Thumbnail for Esse Vídeo Vai te Encontrar Quando Você Estiver Perto de Vencer by Ernesto Reis

Esse Vídeo Vai te Encontrar Quando Você Estiver Perto de Vencer

Ernesto Reis

25m 24s3,787 words~19 min read
Auto-Generated

[0:00]Se você tá aqui, é porque algo aí dentro de você sabe que a vitória tá perto. E também sabe que tem algo te puxando para trás. Você vai pensar que é falta de disciplina, falta de método, falta de sorte, mas não é nada disso. Eu passei 18 anos no exército brasileiro, cheguei a major dentro das Forças Especiais. E hoje eu vivo a vida que eu construí depois de largar tudo isso. E eu tô genuinamente feliz que você esteja aqui assistindo esse vídeo agora. Porque se você chegou até esse título, significa que tem algo aí dentro de você que tá buscando crescer. E cá entre nós, isso já te coloca à frente de 90% das pessoas. Se você tá a meses, há anos, batalhando por alguma coisa e sente que você tá prestes a chegar lá, mas algo te trava. Nos próximos 20 minutos, eu vou te mostrar o que é esse algo, por que isso aparece justamente agora e o que você pode fazer hoje para atravessar esse momento. Eu vou te contar a história de um aluno do curso de comandos que desistiu faltando 10 segundos para o fim da prova mais difícil da vida dele. E ele só descobriu isso depois. Eu vou te falar também sobre um homem que apareceu no meu quintal, cobrando 30 dólares por um trabalho que outros fazem por 100 dólares. Em algum momento desse vídeo eu vou te contar porque pedir demissão do exército foi a coisa mais assustadora que eu já fiz na vida. E o medo que eu tinha não era o que você imagina. Então fica comigo porque você não chegou aqui nesse vídeo por acaso. São 11 horas da noite de um domingo, você está deitado na cama, a luz do celular bate no teto do quarto, você desliga, liga de novo, desliga. Amanhã é segunda-feira. E você sabe que você vai acordar com aquela sensação no estômago. Não é medo do trabalho, não é medo da semana, é medo de mais uma semana parecida com a semana anterior. Mais uma semana sem mover uma coisa que importa. Aquele projeto que você começou cheio de fé há 8 meses atrás, aquele negócio que você jurou que você ia destravar esse ano, aquela mudança que você prometeu para si mesmo no ano novo. Ela tá lá parada, esperando você. E quanto mais ela espera, mais pesado ela fica. E olha só, a sua vida não tá ruim. Esse é o problema. Ela tá no quase. Você tá construindo alguma coisa há vários meses, pode ser um projeto, pode ser um negócio, pode ser uma carreira nova que você quer, pode ser um corpo novo, pode ser um relacionamento que finalmente tá funcionando. E você sente isso, você sente no peito que tá perto. Mas alguma coisa começou a acontecer. Você começa a adiar pequenas coisas, coisas que antes você fazia no automático. Você começa a brigar com as pessoas que te apoiam, sem nenhum motivo aparente. Aparece um cansaço estranho que não é físico. É um cansaço que dorme com você e acorda com você. Você abre o computador para fazer aquela tarefa que vai destravar tudo, fico olhando para tela. 5 minutos, 10 minutos, aí abre uma aba nova. Aí vai no Instagram, aí volta, aí volta para a tarefa de novo, fecha o computador. Promete que vai fazer amanhã. E o pior é que você sabe, lá no fundo, você sabe que não é preguiça. Preguiça era mais fácil de resolver, preguiça você reconhece. Isso aqui é diferente. Isso aqui parece que tem uma mão te puxando para trás, toda vez que você chega perto. E aparecem os pensamentos. Será que isso é para mim? E se der certo eu não souber lidar? E se eu me tornar uma pessoa que a minha família não reconhece? E se eu vencer e descobrir que ainda não me sinto suficiente? Você anda evitando ficar sozinho com a sua cabeça. Sabe aquele momento? O carro tá estacionado na garagem, antes de você subir para casa. A primeira meia hora antes que apaga a luz para você dormir. O banho longo demais para esconder o quanto você não quer sair de lá. Esses momentos doem, porque é nesses momentos que os pensamentos chegam. Então pergunta para você agora, com honestidade, quantos desses pensamentos você já teve essa semana? Anota aí porque essa é a primeira parte que você precisa entender. Quase