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Deus transforma o fracasso em recomeço | Fabrício Freitas

Hope TV BSB

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[0:04]os nossos pequenos chegarem à sala.

[0:21]Eu quero pedir os nossos juniores que possam se achegar perto dos seus pais agora. Que grande parte deles já participam conosco na ceia. Aonde você estiver, Júnior, queria que você levantasse e viesse para perto do seu pai agora, se fosse possível. As famílias estivessem próximas. Eu sei que as. É isso mesmo, os meninos, meninas de sete, oito, nove, pudesse levantar de onde estão e sentar com os pais. Vamos lá? Senta perto do seu pai, da sua mãe hoje. Isso mesmo.

[1:03]Maravilha. Vamos se achegar perto dos pais. Temos aqui ainda alguns lugares. A gente vai fazer, ter mais alguns lugares. Bom, Chris, acho que a gente tem cadeira aqui nessa sala, acabou também? Oh, maravilha. Graças a Deus. Irmãos, você que nos visita hoje, seja muito bem-vindo em nome de Jesus. É uma alegria muito grande ter você conosco. Nós nos sentimos honrados como igreja, receber você e a sua família aqui entre nós. A cada domingo, quando nós nos reunimos aqui para celebrar a Jesus, nosso coração é tão grato a Deus. E quando nós podemos conhecer pessoas novas como você, o nosso coração se alegra diante de Deus. Tem um time bonito aqui de azul, que ao término desse culto nós gostaríamos de lhe entregar um presente. Porque esta é uma maneira que nós conhecemos os nossos visitantes. Então eu gostaria que você não pudesse embora sem passar aqui e estar conosco. E se você está conosco hoje, a primeira vez, e tá um pouquinho apertado aí no segundo culto. Tenha um pouquinho de paciência conosco. Breve nós mudaremos pela graça de Deus, se Deus permitir. Irmãos, pela fé. Eu quero marcar com os irmãos que o último domingo de agosto nós vamos mudar, irmãos, amém? Amém, irmãos? Os irmãos creem nisso? Que o último domingo de amor, de agosto, nós vamos estar lá, irmão Marquinhos, pela fé? Os irmãos que são favoráveis, digam sim! Então já tá feito, irmãos, em nome de Jesus. Nós vamos trabalhar, porque nós já vimos que não tem mais lugar. Primeiro culto, praticamente 70% da lotação e o segundo todo domingo a gente tem passado esse sufoco. Então, vai tendo um pouquinho de paciência conosco. Porque daqui a pouco a gente vai ter como melhor te acolher para honra e glória do nosso Deus. Abriu a sua bíblia aí em Lucas, capítulo 22. Hoje nós estamos terminando, por mais que a gente está iniciando hoje o mês da família, nós não poderíamos encerrar, irmão Paula, esse, iniciar o mês da família sem encerrar o mês de ressignificar. Não é verdade? Nós começamos aquela jornada. E mês passado, a gente falou muito sobre isso, Deus que ressignifica a história, o Deus que muda a nossa vida, o Deus que muda a nossa casa. E aí, irmã Kelly, nós começamos domingo após domingo, estudando uma história de um personagem bíblico que Deus mudou a história da vida dele. E nós começamos estudando quem se lembra o primeiro? José. Nós aprendemos com José que Deus é um Deus que muda a história. E naquele primeiro domingo, nós vimos e terminamos o culto falando sobre Gênesis, capítulo 50, Paulo, aonde José diz: Todo o mal que intentaram contra mim, Deus o tornou em bem. E foi uma bênção, como nós fomos abençoados. Segundo domingo, nós aprendemos sobre Ana. Ana, quero ver se alguém decorou. Isso aqui eu decorei aquele domingo. Ana, porquê? Ana, porquê? Ana, porquê? Canta. Ah, Pastor Jeff, todo mundo gravou a sua palavra, graças a Deus. Ana porque chora, Ana porque ora, Ana porque canta. Nós vimos o ressignificar da vida de do Senhor na vida de Ana. A história de Ana foi mudada. E no último domingo, anterior a nossa, o nosso musical do mês de abril, nós então aprendemos com Davi. E nós aprendemos com Davi, que o processo, o caminho é importante, mais do que o final, o meio pelo qual Deus trabalha conosco, o processo que Deus nos permite caminhar, é o meio pelo qual Deus nos forma. Então nós aprendemos com Davi, também essa verdade. Quando Deus usa o processo para formar o propósito. E aí a gente viu, Mona Nias, que Davi foi ordenado, ungido a rei, mas ele não reinou. Ele voltou para cuidar de ovelhas. Que situação! E Deus usou todo aquele processo, irmão Ezequiel, para conduzi-lo ao trono. Hoje a gente encerra esta série. E não poderia ser outro personagem. Confesso aos irmãos que é o meu predileto das escrituras. É o Pedrão. Né?

