[0:00]A presença do Senhor é notória nesse lugar. Sejam bem-vindos ao Culto da Laje. Glória a Deus, eu quero saudar a todos com a paz do Senhor Jesus, amém. Você tá feliz com o Senhor nessa noite aí, irmãos? Glória a Deus, eu tô muito feliz porque eu tenho saúde e vida para poder estar cultuando ao Senhor nessa noite. E tô muito honrada em poder estar aqui nesse culto tão abençoado. Meu coração está aqui em paz e grato ao Senhor, que Deus continue abençoando e honrando cada irmão que está na frente dessa obra, a cada irmão que entra por essas portas que recebe de Deus. Vocês são benção do Senhor, então estamos hoje aqui para cultuar, entregar ao Senhor o nosso melhor. E sabemos nós que ninguém vai sair daqui do mesmo jeito, ninguém vai sair daqui de mãos vazias. Porque o nosso Deus, ele se faz presente aqui neste lugar, né? Quero aqui, né, continuar a apresentação. Já foi dito que meu esposo Daniel, meu filho Asafe. E nós congregamos na sarando a Terra Ferida, meu pastor presidente, pastor Vanderlei Prata, e meu pastor dirigente, pastor Eduardo. Estamos aqui hoje debaixo de benção para adorar o Senhor com os irmãos. Também trouxemos, tá, irmãos, no final do culto você vai poder estar ali acessando alguns materiais, algumas bíblias. Peguei até essa aqui para fazer o meu merchan, né? Bíblia, irmãos, leve, bonita, boa, tem de homem, tem de mulher. Ó, para você ficar chique e aonde você for poder levar a palavra do Senhor. Então olha para esse irmão e fala para ele assim, ó: É hoje. É hoje que você vai soltar esse pix e me abençoar. Fala para ele, chega essa Bíblia caquética, velha. Fala pelo amor de Deus, hein? Fala, vai abençoar a pregadora hoje em nome de Jesus. Queridos, abre comigo aí no nosso tema no livro dos Juízes, capítulo de número cinco. Glória a Deus. Juízes, capítulo de número cinco. Quero agradecer aqui também nosso irmão Cleber, né, que foi nosso Uber, nosso motorista, que Deus abençoe ele e sua esposa. Vocês são benção de Deus. Juízes capítulo cinco. Eu quero ler contigo a partir do versículo de número seis, tá bom? Juízes cinco a partir do versículo seis. Glória a Jesus. Diz assim a palavra do Senhor: Nos dias de Sangar, filho de Anate, nos dias de Jael, cessaram os caminhos de se percorrerem. E os que andavam por veredas iam por caminhos torcidos. Cessaram as aldeias em Israel, cessaram, até que eu, Débora, me levantei por mãe em Israel, me levantei. Senhor Deus, eis aqui nesta noite a sua palavra. Só continue afirmando que o Senhor tem falado nesta, neste dia e tem falado ao pai neste mês. Que o Senhor continue dando direção ao teu povo, e todo aquele que tem ouvidos para ouvir hoje que possam ouvir tudo quanto o Espírito Santo do Senhor hoje venha falar a esta igreja, em nome de Jesus, amém. Pode tomar o vosso assento. Maravilha. Sou pentecostal, então pode vir fazer o fundo aqui, ó glória. Já que hoje, hoje é segunda-feira, né, irmãos? Já vamos começar daquele jeito. Eita, maravilha. Queridos, nós estamos aqui diante de um texto, creio eu que já é muito conhecido da igreja. Por questão de estarmos debaixo de um tema. E todo tema fala-se sobre a direção de Deus. E eu sei que a direção de Deus para esse tempo e para esse povo é sobre se levantar. E esse texto, ele é praticamente um cântico. O capítulo cinco do livro de Juízes é um cântico. Débora está juntamente com Baraque, salmodiando, louvando, agradecendo ao Senhor pela vitória que Deus havia dado a eles. E eu gosto bem de frisar isso aqui, que eles estão cantando. O capítulo cinco é capítulo de vitória, capítulo cinco é capítulo de respectiva, retrospectiva. É quando eles estão ali reunidos, lembrando de como o povo estava e de tudo que Deus havia feito. É tempo de cantar, é tempo de alegria. Só que antes do capítulo cinco, antes desse cântico, houve um capítulo de guerra, o capítulo quatro. Porque certamente é assim, ninguém começa a cantar do nada e fica só no cântico. Crente passa por guerras. E que guerra foi essa, Alexia? Nós somos sabedores, o livro dos Juízes é um livro onde você tá vendo o povo de Deus dominando a Terra Prometida. Nós somos também conhecedores que quando Deus, por intermédio de Moisés, começa a libertar o povo do Egito e vai conduzindo o povo pelo deserto, até entrarem em Canaã. Ali, grande percurso no meio daquele deserto. Ali, grandes conquistas, grandes batalhas. E através de Josué, sucessor de Moisés, o povo começa a entrar em Canaã, entrar na terra que Deus tinha prometido para eles. Então, o livro dos Juízes deveria ser um livro somente de cântico. O livro de Juízes deveria ser o livro do testemunho que Deus tinha nos feito viver. Só que não é muito assim. O povo que agora estão vivendo a promessa de