[0:00]Uau, que alegria tá aqui mais um dia, né? A gente tá aqui caminhando desde sexta-feira e tem sido maravilhoso essa conferência. Como o Pastor aí fala, essa vida com Jesus é maravilhosa, não é? É muito boa. Olha, deixa eu só, antes da gente começar a palavra, eu só quero trazer algo para você. Saiba de uma coisa, eu vim aqui, eu tô morando aqui há um ano aqui em São Paulo. Mas todas as vezes que eu venho aqui, eu sou altamente ministrada. E logo quando hoje, eu cheguei hoje aqui, uma princesa pequenininha ministrou na minha vida sem nem saber. Essa que tá aqui na minha frente. Você ministrou na minha vida. Ela tá com um caderninho na mão. Porque isso é o DNA de vocês. Isso já tá impregnado nessa princesa. Isso ministrou na minha vida, dizendo, olha, Olha que mais uma filhinha de Jesus, como ela tá aqui focada, sentada com um caderninho e o lápis na mão. Muito lindo de ver, né, essa entrega de vocês aqui nessa igreja. Parabéns, sou muito feliz por estar aqui e por estar recebendo desse amor na minha vida, tá?
[1:17]Gente, as palmas foram muito fracas. Não, não, não, pode, pode um pouquinho, pode um pouquinho, pode um pouquinho. Eu vou dar uma oportunidade a você, porque, vê só, é, tem uma música que fala assim, pessoal do louvor vai cantar aí, né? Eu te vejo em... tudo, não tem? Você lembra da música? Tem alguém do louvor aí que pode cantar o começo da música? Eu te vejo em... Eu não sei cantar não, mas vocês sabem, né? Gente, se você parar e perceber, você vai ver Deus em tudo. Amém. Em tudo. Porque tem uma criança ali que sentou no chão, pegou o caderninho dela e tá pronta para receber aquilo que Deus tem. Muitas vezes a gente vem pro culto só por obrigação. A gente vem só por um ritual. A gente vem só porque disseram que a gente tem que vir todo domingo. Mas a gente não percebe a importância de Deus falar com a gente nos mínimos detalhes. Então quando eu vejo Deus agindo através da vida de uma criança e a palavra de Deus fala, né, que é tem que ser como criança. Eu louvaria isso, eu bateria palmas, eu falaria, eu comemoraria isso com alegria assim, ó. Grande, assim, enorme, porque Deus ele se revela pra gente em tudo e a gente tem que comemorar, celebrar, porque ele tá falando o tempo todo. Muitas vezes é a gente que não tá percebendo. Mas ele tá o tempo todo chamando a atenção da gente. O tempo todo ele tá querendo mostrar pra gente que ele é real, que ele existe e quer trabalhar na vida da gente. Mas a gente tem que, ó, prestar atenção nisso e celebrar quando ele fala nos mínimos detalhes. Parabéns aí pra mãe, parabéns para, como é o nome da princesa? Sofia? É. Sofia, que bom. Eu sou Darrell de Márcia. E eu sou Márcia de Darrell. Nós seremos casados e felizes para sempre. Pra gente ter um privilégio tá. Ê! Ê! Ê! Eu vou mostrar a foto da minha família aqui pra vocês. Eu vi que agora o pessoal tá animado, né? Domingo de manhã, né? A gente se alegra em cantar na casa do Senhor. Ali tá minha filha Emily no meio, tem 27 anos, Emily se formou na Bethel Church em Redding, na Califórnia. É uma mentora de mulheres em várias partes do mundo, mora lá nos Estados Unidos. Ao lado dela tá Darrell Filho, um profeta de multidões, um menino que vai impactar a geração dele, levando o amor de Jesus em todas as nações. Amém. Só um amém, igreja. Quem é pai e mãe aqui? Toda vez que você falar do seu filho, você define o destino profético dele. Você diz para onde ele vai. E se você tiver na igreja, você espera que os irmãos digam amém. Que o que tá ligado na terra tá ligado no céu. Mas só que eu falei e você não disse amém. Amém. Mas eu vou dar uma oportunidade, tá? Aqui do lado tá Dylan, meu filho mais novo, Dylan tem 17 anos, ele vai jogar no Barcelona. Tá tudo certo entre eu, ele e Deus. Jogador de futebol bom, viu? Bom, bom. É, mas o mais importante é que ele é um profeta de multidões, é um menino que