[0:00]Me diz aí, como que você escreve a letra da sua música? Você só pega aí um papel, caneta ou então um bloco de notas do celular e escreve qualquer coisa que vem na tua mente. Pois saiba que depois desse vídeo aqui você nunca mais vai escrever a sua letra do mesmo jeito. Nesse vídeo eu vou te mostrar que a rima não é algo aleatório, pelo contrário. A rima é algo que segue um padrão e dependendo desse padrão que você usa faz uma diferença gigante na sua música. Então presta atenção nisso daqui porque poucos sabem disso e é uma coisa que vai virar a chavinha bem dentro da sua cabeça. E caso você goste desse conteúdo aqui, saiba que isso aqui é apenas uma das mais de 80 aulas que tem lá no meu treinamento de produção musical pelo celular. Lá você encontra várias aulas de composição de letras para você nunca mais sofrer com aquele bloqueio criativo. Eu te ensino a gravar músicas de qualidade pelo celular usando coisas que com certeza você tem em casa. Te mostro como usar o Band Lab e todos os seus efeitos sonoros, mixagem, masterização na prática. São várias técnicas e vários segredos aí que ninguém te contam e que vão te levar para outro nível. Sem falar também dos módulos extras de divulgação e monetização, onde eu te ensino a divulgar sua música e a ganhar dinheiro com ela. Enfim, é um curso completo para artistas inteligentes que querem levar a sua carreira a sério, querem levar sua música a sério e estão realmente dispostos a correr atrás e fazer isso acontecer. Porque tem muitos que dizem: "Ah, eu quero muito estourar, pá pá pá", mas não faz esforço nenhum. Então é realmente para quem quer. Sem mais enrolação, fiquem aí com essa aula gratuita que vai ajudar muito vocês.
[1:37]Então, tudo que eu falei até agora nessas aulas aí, foi tudo um preparatório, tá ligado? Essa questão do, do tipo de rima que eu tô citando. Então é tudo uma questão preparatória para a gente chegar nessa parte aqui. Porque para mim essa parte que mais vai te influenciar, mais vai te ajudar a escrever a sua letra em si. Então, saiba que a rima ela não é aleatória, é uma coisa que você tem que botar na sua cabeça, a rima não é aleatória. Você talvez possa fazer ela na sua mente aí de forma aleatória, porém, ela não é, você está seguindo um padrão. Um padrão que você talvez tenha aprendido, aprendido com questão de repetição, você tem ouvido em músicas e tem aprendido o padrão que se usa em músicas. O cérebro ele é muito bom, o cérebro é, ele é muito bom em identificar padrões. Alguns mais que outros, né? Porém, o maior exemplo disso é a questão da rima em si. O ser humano ele não nasce aprendendo a rimar, ele não nasce manipulando com madeira, ele não nasce assim. Ele simplesmente aprende, aprende como? Na escola? Não necessariamente. Na escola você também aprende um pouco ali sobre rima, quando você vai aprender sobre poemas e pá. Só que você não aprende só na escola, você aprende do que você vive, do que você ouve, do que você escuta, no que você lê. Então você acaba aprendendo ali uma parada de forma indireta, você acaba identificando o padrão. Só que esse padrão também é explicado pela literatura, pela questão da rima, né? Cada rima que você constrói, existe uma classificação, existe um nome para essa rima que você construiu, e é o que eu vou estar ensinando nessa aula aqui. Então, ok, você aprendeu lá na aula passada, aquela questão que eu falei para vocês aprenderem, se você não aprendeu, vê a aula lá passada de novo. Mas é aquela questão lá do A B B A, que eu falei que eu vou dar esse nome para as rimas, que é para ficar mais fácil da gente classificar elas, entendeu? Então, em vez de usar rima, eu vou estar usando as letras A, B, C e D. Entendeu isso? Ok, a gente já pode partir para essa aula aqui. Então, como eu disse, a gente vai interpretar os padrões para a gente denominar a nossa rima. O esquema de rima, o tipo de rima que a gente está usando na nossa