Deus, estão caindo em um declínio espiritual muito grande. O povo de manhã é crente, de tarde é quase, e de noite tá pior do que de tarde. O povo que está incluindo na era dos Juízes, é um povo que quando tem um líder de pé, eles se colocam de pé. Mas quando esse líder morre, parece que a vida espiritual morre junto com eles. E aqui, abre até um parêntese, que é por isso que sempre foi necessário ter alguém de pé dentro de uma casa, dentro de uma congregação. Porque uma pessoa guiada por Deus tem poder para transformar a história das outras pessoas que o cercam. Então, quando o povo levantava, o povo levantava. Quando alguém morria, o povo esmorecia. E o povo tá vivendo assim, nesse ciclo vicioso. E o que é preocupante é que o povo não está nesse declínio espiritual dentro do deserto não. Esse povo não está vivendo como tá vivendo porque estão na prova, não. Eles têm motivo de sobra, falei e repito, para festejar, para agradecer ao Senhor, porque eles estão pisando. Morando na terra que um dia era só palavra. Eles receberam uma promessa e neste tempo estão vivendo ela. Então, o que é preocupante aí, Alexia? É que tem gente que enquanto não tinha promessa na mão, era crente no deserto. Mas parece que foi acessar a Terra Prometida, parece que foi Deus abrir um pouco o caminho, começaram a retroceder. O que me confronta nessa palavra, é que nós precisamos estar ainda mais vigilantes quando estamos prestes a viver a promessa de Deus. Porque a ordem de Deus foi, vocês entrarão em Canaã, mas entrarão guerreando. Entrarão pelejando, porque na terra de vocês tem inimigos lá. Então a ordem é, é para entrar cantando, pode cantar, porém, a espada não pode sair da mão. Então, qual é a ordem? Se alegra, festeja, mas não abaixe a guarda, porque o inimigo está furioso contra vocês. Então eu já começo pregando nessa noite, falando para alguém que aqui está e dizer, está na hora de voltar novamente para a torre da vigia. Está na hora de voltar novamente a pegar a tua espada, a pegar o teu escudo. Não é porque é tempo de festejar que a igreja vai abaixar a guarda. Não é porque o mar está calmo que você vai ter que abrir mão do que o Senhor te entregou. Se você entrou obedecendo, precisa continuar obedecendo. E a pergunta do Senhor para alguém hoje é, aonde está a espada que eu coloquei nas tuas mãos? Aonde está a ferramenta que eu te entreguei?
[10:03]Tem que entrar pelejando, tem que entrar guerreando. Mas o povo tão festejando, tão curtindo. Depois eu oro, depois eu leio a Bíblia. É muito trabalho, tô cansada, a rotina. Estamos conquistando uma terra. Então, eu tô montando a minha casa. Ah, é criança, é marido, é trabalho. Ii, é muita coisa, sabe? O povo tava assim. Depois eu vou para a igreja, a gente se resolve lá. Só que vai achando que somente duas horas de culto vai te fazer permanecer na terra da promessa. O povo tá nisso, é crente, não é, vai, não vai. E vou falar, irmãos, que coisa chata. Porque quando fica nesse negócio, vai, não vai, certamente nunca vai. Estão, grave bem. Estão no lugar prometido, estão no lugar que deveriam florescer, estão no lugar que deveriam crescer e frutificar. Mas parece que o inimigo roubou deles o entendimento. Estão perecendo no lugar que foi selecionado para eles. E sabe o que é pior? Porque aqui no capítulo quatro, um povo inimigo se levanta contra o povo de Deus. Os cananeus, que tinha como rei, um homem chamado Jabim. O povo de Deus agora tá sendo oprimido. E vou falar, aí não era a primeira vez. Todas as vezes que eles erravam, Deus enviava um opressor. E agora de novo, estão tendo que passar por isso. E esse inimigo aqui, ele é cruel. O escritor fez questão de dizer, eles feriam cruelmente o povo de Israel. Esse povo tinha 900 carros de ferro, irmão, e para esta época, eles estavam completamente à frente do seu tempo. O povo ainda só andava de carroça, e eles já tinham carros de ferro. Eram um povo preparado belicamente muito bem. O povo de Jabim, tacava o terror só de ouvir falarem o nome deles. E o pior, que quando os carros de ferro se movimentavam, o som daria, então, era aterrorizante. Agora, olhe bem, o povo de Deus, que era dono da terra, tá tendo que fugir da terra que Deus separou para eles. E por quê? Porque o inimigo é forte? Não, porque deu lugar para desobediência. A terra é deles, o lugar Deus os deu para dominar. Só que por conta da preguiça espiritual, o inimigo está entrando, tá oprimindo, está roubando tudo que o povo planta na cidade. E eu quero frisar isso aqui hoje porque tem coisas que acontecem. Não é porque o inimigo ficou mais forte. Não é porque o chifrudo está com mais força. Mas às vezes, é por negligência nossa, no nosso posicionamento. Tem