vai impactar a geração dele, levando o amor de Jesus em todas as nações. Vocês aprendem rápido, viu? Duas palmas, três, quatro, cinco, não, eu, eu, eu, gente, pára com isso. Eu bateria mais palmas assim, porque você sabe que uma coisa que eu aprendi na minha caminhada cristã, é que a gente só recebe aquela unção que a gente honra. Quando você tá batendo palmas, não é pra mim, porque quem sou eu na fila do pão? Ninguém. Mas você tá celebrando alguém que tá profetizando a vida de um filho. E você fala, cara, eu tenho que fazer mais isso. Eu tenho que, eu quero receber essa unção, eu quero profetizar na vida dos meus filhos, quero que a minha boca seja uma boca de bênção e não de maldição. E aí você celebra isso porque você recebeu essa mensagem e você recebe aquela unção que você celebra. Então, quando for pra celebrar, você celebra de verdade, ok? Amém. Deus tem derramado muita graça pra gente, a gente tem feito um trabalho, é, há muito tempo, nas redes sociais. Se você for lá, @marciaedarrell, ou se você for no YouTube, tem uma série de vídeos, vai aparecer aqui na tela, tá? É, uma série de vídeos que a gente tem feito pra equipar a igreja do Senhor. Mas hoje, em específico, eu quero falar pra você de um dos nossos livros. É, inclusive, essa mensagem de hoje está baseada nele. Deus deu a gente 10 livros, que a gente lançou nos últimos 10 anos. Mas esse, em específico, ele fala sobre algo que é uma mentira que durante muito tempo toda uma geração repetiu. Pais e mães que no momento de dificuldade, de conflito, em um desafio que viveram com os filhos, um olhou pro outro e falou, ah, é assim mesmo, a gente cria filho pro mundo. Quem já ouviu ou já falou isso? Sabe que essa é uma mentira do inimigo, porque os filhos são herança do Senhor, um presente que ele dá. Os filhos são criados para Deus, pra fazer a diferença no mundo, e não pro mundo. Então, tem um momento que a gente tem que dar um basta nessa mentira e começar a viver a verdade de Deus e direcionar nossos filhos para essa verdade. É sobre direcionar os filhos, é sobre viver essa verdade que a gente vai falar aqui com você hoje, sobre como construir um legado familiar. E pra isso a gente vai ter um texto bíblico que vai embasar essa palavra, que tá lá em Segunda Reis, 20. Segunda Reis 20. Acessem, ou abram suas Bíblias, vai passar aqui também e eu vou ler ela pra você. Amém. Na palavra de Deus fala assim: Naquele tempo Ezequias ficou doente e quase morreu. O profeta Isaías, filho de Amós, foi visitá-lo e lhe disse: Assim diz o Senhor: Ponha em ordem a sua casa, pois você vai morrer, não se recuperará. E Ezequias virou o rosto para a parede e orou ao Senhor, falando, lembra-te de mim, Senhor, como eu tenho te servido com fidelidade e com devoção sincera. Tenho feito o que tu aprovas. E Ezequias chorou amargamente. Antes de Isaías deixar o pátio intermediário, a palavra do Senhor veio a ele novamente e disse: Volte e diga a Ezequias, líder do meu povo: Assim diz o Senhor, Deus de Davi, seu predecessor: Ouvi sua oração e vi suas lágrimas; eu o curarei. Daqui a três dias você subirá ao templo do Senhor. E eu lhe acrescentarei 15 anos à sua vida. Amém. Amados, você conhece bem essa história. Ela traz muitos ensinamentos para mim e para você. Ela mostra a importância que o rei Ezequias tinha para Deus, ao ponto de Deus dar mais 15 anos de vida para o rei Ezequias. Mas o que eu e Márcia queremos trazer para você nessa manhã, é uma parte onde Deus fala pra Ezequias assim, ó, põe em ordem a sua casa. Repete comigo, só pra gente gravar o que a gente vai aprender aqui hoje. Põe em ordem na sua casa. Porque Deus poderia falar de muitas coisas para Ezequias. Ezequias ele tinha uma grande posição social, ele tinha muito poder, ele tava à frente de um reino. Deus poderia falar para ele avançar no reino, poderia falar para ele cuidar do povo, poderia