ninguém fala sobre isso. Isso que você tá sentindo tem um nome e não é falta de disciplina, não é falta de força. Não é medo de falhar, é medo de vencer. Deixa eu te contar uma história que eu nunca esqueci. Eu fui fazer o curso de comandos do Exército Brasileiro. E quando a gente chegou lá, do centro de instrução de operações especiais, teve uma surpresa. A piscina tava em reforma. Sem piscina, não tem como fazer as sessões de natação militar. E natação militar é uma das partes mais duras do curso de comandos. A solução foi improvisar, a gente passou a treinar numa área que era do corpo de bombeiros lá em Niterói. Mas tinha um detalhe importante. A gente não podia entrar fardado naquela piscina, porque ia sujar a água, os bombeiros não tinham tempo para fazer manutenção todo dia. Então a equipe de instrução adaptou, teve uma ideia genial. A gente nadava de sunga e para compensar o peso do equipamento, né, do fuzil, que a gente nadaria normalmente fardado, eles colocaram cintos de mergulho na nossa cintura, com alguns pesos no cinto. E quem nunca nadou com peso amarrado na cintura, não imagina o que isso faz com o nosso corpo. O ponto de equilíbrio do corpo muda, a flutuação muda. Tudo o que você treinou durante meses para fazer fardado, simplesmente não funciona mais do mesmo jeito. E aí veio uma das provas que eu mais lembro. A gente tava no tanque tático, que tem uns 5 metros de profundidade. E o objetivo era flutuar durante um determinado tempo, mas a equipe de instrução não disse qual era esse tempo. Essa é a pior parte, porque você tá ali na água, com peso na cintura, sem saber quanto tempo falta. E eu lembro do meu corpo já não ter aguentando mais, eu estava só com o nariz para fora, a boca já estava entrando na água, engolindo água, a respiração profunda, pulmão queimando. Aquela agonia subindo pelo peito. E aí a gente foi olhando ao redor e os alunos foram colocando a mão na borda, um por um. Mas tinha uma regra, colocar a mão na borda não significava a sua desistência. Para desistir mesmo, o aluno precisava tirar o gorro preto e entregar para o instrutor. Era o gesto que precisava ser feito. No final só sobraram dois alunos nadando, eu e mais um. Eu olhei para ele, vi o rosto dele, que ele tava ali no limite, ele tirou o gorro, entregou para o instrutor e falou que queria ir embora. 10 segundos depois, 10 segundos depois daquele gesto, o instrutor apitou e a prova acabou. Quando a gente voltou para o alojamento, ele tava arrumando as malas dele, ele ia voltar para casa, já estava fora do curso. E eu cheguei perto dele. Ele tava com o rosto destruído, chorando, e ele virou para mim e falou uma frase que eu carrego até hoje. Se eu soubesse que faltavam 10 segundos, eu não teria desistido. E é aqui onde a maioria de vocês vai se reconhecer, porque a vida não te avisa que faltam 10 segundos. Ela te coloca no escuro de propósito. E existe uma razão para isso acontecer, uma razão neurológica. Eu vou te explicar essa razão agora. O seu cérebro não foi desenhado para te fazer feliz, ele foi desenhado para te manter vivo. E vivo para o seu cérebro é igual a previsível. Tudo que é novo é considerado uma ameaça. Não importa se a novidade é boa, não importa se aquilo ali é o seu sonho. Pro seu cérebro, qualquer coisa fora do que você já viveu antes é um território perigoso. Agora pensa comigo, o que acontece quando você tá prestes a ter uma virada grande? Você tá prestes a sair do que era previsível. Você tá prestes a entrar num lugar que o seu cérebro não conhece. Aí ele dispara, ele puxa o freio, ele inventa pensamentos, ele inventa o cansaço, ele inventa motivos para você parar, para você desistir. Presta atenção nisso. Isso não é fraqueza, isso é biologia. O seu subconsciente prefere a dor conhecida ao prazer do desconhecido, porque a dor conhecida ela é previsível. E previsível para ele é sobrevivência. Então anota essa frase: a resistência proporcional à proximidade. Quanto mais perto da vitória você tá, mais forte o impulso de desistir vai aparecer. Isso não é um sinal que você tá no caminho errado, é um sinal que você tá chegando lá. Aquele aluno na piscina, ele não desistiu por fraqueza, ele desistiu porque