecto sexual autoerótico, que não pode, mais uma vez eu repito, não pode ser confundida com a masturbação do adulto. É um processo de tocar o próprio corpo, descobrir o próprio corpo e sentir prazer com esse toque, o que é perfeitamente normal nas crianças nessa fase. Posteriormente há uma fase de latência, como eu disse, e lá na fase genital, onde todas essas pulsões vão se organizando em torno da estruturação de uma identidade e de uma personalidade. Também é importante destacar que os olhos e a pele possuem também forte componente libidinal, portanto sexual, no desenvolvimento infantil. Vejam que o ato de amamentação, por exemplo, é um ato que envolve não somente a gratificação oral do bebê, mas também a troca de olhares, a troca de toques, cheiros e carícias, tanto do corpo do bebê, quanto do corpo da mãe. Então é toda uma troca, existe toda uma atmosfera de segurança, de afeto, que são extremamente importantes para dar conta desse desamparo que a criança traz ao nascer. Então a mãe acaba se tornando um objeto importantíssimo para a criança, porque ela serve de função continente. Ela dá, então, continência a essa desestrutura psíquica que a criança traz. Porque, observem bem, ao nascer a criança não tem aparato nenhum para lidar com a sua própria angústia, para lidar com o seu próprio sofrimento. Então ela precisa que a mãe acolha todos esses fragmentos, toda, toda essa angústia, tudo isso que a criança projeta na mãe. A mãe precisa dar conta de tudo isso, ordenar tudo isso e devolver uma certa estrutura para o bebê. Então, por isso que essa função de maternagem é importantíssima. Uma pergunta que muita gente faz em sala de aula é: e quando não tem a mãe? Observem que quando a gente fala de mãe em psicanálise, a gente tá falando de uma função, uma função materna. Então essa função pode ser feita pela mãe, ou pode ser feita por outras pessoas que ocupam esse papel. Então, uma avó, uma irmã mais velha, uma outra pessoa que cuida e que é capaz de dar continência ao desamparo da criança. O que o Freud também tá dizendo aqui no texto é que, além dessas atividades autoeróticas, como eu já citei, a criança pode envolver também objetos externos na gratificação dessas pulsões parciais. E isso envolve basicamente duas posições. Uma posição mais ativa ou uma posição mais passiva da criança em relação a esses objetos. Se essa posição da criança for mais ativa, significa que ela assumirá um polo mais sádico dessas pulsões. Então ela pode agredir essa outra pessoa, ela pode descarregar a sua frustração nessa outra pessoa. Ela pode às vezes até cometer alguns pequenos atos de maldade, essas pequenas maldades que a gente observa no comportamento infantil. Em relação a bichinhos, em relação ao irmãozinho, em relação aos pais. Porém, se a criança assume um polo mais passivo em relação a esse outro objeto, a gente tá falando de uma perspectiva mais masoquista da finalidade dessa pulsão. E aí a gente tem exemplos na fase anal, de retenção das fezes, da prisão de ventre da criança. A gente tem também casos de autoagressão, quando a criança se pune pelo que ela sente. Então a gente já vê aí movimentos sádicos e masoquistas, ou seja, de pulsões ativas e passivas, já fazendo parte do processo de desenvolvimento infantil. A gente observa isso muito no final da fase oral, já para o início da fase anal. Vejam que a oralidade sádica é aquela oralidade em que a criança ataca o seu da mãe com a mordida, né? Aquele momento da amamentação que é um pânico para as mães, porque é aquele momento que os dentinhos começam a nascer, e a criança pode eventualmente morder o seio, descarregando no corpo da mãe, então, a sua agressividade. Então a gente tá falando aí de uma pulsão ativa e sádica. Na fase anal, esse sadismo também se reflete na expulsão das fezes, ou seja, a projeção de tudo aquilo que a criança carrega negativamente dentro de si, a sua agressividade, a sua frustração que acompanha a função biológica da defecação. Já a pulsão mais masoquista se relaciona com aquele movimento em que a criança retém as fezes, controla esse processo dentro de si e que pode culminar também, por exemplo, em situações de prisão de ventre, que tem a ver com essa dificuldade da criança de expulsar as fezes, né? Já mostra um movimento mais masoquista dessa pulsão. Um outro apontamento importante que o Freud vai fazer é em relação à pulsão visual ou também chamada de pulsão escópica. Essa pulsão quando fixada no seu polo mais ativo, na vida adulta se transformará no interesse ou no desejo pelo saber e pelo conhecimento. Porém, se ela se fixar num polo mais passivo, ela, na