falar para acontecer várias coisas, mas Deus escolhe falar da casa do rei Ezequias. Talvez porque isso seja o mais importante. Hoje, hoje também Deus trouxe você até aqui. E Deus poderia falar de qualquer coisa. Mas Deus escolheu falar da sua casa, falar talvez para que você cuide de algo que tem dentro da sua casa, que talvez você não tenha lembrado. Mas Deus te trouxe hoje para cuidar disso. A questão é que quando a gente vê a história do rei Ezequias, a gente vê alguém que tem muito poder, alguém que tem muita realização, mas que esqueceu daquilo que é o mais importante. E eu tenho feito alguns estudos sobre o final da vida, tentando entender o que as pessoas pensam antes de morrer. E um dos estudos que eu fiz, um dos mais profundos, foi de uma enfermeira austríaca. Durante muito tempo, é, as famílias ricas ali do Reino Unido, entregavam os seus entes queridos pra ela cuidar. Num momento que os médicos diziam que já não tinha mais cura, que aquelas pessoas estavam num leito de morte, já na fase terminal, as famílias entregavam para ela e ela começou a estudar, entender, pesquisar o que as pessoas se arrependem antes de morrer. E pasmem, ninguém. Ninguém quando tá num leito de morte, pede pra ver as escrituras dos imóveis. As pessoas quando tão próximas a morrer, ninguém pede pra ver a chave de um carro. A pesquisa comprova que quando as pessoas estão no final da vida, ninguém pede o extrato do banco pra poder ver quanto tem na conta. E sabe por que as pessoas não pedem pra ver essas coisas quando estão pra morrer? Porque elas descobrem que essas coisas não têm importância nenhuma no final da vida. Agora se você parar e pensar, você vai ver que a maior parte de nós, passa os 40 principais anos da vida, tentando juntar dinheiro, trabalhando, trabalhando pra quando chegar no final, ter coisas que a gente descobre que não tem importância nenhuma. É meio que como se a gente ficasse correndo atrás do vento. O estudo comprovou que no final da vida, o que as pessoas mais querem é poder dar um abraço numa pessoa da família que estava o tempo todo perto dela, mas ela nunca abraçou de verdade. No final da história, quando as pessoas estão próximas de ir embora, o que elas mais querem é poder dizer um eu te amo. Às vezes pra uma mãe, às vezes pra um pai, que ela até amava, mas ela nunca verbalizava. No final da história, o que as pessoas querem é poder dizer um me perdoa. Eu errei, eu falhei com você. Mas ela foi tão orgulhosa que ela terminou nunca reconhecendo aquilo. E no final da vida ela daria tudo somente para falar pra aquela pessoa e já não dá mais tempo. As pessoas descobrem no final da história que as coisas mais importantes não têm preço, mas tem um valor enorme. O rei Ezequias ele teve mais 15 anos para colocar a casa dele em ordem, para corrigir todas essas falhas e no final, a gente viu, o, vai ver, né? E já conhece na Bíblia, o quanto ele falhou. Mas a minha pergunta pra você é, e se você tivesse só 30 dias de vida? O que é que você mudaria na sua rotina? Será que você passaria mais tempo com Deus? Será que você passaria mais tempo servindo na igreja? Será que você passava menos tempo com esse celular? Será que você passava mais tempo com os seus pais, com os seus filhos? O que você mudaria se você tivesse só 30 dias de vida? Talvez essa pergunta deu um nervoso, deu um, um quintinho no coração, porque realmente é uma pergunta que a gente precisa se responder. Mas tem uma outra que eu quero que vocês se façam. O que que a gente tá construindo pra deixar de legado nessa vida? Isso a gente precisa responder, porque a gente precisa deixar algo de valor, isso é um fato. Mas o que a gente precisa ter forte na nossa mente, no nosso coração é que a gente precisa impactar essa geração. Mas antes de impactar a geração, deixa eu te falar, a gente precisa impactar a nossa casa, a nossa