[6:09]O Pedrão, irmãos, é o meu personagem predileto. Quando o fracasso se torna o recomeço. Vamos ler juntos? Quando o fracasso se torna o recomeço. Lucas, capítulo 22. É uma coisa interessante demais. Deus, ele não termina histórias na queda. Deus é um Deus de recomeços. E na escritura sagrada nós vamos ver muitas histórias assim. Dentre elas, a de Pedro. Lucas 22, a partir do verso 54. Diz assim: Então eles o prenderam. Era a noite da crucificação, noite anterior, quinta para sexta-feira. De quinta para sexta-feira, Jesus tinha sido preso. Olha aí, verso 54: Então eles o prenderam e o levaram ao sumo sacerdote. Pedro o seguia de longe. Aquele que disse que ia até o fim, está seguindo Jesus agora de longe. Os guardas acenderam uma fogueira no meio do pátio e sentaram-se à volta. Era madrugada, imagina o frio em Jerusalém, estão ali ao redor da fogueira, então Pedro vem e senta com eles. Olha bem a história, Darson. A fogueirinha tá ali, estão se esquentando, e Pedro senta com os guardas.

[7:54]Uma criada nota a luz da fogueira e aquela luz da fogueira, né? Imagina assim, tem hora que o fogo, a labareda cresce um pouquinho. Aí eu fico imaginando que na hora que aquela labareda cresceu, aí viu as pessoas que estavam ao redor. E quando viu as pessoas que estavam ao redor, diz que uma criada olhou fixamente em Pedro. E quando ela olha fixamente para ele, por fim ela vira e diz assim: Esse homem era um dos seguidores de Jesus. Mas Pedro na hora negou, dizendo: Mulher, eu não o conheço. Mulher, eu não sei quem ele é. Ah, meus irmãos, Pedro, extremamente sincero. Mas não era tão forte quanto ele pensava. Aquele homem extremamente sincero, que muitas vezes se mostrou tão corajoso. Mas naquele momento, quando ele disse, Senhor, eu irei até o fim, não te negarei, ele confiava apenas em si mesmo. Ele esqueceu que quando nós confiamos somente em nós e não dependemos totalmente de Deus, o fracasso vai revelar a nossa limitação humana. E aqui a primeira lição: Pedro nos ensina, através desse erro, desse fracasso, que nós, seres humanos, são somos limitados, meus irmãos. Pedro cai na pressão, ele caiu e isso revela uma verdade muito especial. O fracasso de Pedro não começou ali na beira da fogueira e na queda. O fracasso de Pedro começou quando ele achava que ele tinha poder para dele mesmo resistir a toda e qualquer tentação. Esse é o nosso fracasso, quando a gente acha que é forte, quando nós nos achamos que somos fortes, aí é que nós somos? Ah, meu Pai. Irmão Márcio, tô passando em frente ao Júlio, passa aquele cheiro de coxinha e de pastel. Ô, glória. E ela diz assim: Fabrício, vem em mim que eu tô facinho. É, tu fica rindo? Tu fica rindo porque não é com você. E eu digo assim: Eu sou forte. Eu sou forte. Eu sou forte. Me deu uma coxinha. Sabe porquê? Porque quando eu acho que eu sou forte, é aí que eu sou fraco. Pedro, enquanto ele achou que ele era forte, enquanto ele achava que ele era o cara, que vivia tantas coisas com o Senhor, ele andou sobre as águas e de repente ele diz: Mestre, acontece o que acontecer, se tu for preso, eu vou até o fim. Bastou uma mulher dizer: Você é um deles. E ele disse: Eu nunca o vi, eu não o conheço. E às vezes a gente diz assim: Pedro, Pedro negou Jesus, mas quantas vezes eu e você no dia a dia da nossa vida, na nossa jornada, não fazemos o mesmo que Pedro? Quantas vezes no nosso dia a dia, irmãos, tem hora que a gente faz umas coisas e mostra quem nós somos, o mal que habita em nós. Por quê? Porque nós fomos separados do Senhor por causa do pecado. Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus, mas o pecado nos afastou do Senhor. E o pecado que habita em nós, quando nós não todos os dias crucificamos a nossa vida em Cristo, nós daremos lugar a ele. Não tem homem forte, irmãos, para com o pecado. A não ser se ele seja dominado pelo Espírito Santo. A não ser que o Espírito Santo transborde sobre ele, caso contrário, nós vamos errar. Caso contrário, nós vamos falhar. Caso contrário, nós teremos embrutecidos. E muitas vezes Deus permite, sabe para quê? Para expor a nossa limitação e nos levar à dependência dele. Porque se dependesse de nós, nós achamos muitas vezes que nós somos alguma coisa, irmãos. Tem hora que a gente acha que a gente é alguma coisa. Irmão, nós não somos nada. Nada, nada, nada. O que nos iguala? O fracasso. O que nos iguala? A morte. O que nos iguala? O pecado. Mas o que também nos iguala, o amor grandioso de Deus para conosco.