o cérebro dele leu aquela situação como morte iminente. E não tinha ninguém ali para dizer para ele que faltavam só 10 segundos. Mas tem um segundo motivo aí. E esse aqui é o que ninguém te conta. Então fica comigo, porque é aqui que a coisa começa a mudar. A maioria das pessoas não tem medo de falhar, a maioria das pessoas tem medo de vencer. Pensa nisso. Por que vencer assusta tanto? Porque vencer significa que você vai ter que se tornar uma pessoa nova. E essa pessoa nova vai expor uma coisa muito difícil de aceitar, que a versão antiga não era tão boa quanto você achava. Vencer significa perder as desculpas, perder a história de não conseguir por causa disso. Você vira o responsável por tudo que vier dali em diante. Vencer significa que as pessoas vão te olhar de outro jeito, algumas vão se afastar, algumas vão cobrar mais, algumas vão querer te derrubar. E aqui tá o que mais assusta no fundo. Se eu vencer e descobrir que ainda não me sinto suficiente. E se eu chegar no topo e o vazio continuar lá? Esse medo é real. E o seu cérebro sabe disso, porque ele cria sabotagem perto do final para te proteger de descobrir uma resposta que talvez você não queira ter. É por isso que tem gente que cava 5 anos atrás de uma mina de diamante e desiste a um centímetro. É o medo do que vai encontrar do outro lado. E eu quero que você pense numa coisa agora, com muita sinceridade. Se você tiver sorte, você vai viver 80 anos. 30 anos dormindo, tira mais 30 trabalhando, sobram 20. 20 anos para realmente viver, duas décadas. E parte dessas duas décadas você já queimou. Parou para fazer essa conta já? E você quer passar o que sobra com medo de descobrir do que você é capaz? Com medo de uma resposta que você ainda nem sabe qual é? Essa parte aqui anota, porque essa é a virada do vídeo. Tudo o que você tá construindo agora, você consegue. O problema nunca foi a sua capacidade, o problema é que você tá tentando vencer com a mente da pessoa que ainda não venceu. E essa mente vai te trair no centímetro final. Sempre. E olha só, eu falo sobre vencer com tanta convicção porque eu já vivi a sensação de quase perder o que eu construí com sangue. Quando eu criei o penso como forças especiais, eu não tinha ideia do tamanho que isso ia tomar. Era só um nome, era uma marca pequena, mas com o tempo, o canal foi crescendo e aí começaram a aparecer contas no Instagram, usando o mesmo nome, contas no TikTok, usando o mesmo nome, pessoas tentando surfar em cima de uma coisa que eu construí com muito sangue, suor e lágrima. E eu percebi uma coisa. Tudo o que eu tava construindo podia ser tomado de mim. Então eu conheci o trabalho da Move on Marcas, que é a minha parceira aqui. E eu resolvi registrar o meu nome. Hoje o penso como forças especiais é uma marca registrada, é uma marca protegida. E se você tá construindo alguma coisa séria, um negócio, um nome, um projeto, registra. Não espera o problema chegar. Quando o problema chega, já é tarde demais. Tem o link da Movon aqui na descrição. E eu falo da Movon porque isso me traz um alívio. Eles que cuidaram de proteger aquilo que eu tô construindo em cima de muito trabalho duro. Agora voltando. Era outono de 2023, eu já morava aqui nos Estados Unidos. As folhas já tinham caído no quintal de casa, das árvores. E um homem bateu na minha porta. Ele tava com um rastelo na mão, se ofereceu para varrer as folhas. E eu perguntei para ele quanto era. Ele sorriu calmo e respondeu: Ah, 30 dólares. Eu fechei o acordo, falei, pode ir. Ele começou a trabalhar, eu voltei para dentro de casa para assistir TV. 4 horas depois eu olhei pela janela, ele ainda estava lá, todo suado, sujo, ainda varrendo o quintal. E aí me bateu uma coisa estranha. Normalmente, um serviço desse, né, aqui custa 100 dólares no mínimo. E os caras terminam em 30 minutos. Ele vem com um soprador, com um equipamento próprio. Esse homem estava vendendo 4 horas da vida dele por 30 dólares. Quando ele terminou, eu peguei uma nota de 50 e entreguei para ele. Ele segurou aquele dinheiro com tanta felicidade, com as duas mãos. Ele abaixou a cabeça, agradeceu como se aquilo tivesse salvado o dia dele. E então eu perguntei para ele quantas casas ele já tinha