família, primeiro, antes de querer ganhar o mundo inteiro, impactar o mundo inteiro. E é justamente isso que a gente vai trazer hoje aqui sobre construção de legado. Quem tá junto conosco aqui nessa manhã? Amém. Mas pra isso eu queria orar com vocês, pode ser? Vamos fechar os nossos olhos? Deus amado e querido, obrigada por esse tempo. Obrigada por tudo que o Senhor tem para nós. Eu tenho convicção que o Senhor quer falar com cada um dos teus filhos aqui, de forma particular. Então, Senhor, nós estamos com o coração aberto e rendidos para ouvir o que o Senhor tem pra cada um de nós. Em nome de Jesus nós te agradecemos. Amém. Então, pra construir um legado familiar, a gente vai trazer para vocês alguns princípios que a gente aprende na história do rei Ezequias e serve pra nossa vida hoje aqui. E quando eu e Márcia tivermos falando aqui de legado familiar, tem a ver com a sua família biológica pra você que é pai e mãe. Mas tem a ver também com a sua família espiritual. Pra você que lidera um Life Group, que lidera um ministério, que trouxe alguém pra Jesus, e você vai deixar um legado na vida dessa pessoa. Então entenda também essa construção do legado naquele que você aproxima de Jesus. E pra isso, o primeiro princípio que eu quero compartilhar com vocês nessa manhã, é que eu começo por mim. Vai aparecer aqui na tela, eu vou pedir pra você repetir pra que você se aproprie dessa verdade e leve ela com você, pode ser? Três pessoas, gente, que participação assim incrível. É muito lindo, né, ver os irmãos fazendo esse uns aos outros, né, se apoiando, tá? Pode ser? Amém. Agora. Vamos lá, um, dois, três e eu começo por mim. Segunda Reis 18.3, a palavra de Deus vai dizer o seguinte: Seguindo o exemplo do seu antepassado, o rei Davi. Ezequias fez aquilo que agrada a Deus, o Senhor. Você conhece bem a história, sabe que o rei Ezequias era um homem que buscava a Deus. Ele fez profundas reformas religiosas lá em Judá. Ele acabou com a idolatria. E assim também tem que ser na minha vida e na sua. Se a gente quer deixar um legado, a gente tem que começar em nós. Porque a gente só pode dar o que a gente tem. Não tem como alguém seguir quem ainda não foi. Então, é do que eu me abastecer, do que eu me encher que eu vou poder transbordar nos meus. Principalmente quem tem filhos biológicos, sabe o quanto é importante a questão do exemplo. Porque uma grama de exemplo vale muito mais do que uma tonelada de palavras. Você pode até falar, falar, falar, mas normalmente eles vão repetir aquilo que eles verem você fazer. Então, não tem como eu querer que o meu filho tenha uma vida de oração, se eu não tenho uma vida de oração. Não tem como eu querer que meu filho ame e leia a palavra de Deus, se ele não vê eu lendo a palavra de Deus. Então, essa é uma busca que a gente tem que fazer em nós pra que a gente possa transbordar nos outros. Eu lembro de uma história de um pai que ele era meio afastado do convívio com os filhos, e uma certa tarde ele chegou em casa. E ao chegar em casa, ele viu uma zuada, uma confusão, palavras duras vindo da cozinha. E quando ele entra na cozinha, ele vê duas crianças, dois filhos dele pequeno. E era uma gritaria, era um xingamento, tal. E ele se assusta e fala: Ei, ei, para, o que tá acontecendo? E o pequenininho olha pra ele e fala: Não é nada não, a gente tá brincando de pai e mãe. Exemplo que a gente às vezes não percebe, mas é o que eles vão repetir. Então, amados, se você quer construir esse legado, começa em você. Porque não tem nada demais. E eu quero dizer isso pra você, irmã, em específico, que no seu tempo de oração, você deixa um pouquinho da porta aberta do quarto, porque vai chegar um tempo lá na frente que o seu filho vai ser um homem adulto, um homem cristão e ele vai dizer, eu sou o homem que eu sou porque todos os dias eu passava e a minha mãe tava de joelhos ali, orando por