[0:00]Olá, pessoal. Vamos falar um pouquinho hoje sobre a avaliação inicial ao trauma, né? Deslocamento, atendimento, o que que eu tenho que pensar no atendimento ao trauma, né? O protocolo fala o quê para nós, né? Segue um padrão. O que que isso significa? Isso significa prioridade, né? Agora temos a inclusão do X, X, A, B, C, D, E. O X quer dizer o quê? Hemorragia, grandes hemorragias, sangrantes. Por quê? Porque nós sabemos, pessoal, que no trauma, o que mais mata o paciente são as hemorragias, né? Por isso da inclusão do X, né, nessa, nessa escala. Então, quando eu me deparo com um acidente, quando eu me deparo com um atendimento, primeira coisa que eu tenho que pensar é o quê? Hemorragia. Eu chego no local, avalio a minha vítima como um todo, tem uma grande hemorragia, é a minha primeira ação, contenção da hemorragia. Por quê? Porque é o que mata o paciente primeiro, né? Contive a hemorragia, qual é a sequência? O A. O que que significa o A? Via aérea. No A, eu vou fazer o quê, né? Via aérea com controle de cervical, com controle de coluna cervical. Então, no E, pessoal, no, desculpe, no A, eu vou fazer o quê? Controle da coluna cervical, mão posicionada, abertura de via aérea do paciente, verifico o quê? Verifico o corpo estranho, verifico se esse paciente não tem uma dentadura, não tem algo que esteja obstruindo. Uma coisa que é muito importante nesse momento, pessoal, no trauma, eu tenho que tomar muito cuidado se não tem risco, né, que na maioria das vezes pode ter, risco de cervical. Quando tem risco de cervical, né, eu não faço hiperextensão da cabeça por causa da possível lesão. Eu mantenho o paciente alinhado e eu faço tração do mento, né? Faço tração, né, da, da, da mandíbula e aí eu verifico a via aérea do meu paciente, né? Verifiquei a via aérea, qual que é o próximo passo, né? Eu verificar a ventilação, se o paciente tem ventilação, se o paciente tá respirando adequadamente. Só voltando um pouquinho, pessoal, lembrando que nesse momento do A, controle de cervical, eu já posso usar o colar cervical, né? É nesse momento que eu vou colocar o, o colar cervical no meu paciente, né? Então, coloquei o colar cervical, fiz o controle, verifiquei a via aérea, verifiquei a respiração do meu paciente no B. O B quer dizer o quê? Ventilação, respiração. Eu verifico a ventilação do meu paciente. O paciente tá respirando? O paciente tem expansão de tórax adequadamente? Ótimo. Verifiquei a, a, a, a letra B, que é a ventilação. Aí eu vou pro quê? Eu vou para a letra C. C significa o quê? Circulação. Ah, mas circulação, eu já não fiz isso lá no X? Não, X quer dizer grandes hemorragias. Não é aquele sangramento pequeno que você vê, no, no, no C, pessoal, eu vou verificar a pulsação. Sempre lembrando que pulsação central, eu só verifico em paciente com suspeita de parada cardiorrespiratória. No C eu verifico a pulsação periférica do meu paciente, né? Eu vou ver se esse pulso tá cheio, se esse pulso tá filiforme, se esse pulso tá rápido, né? Nesse momento eu vou ver se esse paciente, ele tá, ele tá sudoreico, ele tá com palidez, suspeitar de uma hemorragia interna. Tudo isso eu verifico na letra C, muito bem. E o D? O D, neurológico. No D, se explica a escala de coma de Glasgow, que a gente vai ter uma aula à parte para isso, mas no D é importante o quê? O D eu verificar se esse paciente está confuso, se esse paciente tá desorientado, né? Isso me indica o quê? Isso me indica a TCE. Paciente confuso e desorientado, eu tenho que pensar em traumatismo crânio encefálico, certo? E o E? O E quer dizer o quê? O E quer dizer exposição. Exposição da vítima com controle de hipotermia. Eu tenho que tomar muito cuidado para via pública eu não expor o meu paciente, eu tenho que pensar na temperatura. No E, pessoal, é a hora que eu vou verificar todo o meu paciente, né? É a hora que eu vou verificar. Ah, tem uma possível sangramento aqui, eu vou abrir, eu vou cortar com a tesoura, eu vou abrir, né, para mim verificar. No E, eu vou verificar toda a parte do meu paciente, e se preciso, eu vou abrir, eu vou expor. Então, o E quer dizer o quê? Exposição com controle de hipotermia, tomar certo cuidado com isso. Pessoal, então aqui a gente falou da escala de atendimento ao trauma primário, o X, A, B, C, D, E.

Avaliação Inicial no Trauma (XABCDE).
Instituto de Educação Permanente em Saúde
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[0:00]Deslocamento, atendimento, o que que eu tenho que pensar no atendimento ao trauma, né?
[0:00]Porque nós sabemos, pessoal, que no trauma, o que mais mata o paciente são as hemorragias, né?
[0:00]Então, quando eu me deparo com um acidente, quando eu me deparo com um atendimento, primeira coisa que eu tenho que pensar é o quê?
[0:00]Eu chego no local, avalio a minha vítima como um todo, tem uma grande hemorragia, é a minha primeira ação, contenção da hemorragia.
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