casas aqui hoje que estão só pelo sangue do cordeiro. Estão pela misericórdia. Por quê? Porque tem tudo naquela casa, menos quem deveria estar, que é a presença de Deus. E é por isso que Deus te sentou hoje nessa cadeira para falar para você, eu não preciso de multidão para salvar alguém. Eu só preciso de um crente posicionado na casa. Eu só preciso de um irmão sensível. Eu só preciso de alguém disposto a orar e a acreditar que Deus ainda liberta do vício, que Deus ainda liberta da maconha, Deus ainda liberta do álcool, Deus ainda liberta, cura, salva e transforma. Deus não mudou. Às vezes, Jabim só tá ganhando campo porque você abriu a brecha para ele entrar. Eu vou te falar, viu, uma vez que o campo foi aberto para o inimigo, dificilmente será para tirar ele daí de dentro. Porque o inimigo quer se apropriar do que é do povo. O inimigo quer dominar as plantações. Tanto que no no capítulo cinco, no versículo seis, Débora tá dizendo que o povo que andava pelas veredas certas, começaram a andar por por caminhos torcidos. O que é que isso quer dizer? Eles tinham que andar por vielas, escondidos. Não andavam mais livremente. Tinha até toque de recolher, se você quer saber. Um povo que tá na Terra da Promessa, foi chamado para a liberdade. Mas deu lugar ao inimigo para os oprimir. E eu vou te falar, e é dentro desse contexto aqui, aonde tem gente escondida, aonde tem gente calada, que Débora, chamada como profetiza e juíza de Israel. Está no alto de uma montanha. E ela está debaixo da palmeira. Ela estava ali fazendo o quê? Dando ao povo os seus desígnios. Como juíza, ela orientava o povo de Israel. E olhem bem, que é tempo de calamidade. O caos está estabelecido. Mas ainda tem uma profetiza de pé, com a boca aberta para pronunciar e para auxiliar o povo que estava necessitado. Eu tô entendendo pelo caminho que o Senhor quer nos guiar nesta noite. E ele tá dizendo para alguém, tempos difíceis nunca serão desculpas para profetas se calarem. Ao contrário disso, é nos piores momentos que profetas anônimos começam a aparecer. É no tempo da dor, é no tempo da traição. É no tempo da decepção que Deus começa a levantar alguém, oh glória. E eu quero profetizar que tem Déboras aqui dentro hoje. E o Espírito de Deus está falando para a igreja. Se você ficar na brecha, não tem Jabim do inferno que terá poder de te calar e arruinar a voz profética. Olha, irmãos. E ela tá lá. Jabim tá solto, oprimindo e ela tá lá. Com você assim, assim, assim. Com você assim, assim, assim. Vai ter um dia em que Débora vai mandar chamar Baraque. Baraque, esse homem responsável em Israel pela tropa, pelo exército. E ela tem uma ordem para dar para Baraque. E eu gosto muito disso aqui. Porque Débora poderia muito bem descer, ir até a casa de Baraque e entregar a Baraque o que Deus tinha entregado para ela. Como profeta, ela poderia fazer. Só que da onde ela está, ela vai mandar a mensagem. Chamem Baraque até aqui. E aqui eu já entro, já é o nosso meio da mensagem pro final. Porque eu tô vendo Baraque sendo chamado pela profetiza. E quando falamos de linha profética na Bíblia, quando falamos de profetas na Bíblia, falamos do próprio Deus, irmãos. Porque o profeta era a boca de Deus na terra. Então, quando Baraque recebe a mensagem, é como se falasse assim para ele, Baraque, Deus tem uma mensagem para você. Arruma tudo, oh glória. E suba até onde Débora está. Eu gosto quando Deus faz isso. Tem momentos em que Deus vê que de nós não há força para ir.
[18:52]Aí o que ele faz? Vai atrás e grita o nome. E tem vidas aqui, eu tô sentindo Jesus nessa casa. Que já eram para estar no lugar devido. Já eram para estar posicionado. Só que por conta do medo, por conta dos problemas da vida, por causa disso e daquilo, estão parados, travados. Só que para todo Baraque que está morrendo de medo, Deus já está mandando o mensageiro na tua porta. E quem é o mensageiro hoje? O mensageiro é Alexia. Mas com a palavra de quem? Com a palavra de Deus, Baraque. E a palavra de Deus para alguém hoje é, sobe o monte, sobe o monte, porque eu já tenho coisa grande para te entregar. Baraque, eu tenho que entregar o microfone agora. Só que eu tô vendo carros e cavalos e não são normais. Eles estão queimando em fogo. E o Senhor tá dizendo Alexia, avisa a igreja que eu já mandei uma comitiva do alto céu para guerrear com eles nesta guerra. O inimigo veio de alto para acabar. Mas ouça, ouça, ouça, ouça, pisa neste varão. Ouça como ele passa na igreja. Ele é calabora, são dele, para sai. Deus está visitando o povo dele hoje. Deus está visitando o povo dele hoje. E ele tá dizendo, prepara. Prepara, prepara. É tempo de guerrear. É tempo de guerrear. É tempo de se colocar de pé.