mim. Segundo o princípio que eu aprendo pra construir um legado familiar, é que eu cuido da minha casa. E eu queria que você repetisse comigo, já profetizando isso como uma grande verdade na sua vida. Vamos lá? Um, dois, três, eu cuido da minha casa. Olha como isso é forte. Sabe, lá em Segunda Reis 20.11, fala, põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás. Você já deve ter ouvido várias vezes, o seu primeiro ministério é a sua casa. Claro que você ouviu. Mas não adianta nada a gente ganhar o mundo e perder a nossa casa. Primeiro é a nossa casa, porque a gente precisa entender que o primeiro projeto de Deus é a família. Se é o primeiro, é o principal. Tudo precisa começar na nossa casa. É do que tem muito na nossa casa, que a gente vai derramar fora dela. Ou seja, se dentro da sua casa tem muito amor, muita paz, muita oração, sabe, muita bondade, quando você chegar no trabalho, quando você chegar na escola, quando você chegar em qualquer lugar que você for, é isso que você vai transbordar na vida das pessoas. Mas em contrapartida, se você na sua casa vive contenda, briga, falta de perdão, assim mesmo acontecerá quando você chegar na escola, na faculdade, em qualquer lugar que você for, é isso que você vai derramar sobre a vida das pessoas. Então, é do que está muito na sua casa que você vai derramar. E o que eu tenho visto é que muitas pessoas, ah, eu sou um mega empresário. Nossa, eu tenho um, várias empresas. E na minha empresa, lá tem momento de acolhimento do funcionário. Lá a gente acolhe, lá a gente atende, lá a gente faz integração. Lá a gente faz motivação. E aqui, nesse, nesse lugar em específico, eu tenho visto quantas pessoas estão preocupadas com network, com conexões. Vamos conectar com as melhores pessoas. Mas deixa eu te dizer, a melhor conexão e o melhor network a gente precisa fazer dentro da nossa casa, dentro do nosso Life Group. Essa é a melhor conexão que a gente precisa fazer. É isso que Deus quer de mim, de você. Nós precisamos ter muito cuidado pra gente não levar o nosso melhor pra rua e deixar o nosso pior dentro da nossa casa. Forte. Isso é muito forte. Sabe, tem algo que, há um tempo atrás, o Pastor Melvin, ele me falou, ele me falou, vê só. Mas é, quando, quando você ouve uma frase como para você, você parece que a pessoa falou pra você, né? Eu nem conhecia ele. Mas ele deixou algo no meu coração e eu peguei pra mim assim, ó, uh! Eu não sei se você é assim. Quando Deus fala com você, você fala, uh! Eu recebo, é meu. Eu vou falar essa frase que ele falou, e eu tenho convicção que você vai, algumas pessoas vão dizer assim, ó, uh! Peguei pra mim agora. E ele falava assim: Eu não quero ser como Davi, que ganhou o mundo e perdeu a sua família. E eu também não quero ser como Noé, que ganhou a sua família, mas perdeu o mundo. Eu quero com a minha família ganhar o mundo para Jesus. Amém. Essa precisa ser nosso objetivo, esse precisa ser o nosso foco todos os dias. Amém. Pode sentar.
[18:49]Ezequias, ele teve um filho, o filho, o nome dele era Manassés. Deixa eu te falar, Manassés foi considerado um dos reis mais cruéis daquele tempo. Pra você ter uma ideia do que é um legado errado. Mas que isso, Manassés teve um filho, Amom. Amom seguiu o mesmo caminho do pai, filho de Ezequias. Ezequias era um homem que era um homem que agradava a Deus, assim como eu e você, somos bons, fazemos o que devemos fazer. Será que a gente tá fazendo o que a gente deve fazer? Chegou o tempo da gente arregaçar as mangas. Chegou o tempo de acender o pavio. Chegou o tempo de fazer acontecer. Porque se você chegou aqui dizendo que não dá mais, que você não consegue, que já perdeu o tempo, Deus faz nova todas as coisas. E ele te trouxe aqui pra se dizer, filha, acende o pavio, sai daqui que eu vou te dar a direção de como eu vou conduzir a tua casa e como você vai conduzir os seus filhos.