estrofe. Então, começando aqui pela rima intercalada. Pode ser chamada de rima oposta ou rima interpolada, pode ter que ser usado esses três nomes. O tipo de rima intercalado diz respeito aos versos que se combinam na primeira e na quarta linha da estrofe, junto a um par de rima nas linhas centrais (ABBA), assim: não deve ter entendido muita coisa, mas só presta atenção nisso daqui, ó. Versos que se combinam na primeira e na quarta linha da estrofe. Sacou? Então a gente pode estar vendo aqui, ó. Alegre Campos, Verdes Arvoredos. Claras e frescas águas de cristal, que em vós os debuxais ao natural, discorrendo da altura dos rochedos. Arvoredos, cristal, natural, rochedos. Edo, al, al, edus. É esse, esse esquema de rima intercalado. E por que a gente vai chamar esse esquema de rima aqui intercalado? Porque, como você pode ver aqui, ó, os versos se combinam na primeira e na quarta linha da estrofe, ó. Primeira linha e a quarta linha, você vê aqui A e A. Edus e edus, estão rimando. Você vê aqui, ó, uma linha, duas linhas, três linhas, quatro linhas. Se está difícil de entender, mas deu para entender, né? Quatro linhas aqui. Então a rima um está rimando com a rima quatro, o primeiro verso está rimando com quatro versos, edus com edus, e o segundo com o terceiro, ó. O segundo com o terceiro. Então a gente classifica esse tipo de rima como? Rima intercalada, porque ela é A B B A. Então, vem a rima primeiro, vem a primeira rima, a rima A, depois vem duas parecidas, uma do lado da outra, tá ligado? BB e depois vem A de novo, tem esse intervalo de duas rimas até vir a próxima da primeira. É meio complicado, mas é só você decorar essa questão aqui, ó, o que está dizendo aqui. Como definir uma rima intercalada? Os versos se combinam na primeira e na quarta linha da estrofe. Na primeira, aqui, ó, edus e rochedos. Então você fez uma música com essa letra aqui, então você fez uma estrofe, a letra da sua música usando um esquema de rima intercalada. Você fez um A B B A, porque você fez os versos se combinar na primeira e na quarta linha da sua estrofe. Isso é um esquema que você pode estar fazendo nas suas músicas para você rimar, tá ligado? Mas eu vou estar passando para o próximo, no final eu, eu destrincho mais isso. Outra rima também que essa aqui é a que eu mais vejo sendo aplicada em música, que eu mais vejo, sendo aplicada nem, não só em música, mas em poemas também, que é a rima alternada. Eu vejo muitas pessoas que fazem músicas que simplesmente só usam a rima alternada. Às vezes pode fazer porque, sei lá, acha melhor, mas tipo, cara, entenda que não existe só esse padrão de rima. Eu acredito que você também já usou muito esse padrão de rima para escrever alguma música sua, e às vezes nem sabia que existia outro padrão, que você poderia usar outra forma de rimar além dessa. Rima alternada, ela vai alternar, em vez de ser intercalada igual a outra, né? Que tipo, faz a primeira rima no começo e depois só faz a primeira rima de novo no final. No meio dela tem mais duas. Aquilo lá intercalada, é outro estilo que você pode usar. Agora alternada, como o próprio nome diz, ela alterna, ela faz a rima, faz uma rima, depois faz outra rima diferente, depois faz a mesma rima da primeira, depois faz outra rima parecida com a de cima. Nossa, muito difícil explicar isso, mas assim. Aqui no exemplo prático dá para vocês entenderem, ó. Tudo quando penso, tudo quanto sou. É um deserto imenso onde nem eu estou. Entendeu? Ele vai intercalando, intercalando não, intercalada é outra, mas vai alternando. Penso, sou, imenso, estou. Penso, sou, emenso, estou. Então aqui, ó, enso forma a rima A, como eu expliquei lá para vocês, e enso de novo, forma a rima A de novo, e a rima ou forma o B, e aqui embaixo também a rima ou forma o B. Simplificando, simplificando e resumindo tudo, você rima a primeira com a terceira, e a segunda com a quarta. Um, dois, três, quatro, tem quatro versos na minha