[13:41]Ah, meus irmãos, a primeira lição que Pedro nos ensina, é que os nossos erros, as nossas limitações, o nosso fracasso, mostra quem nós somos.

[14:00]Nem time a gente sabe escolher. Aí você diz assim: Sou flamenguista. Piorou, com todo o respeito. Não é, irmão Marquinhos? Cruzeirense, então, a gente ama assim, nem fala, né? A gente, irmãos, quantas vezes nós fracassamos? Quantas vezes na nossa limitação? Quantas vezes no dia a dia, nós agimos como Pedro? Agimos como Pedro no nosso casamento. Agimos como Pedro quando navegamos na internet. Agimos quando Pedro quando temos aquela oportunidade de dizer não a um negócio esquisito e aceitamos. E quando aceitamos, nós estamos igual Pedro, negando a Jesus. Negando ele nas nossas atitudes, negando ele na nossa fé, negando ele no nosso caminho. E esse fracasso só mostra uma coisa: Eu e você temos limites. Eu e você somos limitados. Eu e você somos fracos.

[15:15]Essa é a primeira lição que Pedro nos ensina. Mas o texto continua. E se você notar, quando o fracasso acontece, nós vamos notar que a maior batalha de Pedro não era externa. A maior batalha de Pedro é a batalha de mente. Sabe porquê? A batalha espiritual, irmãos, há muita fantasia acerca de batalha espiritual. Esse mês nós vamos a partir de domingo que vem, estudar Efésios, capítulo 6. Há muita história sobre batalha espiritual. Batalha espiritual, irmãos, é batalha de mente. É aqui, ó, ó. É a nossa mente, por isso que a Bíblia diz que nós devemos ter a nossa mente renovada em Cristo. É a nossa mente. A batalha espiritual tá aqui, ó, dentro de nós, dentro da nossa mente. E nós precisamos levar a nossa mente cativa a Cristo. Quer ler um livro bom sobre isso? Preparados para a batalha do Pastor Sam Tipes. É um dos melhores livros sobre batalha espiritual. Muito seguro. Não fantasioso, mas mostra aquilo como Satanás tenta nos enganar na nossa mente. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos o quê? Pela renovação da vossa mente. É mente. E aqui Pedro vai nos ensinar a próxima lição. Olha o que diz o verso 61. Então, o Senhor se voltou e olhou para Pedro.