[20:41]Amém. O nosso quinto e último princípio, a banda pode subir, pra construir um legado familiar, é que eu entendo que eu não posso errar na missão. Repete comigo, só pra você levar essa mensagem pra sua casa. Eu entendo que eu não posso errar na missão.
[21:13]Em Segunda Crônicas 32.25, a Bíblia vai dizer o seguinte: Mas não correspondeu Ezequias aos benefícios que lhes foram feitos, pois o seu coração se exaltou. Quem é que já recebeu um milagre? Eu entendo que receber um milagre não é apenas um privilégio, mas ele também traz responsabilidade. Mas quando a gente olha pra história do rei Ezequias, a gente vê que ele pega o benefício, Deus dá mais 15 anos de vida, mas ele esquece da responsabilidade que Deus deu de pôr em ordem a sua casa. Ezequias era o típico exemplo de alguém que estava preocupado somente com o seu momento, com o seu umbigo, com a sua vida. Mas Deus, Deus ele é sempre geracional. Se você parar pra estudar a história da Bíblia, você vai ver que Deus ele sempre tá preocupado com as próximas gerações. Mas muitas vezes eu e você, também somos parecidos com o rei Ezequias. Muitas vezes a gente vem na igreja, a gente louva, adora, a gente faz parte de um Life Group, a gente serve no ministério. E isso é muito bom, eu também gosto muito disso. Mas a gente vive a nossa vida, o nosso momento e a gente não se preocupa com o que vai acontecer depois que a gente partir. A gente não se preocupa o quanto a gente deveria preparar as próximas gerações. Ezequias era tão assim que a Bíblia vai falar, que em Segunda Reis que vai chegar lá na frente que ele recebe a visita dos mensageiros da Babilônia. Ele mostra todas as riquezas do palácio. E Deus usa o profeta Isaías para dizer ao rei que vai chegar um tempo depois que ele morrer, que todas aquelas riquezas serão levadas embora. Que os filhos dele serão feitos eunuco, o que naquela tradição ele seriam castrados, Ezequias não teria mais descendência. E Ezequias ouve aquela profecia e ele fala, é depois que eu morrer? Uau, que notícia boa! Tipo assim, não é comigo, cada um com seus problemas. Ezequias estava pouco preocupado com o que aconteceria depois dele. E eu, eu e você, como é que a gente tem sido? A gente às vezes reclama de quem tá lá trabalhando, juntando dinheiro e não tá na igreja. Mas muitas vezes a gente tá na igreja, mas não tá cuidando da casa da gente. A gente tá servindo, mas não tá preparando os nossos. A gente tá vivendo muitas vezes o umbigo da gente e esquecendo da próxima geração. E Deus, Deus ele é muito detalhista no que ele faz. Eu escrevi esse livro e levei a proposta dele para editora na época. E eu fiz uma reunião com eles e eu vou explicar isso pra você entender por que é que você veio aqui hoje. E quando eu levei a editora voltou para mim na reunião e falou que não ia deixar a gente lançar esse livro nesse momento e que seria um outro livro de Márcia voltado pra mulheres. A gente saiu, foi embora. 15 dias depois, eles ligam pra mim e fala, olha, a gente mudou a ideia e a gente queria fazer aquele livro sobre os filhos. E eu, tudo bem, ok, vamos voltar pro livro dos filhos. Eles ligam pra mim e falam isso. Uma semana depois, a minha filha Emily, que é casada com o Pedro, que mora lá nos Estados Unidos, liga pra gente. E ela conta pra gente que ela tá grávida. E você não imaginava nunca, mas eu sou avô. Vou mostrar aqui a foto do meu neto. Bota aqui a foto dele. Cadê a foto? Gente, é a minha cara, fala sério! Algumas pessoas falam que é gêmeo. Alguns acham que sou eu na foto, mas é, é, é a minha cara, é Brian, meu neto. E ela contou pra gente que ela estava grávida. E sabe por que Deus fez isso? Pra que eu pudesse vir aqui, ter propriedade para falar para você sobre uma nova geração. Porque Deus, Deus me deu uma nova geração. E isso foi mais ou menos em dezembro e quando foi em abril, eu fui pra casa dela, a gente estava lá nos Estados Unidos fazendo uma tour de imersões pra casais. E quando eu cheguei lá na casa dela, teve uma tarde que eu vi