varrido naquele dia. Ele falou, essa aqui é a terceira. Ele comentou que normalmente trabalhava 14 horas por dia. Aí eu perguntei para ele por que. Ele não me respondeu com palavras. Ele simplesmente tirou a carteira dele do bolso, abriu a carteira e me mostrou uma foto. Dois meninos e uma mulher. Ele começou a sorrir, apontou para a foto e disse uma frase que mudou a forma como eu olho para o esforço humano. Se eu vencer hoje, eles ganham um futuro. Se eu desistir, eles ficam sem comer. Naquele momento eu entendi. Aquele homem não estava lutando por um troféu. Ele não estava lutando por reconhecimento de ninguém. Ele estava lutando pelas pessoas que estavam na arquibancada da vida dele. E é aqui que eu quero parar para fazer uma pergunta para você. Porque essa parte é muito importante, então anota aí. Quem ganha se você vencer? Pensa. Seu filho ganha um exemplo, sua esposa ganha tranquilidade, seu marido ganha alguém que ele se orgulha. Os seus pais ganham um descanso que eles nunca tiveram. Aquele amigo que você sempre disse que ia ajudar quando tivesse condição, vai ganhar uma ajuda. Ele ganha alguma coisa se você vencer? Porque eu vou te falar uma coisa que demorou muito para eu entender. Quem luta só por si mesmo desiste mais cedo. Mas quem luta por alguém, atravessa o impossível. Pausa o vídeo agora se você precisar, vai nos comentários, escreve o nome de quem ganha quando você vencer. Não precisa ser para mim, é para você mesmo. Mas escreve, porque o que sai da sua cabeça e vira uma palavra, ganha um peso maior. E quando você precisar de força no centímetro final, volta aqui nesse vídeo e lê o que você escreveu. E eu sei disso, porque eu também precisei descobrir quem ganhava se eu vencesse. E foi isso que me deu coragem para fazer a coisa mais assustadora que eu já fiz na minha vida. Eu pedi demissão do Exército brasileiro sem aposentadoria, sem garantia, sem rede, sem um centavo que eu levei para casa. E eu vou ser bem honesto com você. Muita gente romantiza isso. E às vezes até eu posso não ter sido claro quando eu citei essa frase. A gente fala em queimar os barcos como se fosse um ato heróico, né? Os vikings queimavam os barcos quando eles chegavam na costa inimiga, para que os soldados deles não tivessem nenhuma opção a não ser vencer ou morrer. Mas isso só funciona se você tá sozinho. Porque quando tem gente que depende de você, queimar os barcos de qualquer jeito pode não ser coragem, pode ser uma irresponsabilidade. E eu quero ser claro nisso aqui. Eu não larguei o exército do nada. Eu construí uma reserva durante quase duas décadas lá dentro. Eu tinha um imóvel no Brasil, eu tinha um carro pago aqui nos Estados Unidos. Eu tinha um colchão financeiro que me dava alguns meses sem precisar ver a cor do dinheiro na minha frente. A coragem real não foi pular sem rede, foi construir a rede primeiro. E depois pular antes que o medo me convencesse a permanecer no mesmo lugar. Porque o medo, ele é muito mais persuasivo. Ele te convence que mais um ano dá, mais um mês dá, mais uma promoção dá. E você acha que ficar é a única opção segura. Mas eu vou te falar uma coisa que demorou muito para eu aceitar. Não arriscar é o maior risco que existe. Porque enquanto você tá parado esperando o momento certo, o mundo está se movendo sem você. Outras pessoas estão tentando, estão fracassando, estão aprendendo, estão levantando. E quando você finalmente reunir coragem, o lugar que você queria ocupar já vai ser de outra pessoa. Ficar parado parece seguro, mas ficar parado é só um jeito mais lento de perder. E quando você vê, passou uma vida inteira esperando um momento que nunca chega. Eu não me senti pronto, ainda não me sinto, pelo contrário. Eu nunca tinha gravado um vídeo na minha vida, a minha oratória era péssima. Eu não sabia o que era marketing digital, eu não sabia o que era curso online, eu não sabia o que era mentoria. Quando eu cheguei aqui nos Estados Unidos para empreender, eu não fazia ideia de como eu ia monetizar nada. Os primeiros vídeos que eu postei, ninguém assistia, ninguém curtia. Eu tirava uma ideia da minha cabeça e gravava, mas eu comecei sem me sentir pronto. Sabe por quê? Porque eu sabia de uma