[0:00]Cidadania digital, mas o que que é isso afinal? Ó, até rimou.
[0:07]Muito prazer, eu sou a Bruna e sou pedagoga aqui no Instituto GRPCOM. E hoje eu estou aqui para te contar de uma vez por todas o que que é essa cidadania digital. E como o nosso papel aqui é te apoiar, no final do vídeo eu vou te dar quatro dicas de como exercer a sua cidadania digital de uma forma exemplar. Bora lá? Mas espera, espera, espera, espera, espera, eu tô vendo aqui que você ainda não deixou o like no vídeo. Então deixa já para não esquecer. Confia em mim que vai valer a pena. Para entender o termo cidadania digital, vamos pensar em uma palavra de cada vez. Provavelmente você já deve saber o significado de cidadania, certo? Nada mais é do que o conjunto de direitos e deveres de uma pessoa na sociedade, que inclui participar de decisões políticas, acesso a serviços públicos, cumprimento das obrigações, como cumprimento das leis e por aí vai. E quando eu falo em digital, o que que vem na sua cabeça? Celulares, tablets, computadores, a internet e é isso mesmo. O termo digital, ele tá relacionado ao ambiente virtual e ao uso de dispositivos eletrônicos para nos comunicarmos, acessarmos informações, realizarmos atividades diversas. Pensando nisso, nós podemos entender a cidadania digital como a ideia de exercer direitos e deveres no meio online, como, por exemplo, respeitar as regras das plataformas, proteger a sua privacidade no mundo digital, se proteger da desinformação, cuidar para não sair espalhando informação errada por aí. E claro, né, utilizar a internet de forma ética e responsável. Mas espera aí, o conceito ainda tá abstrato para você? Então, para te ajudar a entender melhor, a gente vai pensar na cidadania digital com foco em quatro pilares. Consumo e curadoria, segurança e privacidade, ética e responsabilidade e a desinformação. Vamos entender melhor cada um deles? Quando falamos em consumo e curadoria, estamos nos referindo à enxurrada de informações que recebemos todos os dias pelas redes sociais, sites de notícias e por aí vai. Você já parou para pensar que se não aprendermos a lidar com essas informações de forma certa, consumir o que faz bem, isso pode nos esgotar? Inclusive, existe um termo para isso, se chama infoxicação, que foi criado pelo físico espanhol Alfons Cornella, para descrever o fenômeno da sobrecarga de informações. De acordo com Cornella, a infoxicação ocorre quando somos expostos a um volume tão grande de informações que não conseguimos processá-las adequadamente. E resulta em stress, confusão e uma incapacidade de tomar decisões de forma eficiente. Você já se sentiu assim? Por isso, #fica dica. Selecione lugares específicos para consumir informação e se for preciso, faça um detox digital. Aceita que não tem como ficar sabendo de tudo que tá acontecendo no mundo o tempo todo, cuida da sua saúde mental, viu? E falando em informação, você tem cuidado dos seus dados? E não, eu não tô falando dos dados de jogo. Eu tô falando das suas informações tão preciosas, como o seu número de celular, documentos, informação sobre os seus gostos e por aí vai. É, a internet não é tão segura assim, não é porque a gente não tá vendo o perigo que ele não tá ali escondido, a espreita. Todo cuidado é pouco. E ó, aqui vai mais uma informação importante. Quando estamos navegando pela internet, nós deixamos a famosa pegada digital. Ou seja, deixamos um rastro com as nossas informações, indicando que estivemos ali, o que estávamos fazendo e isso pode abrir tantas, mas tantas brechas para que empresas e pessoas má intencionadas usem os nossos dados de forma indevida. E é por isso que é importante tomar alguns cuidados, como criar senhas fortes, que tenham caracteres especiais, como arroba ou asterisco, números, letras maiúsculas, minúsculas. Aí é claro, de verificar a segurança dos sites que estamos entrando e ficar sempre em alerta para não cair em golpes. Agora, vamos fazer uma outra reflexão. Você já parou para pensar em como tem agido quando está navegando na internet? Você tem respeitado as outras pessoas, tem pensado antes de postar? E agora mudando um pouco o foco da nossa reflexão, como que você tem percebido as outras pessoas na internet? Deixe suas percepções aqui nos comentários. Eu fiz essa reflexão porque isso tem tudo a ver com a ética e a responsabilidade digital, porque eu não sei você, mas eu tenho visto que o discurso de ódio tem aumentado cada vez mais. Infelizmente, as pessoas estão cada vez menos tolerantes e mais mal educadas. E calma, eu não quero te fazer desacreditar das pessoas. Mas sim, reforçar a urgência de fazermos a nossa parte para respeitarmos os outros e a gente de forma correta na internet, sem exceções. E claro, incentivar os nossos colegas aí a fazerem o mesmo. Por fim, mas não menos importante, nós temos que falar dela, que de acordo com o Fórum Econômico Mundial, está entre as maiores ameaças à humanidade dentro dos próximos anos, a desinformação. Você pode ouvir falar dela como sendo uma notícia falsa ou em inglês, fake news, mas esse não é o termo mais correto para nos referirmos a ela. Na verdade, a desinformação vai muito além de apenas compartilhar informações falsas. Ela também envolve informações manipuladas, fabricadas, fora de contexto, sátiras que têm o objetivo de entreter e por aí vai. Para resumir, toda informação que vem para nós de forma deturpada, que parece sensacionalista, que a fonte não é confiável, com certeza é uma desinformação disfarçada. Então é preciso tomar bastante cuidado. A cidadania digital é incrível, né? E ela também é urgente. Por isso, é muito importante que você leve essas informações adiante. Essa é uma corrente do bem que não é para ter medo de compartilhar, confia em mim. E para terminarmos com chave de ouro, aqui vão quatro dicas de como exercer a sua cidadania digital de uma forma boa. Então, bora lá, vamos recapitular tudo o que a gente viu nesse vídeo. Dica número um: Evite compartilhar informações sensíveis, como seu endereço, número de telefone e documentos em redes sociais ou sites que não sejam confiáveis. Use senhas fortes e ative aquela verificação em duas etapas sempre que possível. Dica número dois: Ao ver uma informação na internet, verifique se ela é verdadeira antes de sair compartilhando por aí. Procure em fontes confiáveis e confira a data e o contexto da informação. Dica número três: Lembre-se de que do outro lado da tela há uma pessoa, assim como você. Então evite discursos de ódio, comentários agressivos ou qualquer forma de agressão. Trate os outros com respeito, mesmo que você discorde dele. E dica número quatro: Estabeleça limites para o uso das redes sociais e da internet de modo geral. E assim como nós escolhemos bons alimentos para cuidar do nosso corpo, é importante selecionar boas fontes de informação para consumir. E claro, fazer pausas e desconectar-se regularmente ajuda a manter a saúde mental e evita a infoxicação, que é o excesso de informação que pode nos sobrecarregar. E aí, o que que você achou desse conteúdo? O que? Você quer saber mais, quer se aprofundar em algum dos temas que eu trouxe aqui? Então relaxa porque você tá no lugar certo. Aproveita para se inscrever no nosso canal e seguir as nossas redes sociais. Aqui no Instituto GRPCOM, o nosso maior objetivo é apoiar e fortalecer o terceiro setor e a educação, oferecendo conteúdo relevante como materiais de apoio pedagógico, cursos, premiação e muito mais. É tudo de graça. Você vai ver que vale muito a pena conhecer mais. Então confere a descrição do vídeo para você ficar por dentro de tudo. E um beijo, até o próximo vídeo.