vida adulta, manifestará uma certa tendência à contemplação das artes. Um outro exemplo de manifestação passiva da pulsão escópica ou visual, na vida adulta, mas aí já levando para o campo dos transtornos da sexualidade, é a sexualidade voyeurística, ou seja, o fetiche voyeurístico, que é o prazer o gozo em observar a nudez sem o consentimento do outro. Vejam que com todos esses exemplos, o que o Freud tá indicando é como que a organização da sexualidade infantil vai influenciar a personalidade adulta. Já em relação a questões de gênero, o Freud vai dizer nesse texto que essas definições, essas estruturações de gênero só vão ocorrer a partir do final da puberdade, ou seja, ao final da adolescência. Até lá, todos nós trazemos uma certa disposição de escolha de objeto homossexual, ou seja, nos apaixonamos, nos interessamos e nos identificamos com objetos de amor do mesmo sexo. Os meninos pelos seus pais e as meninas pelas suas mães. Então, veja que a organização da sexualidade sob a primazia dos genitais, portanto, com finalidade de procriação, é o sexo convencional, vamos dizer assim, a relação sexual heterossexual. Vamos colocar dessa forma, né, como o Freud coloca aqui, ela só vai ocorrer, então, lá depois da fase genital, quando todas essas pulsões parciais se submetem à primazia do genital. Isso significa dizer que a função genital no sexo assume um papel mais preponderante, e todas essas outras pequenas coisas do sexo, toques, olhares, cheiros, que até então na criança ocorriam com muita presença, já na fase adulta se tornarão não o objeto de gozo em si, mas elas passarão a ser muito mais as preliminares para a relação sexual propriamente dita. Em outras palavras, podemos dizer que o autoerotismo, então, vai cedendo espaço para a escolha de objeto, ou seja, o indivíduo vai, o bebê, no caso, com o seu autoerotismo vai ceder espaço, né? A medida que ele vai amadurecendo, essa sexualidade infantil vai ceder espaço, então, para uma sexualidade adulta, na qual o objeto de interesse passa a ser o corpo do outro. E é esse o aspecto muito interessante que tá em jogo na sexualidade perversa, na qual essas fixações parciais vão se manter vigentes e vão formular os fetiches, vão construir os fetiches. Daí essa noção de que o fetichismo faz parte de uma organização sexual dentro das perversões. E é nesse aspecto que o Freud vai acrescentar aqui nesse texto uma expressão muito importante que é as perversões são o negativo das neuroses. Ou seja, o perverso, então, é aquele que não se submeteu às imposições do complexo de Édipo, às imposições do corte feito por esse pai ou por essa figura paterna, numa relação aí dialética entre mãe e filho, ou seja, é o que vai caracterizar propriamente dito o complexo de Édipo. O abandono ou a renúncia desse amor incestuoso pela mãe para a identificação com o pai, no caso dos meninos, e no caso das meninas, o abandono do amor pelo pai para um retorno ao polo materno e a identificação com a mãe. Isso ocorre, portanto, na neurose. Já nas perversões, esse corte não se estabelece muito claramente. Essa é uma questão que merece um pouco mais de cuidado, mas que vai ser tema para um outro vídeo, porque no momento dessas conferências o Freud ainda não tinha clarificado os mecanismos, é, que fundamentam as estruturas perversas. Ele vai fazer isso alguns anos depois, com um texto chamado um tipo especial de escolha de objeto feita pelos homens, que também é chamado de contribuições à psicologia do amor.
[25:19]O primeiro texto dessa série, é publicado, se não me engano, no ano seguinte. Então ele já preparava o território para poder falar dessa ideia de complexo de Édipo. Muito bem, pessoal, essas são algumas das considerações sobre o texto. Tentei sintetizar o máximo possível, é claro que tem muita coisa que eu não falei. Convido vocês então a participar nos comentários, colocando as dúvidas de vocês, colocando os acréscimos de vocês, coisas que vocês viram no texto e que por ventura eu passei batido aqui. Então, se você gostou, comenta, compartilha esse vídeo, dá uma curtida aí para fortalecer esse trabalho de leitura conjunta, se inscreve no canal e marca as notificações no sininho para você receber os próximos vídeos. Na próxima quarta-feira eu trago a quinta lição para a gente poder encerrar esse maravilhoso texto do Freud, cinco lições de psicanálise.
![Thumbnail for Cinco Lições de Psicanálise [S. Freud] - 4ª Lição [Leitura Conjunta de Freud] by Gustavo Ribeiro - Psicanálise Descomplicada](/_next/image?url=https%3A%2F%2Fimg.youtube.com%2Fvi%2Fhk-P91jKS58%2Fhqdefault.jpg&w=3840&q=75)