estrofe. Então eu estou rimando o primeiro com o terceiro, e o segundo com o quarto. Entendeu a diferença? Aqui, ó. Na rima intercalada a gente rima o primeiro com o último, a gente não rima com o terceiro e o segundo com o terceiro. Já aqui na alternada a gente rima a primeira com a terceira, e a segunda com a quarta. Aí forma o esquema ABAB, porque é alternado, tá ligado? Vai alternando, ó. Um, outro, um, outro, um, outro. E é isso, rima alternada. Como eu disse, esse aqui é o mais simples, esse aqui é o que a geral usa, mano. Então acho que foi mais de boa pra gente entender. Agora essa próxima rima que eu vou estar falando aqui para vocês, cara, sinceramente, ela é mais complexa, ela é mais complexa, a mais difícil de usar. E sei lá, não sei se é por questão de ser muito complexa ou, ou simplesmente gosto pessoal, é a rima que eu mais curto, mano. Se eu ouço uma rima dessa numa música, eu fico, caraca, o cara, o cara soube fazer a parada. Eu até me tornei um pouco contraditório com o que eu disse no, no, no início do estudo, tá ligado? Que eu falei que existe um padrão na rima que a gente identifica, mas isso aqui não deixa de ser um padrão, porque é uma rima, uma rima misturada. É algo mais aleatório, onde não existe padrão, porém esse padrão, ele se denomina, ele existe um nome para esse, para esse algo aleatório. Meu Deus, quebra a cabeça, mas eu vou, eu vou estar mostrando aqui. Falando sobre a definição, né, de uma rima misturada, mas vou estar citando o exemplo depois. Mas aqui, ó, no caso de uma rima misturada, não ocorre uma configuração marcada para cada sílaba semelhante. Então não existe uma configuração padrão, não é tipo, primeira com a segunda ou a terceira com a quarta, tá ligado? Elas aparecem no poema em uma disposição mais aleatória. A palavra que, que dita tudo é isso aqui, ó: aleatório, ó, aleatório e misturado. Essas palavras que vão definir esse estilo de rima aqui, embora continuem contribuindo para a sonoridade da obra. Então, esse estilo de rima aqui, ele não segue um padrão, é algo completamente aleatório. Só que por ser aleatório, deixa de ser rima? Não. Simplesmente torna algo completamente diferente que existe rima e não segue padrão. Então, aqui, ó, você pode ver, a gente já pode identificar aqui as letras no final. Você vê que tem a letra A, B, C, D e E. São cinco rimas diferentes usada nisso daqui, entendeu? Cinco rimas diferentes. Ok, que não é só uma estrofe só, porém são cinco rimas diferentes, usada nesse texto aqui, que elas vão rimando aleatoriamente. Então assim, ó, as palavras estão muito ditas e o mundo muito pensado, fico ao teu lado. Não me digas que há futuro, nem passado, deixe o presente, claro, no muro sem as coisas escritas. Você vê aqui, ó, que ele fez a rima itas, itas não, na verdade as, que é a rima A, a gente vai chamar as de rima A. Daí o que é que ele fez? Ele citou outras rimas, ele fez outras rimas, ó: pensado, lado, rimou, B com B. Só que aí o que é que ele poderia fazer? Ele poderia rimar, aqui, ó, aqui embaixo ele poderia fazer um verso aqui rimando com A de novo, ele ia fazer o quê? Ele ia fazer uma rima intercalada, porque ele ia usar ABBA, ia rimar o primeiro com o último verso. Só que não, ele fez algo mais aleatório, ele poderia ter rimado aqui, mas ele manteve, tá ligado? Manteve a aleatoriedade. Ele fez um A, B, B, aí o quê? Ele foi para o outro verso, no verso ele fez um C. Ele poderia ter ido para o A ainda, ele não fez, ele foi, fez o B de novo aqui, ó. Fez o B, depois fez o C de novo e só agora que ele fez o A. Então você entendeu a, a, a parada que está aqui? Para ele rimar com A, ó, a distância que ele fez, mano. Ele poderia ter, ter rimado bem por aqui, mas ele alongou, ele fez algo completamente aleatório, ele não seguiu um padrão. Aqui embaixo, deixa eu presente, não faleis, não me explique o presente, ó, aqui ele já lançou outra rima, a rima é. A gente vai chamar de E, né? Não