uma, uma voz vindo num cômodo do lado. E eu saí e quando eu chego nesse, nesse cômodo, a minha filha tá deitada no sofazinho. Ela tá com a barriga descoberta, ela tinha uns quatro meses de gestação. O marido dela, Pedro, tava ali do lado. E ela tava com a Bíblia aberta, lendo a Bíblia pra Brian. E ela falava: Brian, antes de você conhecer papai e mamãe, você tem que conhecer a Deus. Porque é nessa palavra que você vai caminhar. É a mesma menina que quando tinha 12, 13, 14 anos, não queria ir pra igreja. Ela tava ali definindo o destino profético do meu neto. E sabe o que eu entendi naquele momento? Que não tem nada a ver comigo. Que Deus, quando me salvou, não foi para que eu viesse pra igreja louvar, adorar, ir para um Life Group, estar com os irmãos, isso é bom, eu gosto, mas não tem nada a ver comigo. Quando Deus me salvou, foi pra dar vantagem pra Brian. Porque Brian vai ser um profeta de multidões. Ele vai impactar a geração dele, levando o amor de Jesus em todas as nações. Não tem nada a ver comigo, não tem nada a ver com você. Deus ele tá pensando em gerações, filhos, netos, bisnetos, tataranetos que vão mudar o destino profético quando você resolver assumir o seu papel de direcioná-los para esse destino. Fiquem em pé para parecer que tá acabando. Mas não tá acabando, tá? Eu sei. Amados, sabe o que acontece? É que muitas vezes a gente ficou focado naquilo que a gente ouviu as pessoas falarem e repetirem. A gente passou a vida toda ouvindo dos nossos pais, de outras pessoas que a gente tinha que deixar uma herança para os filhos. E a gente começou a juntar dinheiro. A gente fez uma poupança, a gente quis ter uma casa, um carro, porque se a gente faltar, não faltaria nada pra eles. E sabe o que eu tenho aprendido? É que herança é o que você deixa para os filhos. Legado é o que você deixa nos filhos. A herança, muitas vezes pode acabar 24 horas depois que você for embora. O legado dura até mil gerações. A herança pode ser que gerem briga, discórdia entre eles, quem fica com isso, quem fica com aquilo. O legado vai fazer com que eles estejam ainda mais unidos, porque você ensinou os princípios. Você ensinou os valores. Você foi ali semeando, semeando, semeando. E em Salmos 127, de 3 a 5, Deus vai ensinar a gente em relação aos filhos e ele diz que os filhos são herança do Senhor, um presente que ele dá. Que como flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos nascidos na juventude. Sabe o que Deus está falando pra mim e pra você, nessa pequena parte da Bíblia, é que sim existe um destino para os filhos. Existe um destino profético para os meus e para os seus filhos. Eles não vão ser jogados ao mundo, eles vão viver aquilo pro qual eles foram criados. Mas eu e você precisamos assumir o nosso arco. Precisamos pegar a nossa flecha, precisamos assumir o nosso papel e enviá-los para esse destino. E hoje, hoje Deus te trouxe aqui pra reposicionar, pra poder te chamar para esse papel. E é interessante porque naquele tempo era um tempo de guerra, era um tempo que existiam guerras físicas. E hoje, hoje continua sendo um tempo de guerra. E são guerras espirituais, mas Deus, Deus te trouxe hoje pra te armar, te preparar para essas guerras. É interessante porque naquela época, as armas eram armas como uma lança, uma espada, eram armas que estavam sempre próximas do guerreiro. Mas Deus, quando escolhe um arco e uma flecha, ele fala de algo que vai além de onde o guerreiro vai chegar. Sabe o que Deus está falando para você nessa manhã? É que seus filhos, netos, bisnetos, eles irão em lugares que você jamais vai chegar. Mas você tem que preparar eles para enviar. E é lindo isso porque você vai ver que sempre um arco pega a flecha, ele aponta para um lugar mais alto do que o arqueiro está. Ei, Deus veio pra aqui pra te dizer que seus filhos, eles vão ter experiências muito mais altas com Deus. Eles vão estar muito mais perto do céu, porque você vai preparar eles para viver isso. O seu teto começa a ser o piso de onde eles vão conversar.