coisa, se eu vencesse, muita gente venceria comigo. Minha família me deu um voto de confiança. Hoje eu tenho uma equipe que trabalha comigo, pessoas que dependem disso para colocar comida no prato. Se eu parar tudo agora, eu sofro, mas as pessoas que dependem de mim sofrem muito mais. E é isso que me faz não desistir faltando 10 segundos. Aquele aluno na piscina, ele desistiu porque ele estava sozinho dentro daquela água. Não tinha ninguém na arquibancada dele naquele momento. Talvez tivesse na vida dele, mas naquele momento, na cabeça dele, ele estava sozinho. E quem está sozinho desiste sempre. Então o que você faz com tudo isso? Quatro coisas, anota aí. A primeira delas, você reconhece o sinal. Quando a vontade de sabotar aparecer com mais força, presta atenção. Ela não é um desvio, ela é um mapa. Quanto mais forte ela vier, mais perto você tá. Segunda coisa, encontra as pessoas que estão na sua arquibancada. Quem ganha se você vencer? Escreve o nome dessas pessoas num papel, coloca num lugar que você vai ver todo dia, espelho do banheiro, tela do celular, carteira, onde for que você consiga olhar, quando o medo começar a bater. E ó, se esse vídeo até aqui te fez lembrar de alguém que você gosta, alguém que você sabe que tá nesse centímetro final, alguém que talvez precise ouvir isso hoje. Manda esse vídeo para essa pessoa. Pode ser útil para ela. Você nunca sabe se ela não está exatamente como aquele aluno na piscina, sem saber que faltam 10 segundos para chegar lá. A terceira coisa, queime os barcos depois de construir a margem. Se você não pode largar tudo hoje, usa as horas que sobram, à noite, antes do trabalho, acorda mais cedo, fim de semana, estuda, treina, constrói o próximo passo enquanto o atual te sustenta. Coragem sem cabeça é apenas pressa disfarçada. E antes da última coisa, anota isso. Você não pode fracassar enquanto você estiver tentando. Porque fracasso é só uma coisa, parar. Aquele aluno da piscina não falhou na prova. Ele falhou no momento que ele tirou o gorro. Enquanto a mão dele ainda estava na borda, ele tava no jogo. Enquanto você ainda está tentando, você está aprendendo. Enquanto você tá aprendendo, você tá crescendo. E enquanto você tá crescendo, você ainda tá dentro do jogo. Fracasso de verdade não é você cair. É decidir que você não vai levantar mais. E a quarta coisa, aja antes de se sentir pronto. Eu nunca me senti pronto nenhuma vez. Quando uma empresa me contrata para dar uma palestra, eu ainda fico pensando se eles vão se decepcionar. Toda vez, mas eu vou lá e eu faço. Porque eu aprendi uma coisa. A prontidão não vem antes da ação, ela vem depois, sempre depois. Então, olha onde a gente chegou. Um aluno desistiu faltando 10 segundos para uma vitória que ele não viu. Um homem varreu folhas durante 4 horas por 30 dólares, porque tinha uma carteira que pesava mais do que o cansaço. Eu pedi demissão do exército, sabendo que tinha gente na minha arquibancada. E agora eu te pergunto, se faltassem 10 segundos para você vencer e você não soubesse disso, você desistiria agora? Pensa nisso. E volta aqui nos comentários. Escreve o nome de quem ganha se você vencer. Eu vou ler e você vai ler. E quando o medo bater na próxima vez, você volta aqui e olha o que você escreveu. Porque esse canal aqui é um verdadeiro campo de treinamento mental. Eu quero que você encontre aqui nesse canal, um refúgio para recarregar suas energias e retomar o comando da sua mente. E se você reconheceu em você, esse medo de vencer que eu falei aqui, tem uma coisa que precisa vir depois disso, não antes, não é coragem, é autoconfiança. Mas autoconfiança de verdade não vem antes da ação, ela vem depois. Você age, age de novo, age mesmo travando e em algum ponto ela aparece. E quando aparece, ela te torna alguém perigosamente confiante. Eu gravei um vídeo inteiro falando só sobre isso. Sobre como construir autoconfiança que assusta as pessoas. Esse vídeo tá aqui na tela. Clica e assiste ele agora, porque o que eu falei aqui só funciona quando você junta com o que tá aqui. Eu te espero lá, penso como Forças Especiais.

Need another transcript?

Paste any YouTube URL to get a clean transcript in seconds.

Get a Transcript