só é, mas ele só lançou a D também, ó. Ales e Ent. Aí ele citou essas duas rimas e logo aqui ele jogou um Ado, ele rimou de novo, ó, com o B. Só que aonde que ele foi rimar com B? Depois de muito chão, depois de muito falar, ele rimou com B de novo. Então, tipo assim, isso daqui pode quebrar muito a sua cabeça. Você pode, provavelmente você deve estar com a cabeça assim, caraca, eu não entendi nada, mano, não entendi nada. E é aí que está o ponto, mano, de você não ter reconhecido, você não entendeu nada porque, às vezes você pode, pode não estar entendendo nada porque você não entendeu o contexto todo. Então, se você realmente não entendeu nada disso daqui, vê as últimas aulas aí, realmente aprende sobre a parada para você entender mais sobre isso daqui. E por que também eu digo que muito provavelmente você não deve ter, ter entendido isso aqui de forma clara? Porque, simplesmente, não existe um padrão, como eu disse, eu, eu, isso aqui é uma quebra de padrão, você não conseguiu identificar um padrão. Porque isso é uma rima misturada, é algo completamente aleatório. Não tem outra coisa, não tem como você entender algo aleatório, não tem como você definir, tipo, descobrir o padrão da, da aleatoriedade. Porque não existe padrão em aleatoriedade. Ah, então quer dizer que eu posso fazer igual ele aqui e lançar uma rima aqui, depois outra rima lá e outra aqui, outra lá? Não. Isso vai muito da sua inteligência, da estética que você vai aplicar na sua música. Se você realmente consegue fazer isso, não é, não é simplesmente, ah, eu não sei escrever uma letra, eu vou escrever rima aleatória aqui e ver se rima. Não, você tem que ter muita noção, mano. Você tem que, sei lá, ler muito, você tem que ler muito, ler bastante poema. Inclusive essa é a dica que eu ia dar mais pra frente, mas eu vou, eu vou dar essa dica agora. Como eu disse, poema é música, lê bastante poema para você identificar como é os padrões de rima ali, tá ligado? Para você usar para escrever a sua letra, então, tudo bem, você não tenha entendido isso aqui, mas pelo menos os outros você tem que ter entendido. Intercalada e a rima alternada, você tem que ter entendido ao menos. Mas sobre a rima misturada não tem muito o que entender porque é aleatório, então faz parte, mano. Outro tipo de rima que eu acabei esquecendo de colocar aqui no exemplo para vocês, é a rima parelha. Eu acho que é parelha que chama, é uma rima que é colada na outra, tá ligado? Então, tipo assim, é como se fosse esse aqui, ó, um BB. Você vê que é um B B, é uma rima depois de outra, tá ligado? Ó, A depois de A e B depois de B, é uma seguida da outra. Então a gente denomina de rima parelha. Então é isso daí, isso aqui parece bastante complicado, mas não é, cara. É uma coisa bem simples, porque é só identificar padrões, tá ligado? Identificando isso aqui, está suave. E também tem mais uma coisa que é mais simples, é bem mais simples que isso aqui, mas eu vou estar explicando na próxima aula.
[15:18]Enfim, rapaziada, essa foi a aula, espero que vocês tenham curtido, tá ligado? E é praticamente assim toda a dinâmica do curso, são mais de 80 aulas, o que você viu aí é 1% do curso, tá ligado? Porque tem mais de 80 aulas lá, e cada aula eu trago um conteúdo novo, trago uma técnica nova, um segredo novo para você criar uma música melhor. Enfim, muitos alunos passaram por esse treinamento, a aprovação dele é gigantesca. E eu ainda te dou 7 dias de teste, mano, 7 dias de teste, para que é melhor? Você vai lá no curso, testa ele, testa o método que eu ensino, testa os ensinamentos, se você não tiver resultado na música, eu te devolvo todo o dinheiro de volta. Para você ter certeza que eu garanto o que eu ensino. Então você não tem nada a perder. Então clica bem aí no primeiro link da descrição para saber mais sobre o curso, lá tem mais informações e você pode se inscrever por lá também, e pode ter certeza que eu te espero lá.