[29:05]E é, e é interessante isso que você vai ver que pra que o arco seja enviado, o arqueiro precisa fazer força. Ele precisa puxar e envergar. E sabe o que é isso? Isso é o discipulado. Isso é o treinamento. Isso é aquelas vezes que você tá cansado, cansado, cansado e mesmo assim você tem que pegar a Bíblia, insistir com eles pra, sabe? Muitas vezes eu chego pra eles, chegava pra eles pra exortar, pra ensinar.
[29:43]E eu pegava uma passagem bíblica e eu falava, filho, é esse é o princípio, não é o que seu pai acha, é o que a palavra de Deus fala, é o que você vai levar pra vida toda. E eles chegavam pra mim e falava, pai, o senhor vai falar essa história de novo? E eu dizia, filho, de novo, de novo, de novo. Porque essa mesma palavra é repetida milhares de anos. E é a mesma que você vai falar para seus filhos e para os seus netos. Então, a gente tem que fazer força, a gente tem que envergar. Muitas vezes eles estão querendo antecipar uma fase. Eles estão querendo viver aquilo que eles não podem viver e você vai precisar puxar. E toda vez que você puxa, às vezes é desconfortável, eu sei que é, mas quanto mais você puxar pra trás, mais altos eles vão. E é interessante a analogia porque Deus é muito detalhista, né? Porque ele fala que um arqueiro, ele precisa carregar uma aljava com as flechas. E eu e você, que somos pais, a gente sabe o quanto a aljava é pesada. O quanto muitas vezes a gente acha que não consegue carregar essa aljava. Mas muitas vezes a gente tem que vive as batalhas e o inimigo quer roubar as nossas flechas. Mas tá decretado nessa manhã que nenhuma flecha será roubada. Que todos nós quando partirmos, vamos ter enviado elas pro destino profético dos nossos filhos. E é, e é interessante isso que você vai ver que pra que o arco seja enviado, o arqueiro precisa fazer força. Ele precisa puxar e envergar. E sabe o que é isso? Isso é o discipulado. Isso é o treinamento. Isso é aquelas vezes que você tá cansado, cansado, cansado. E mesmo assim, você tem que pegar a Bíblia e insistir com eles pra. Sabe? Muitas vezes eu chego pra eles, chegava pra eles para exortar, pra ensinar. E eu pegava uma passagem bíblica e eu falava: Filho, é esse é o princípio, não é o que seu pai acha, é o que a palavra de Deus fala, é o que você vai levar pra vida toda. E eles chegavam pra mim e falavam: Pai, o senhor vai falar essa história de novo? E eu dizia: Filho, de novo, de novo, de novo. Porque essa mesma palavra é repetida milhares de anos. E é a mesma que você vai falar para seus filhos e para os seus netos. Então, a gente tem que fazer força, a gente tem que envergar. Muitas vezes eles estão querendo antecipar uma fase. Eles estão querendo viver aquilo que eles não podem viver e você vai precisar puxar. E toda vez que você puxa, às vezes é desconfortável, eu sei que é, mas quanto mais você puxar pra trás, mais altos eles vão. E é interessante a analogia, porque Deus é muito detalhista, né? Porque ele fala o que um arqueiro ele precisa carregar uma aljava com as flechas. E eu e você que somos pais, a gente sabe o quanto a aljava é pesada. O quanto muitas vezes a gente acha que não consegue carregar essa aljava. Mas, muitas vezes, a gente tem que, vive as batalhas e o inimigo quer roubar as nossas flechas. Mas tá decretado nessa manhã que nenhuma flecha será roubada. Que todos nós, quando partirmos, vamos ter enviado elas pro destino profético dos nossos filhos. E é, e é interessante isso, que vai ver que para que o arco seja enviado, o arqueiro precisa fazer força.