[17:11]Quando Pedro negou a Jesus, olha o que que diz o verso seguinte. O Senhor se voltou e olhou para Pedro. E Pedro se lembrou das palavras dele. E quais eram as palavras dele? Hoje, antes que o galo cante, você me negará três vezes. E Pedro saiu dali chorando amargamente. Vou repetir: E Pedro saiu dali chorando. Vamos repetir juntos, chorando.

[17:54]Olha essa cena. Então Jesus volta o olhar para Pedro. Jesus vira e enxerga Pedro. Esse olhar de Jesus, irmãos, foi um olhar profundo. Não foi um olhar de condenação. Não foi um olhar de julgamento, mas foi um olhar de verdade e um olhar de graça. E quando Jesus olha para Pedro, Pedro se lembra, ele se recorda, vem à sua mente. E naquele momento, ele chora amargamente. E aqui, irmãos, está o ponto da virada na vida de Pedro. Sabe porquê, meus irmãos? O arrependimento abre caminho para mudança. O arrependimento abre caminho para restauração. E aqui, Pedro não ignora o seu erro. Pedro não justifica, mas Pedro sai dali com o seu coração quebrantado. Diz o texto que ele estava com o seu coração amargo. E aqui uma coisa interessante, a culpa nos afasta, mas o arrependimento nos aproxima de Deus. Pedro se reconhece. E interessante, este choro de Pedro não é fraqueza, mas é o início da cura. Repito, é o início e não a cura ainda. E aqui é interessante. Porque tem muita gente que começa a ter a sua vida curada, mas ela não completa o processo. Isso é sério. Porque você lembra que Pedro chora, sente o coração amargo. E aí nós temos o episódio da morte de Jesus na sexta-feira. As três da tarde, Tetele está consumado, ele é sepultado. Domingo de manhã as mulheres vão ao sepulcro. E qual é a notícia que ouve delas, que ele ouve delas? Jesus ressuscitou. Ele corre lá e o mestre não está. Você lembra depois qual é o destino de Pedro? Ele vai para onde? Para onde? Ele volta para o lugar de onde ele nunca deveria ter saído. Mas se Jesus estava vivo, se ele já sabia que o mestre estava vivo, ele não poderia ter buscado o mestre? Ele não poderia ter procurado o Senhor? Viu como apenas um choro amargo não significa mudança? Viu como apenas um choro induzido nem sempre é uma mudança completa? É o início. Mas o arrependimento, ele vai se demonstrar por ações. E quais foram as ações seguintes de Pedro? Ó, ele volta para onde ele nunca deveria ter voltado. Ele volta a pescar. Ele volta para a antiga vida. Quantas vezes eu e você, quando erramos, quando pecamos, sentimos até a dor. Mas ao contrário de confessar e reconhecer e pedir a Deus que ressignifique o nosso fracasso e um recomeço. Nós apenas temos aquela dor inicial e continuamos a pecar e voltamos para onde? Para a antiga vida. E como um abismo chama outro abismo, nós vamos nos afastando do Senhor. Nós vamos nos afastando dele. Mas aqui há um sinal. Aqui nós vamos entender que quando há arrependimento, é o primeiro passo para um caminho de restauração. Mas apenas um passo que precisa ser confirmado com atitudes transformadoras. Arrependimento se demonstra não apenas quando a gente diz nos perdoa. Arrependimento se demonstra quando a gente age de maneira diferente. Porque arrependimento é isso, ó, é conversão. Se eu ia nessa direção e eu arrependi, eu confessei, eu reconheci, agora eu vou na direção contrária. Não existe arrependimento quando eu continuo fazendo as mesmas coisas. Não existe mudança quando eu continuo repetidamente fazendo as mesmas coisas. Isso não passa às vezes de um remorso. Ou no máximo um sentimento de culpa.

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