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Como Proteger e Multiplicar Seu Dinheiro na Nova Crise Global | CONVOCAÇÃO EMPIRICUS

Empiricus

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[0:15]Você acaba de ser convocado, e agora é pra valer. Você tem duas alternativas. A primeira é pedir dispensa, seguir sua vida como se nada estivesse acontecendo. A segunda é de se alistar, vir com a gente, descobrir uma forma simples de cuidar do seu dinheiro. Em alguns casos, até de maneira automatizada, em busca de ganhos que a maioria nunca viu. Ganhos como os de quem atendeu a nossa convocação em 2025. Enquanto muita gente que pediu dispensa ou nem ficou sabendo, ficou com o dinheiro parado na poupança, retendo cerca de 7.5% no ano, ou ficou deitado no berço esplêndido do CDI com 14.3%. Quem não fugiu à luta, teve chance de fazer diferente. Manteve o CDI na parte conservadora do patrimônio e buscou ganhos maiores na outra parte, com as nossas carteiras. Carteiras como o Empiricus Dividendo, 50% de ganhos em 2025. Mais que o Ibovespa, que é o índice de referência. 3,5 vezes mais que o CDI e 6,6 vezes a poupança. Ou Empiricus Ações, 37.9%. Mais que o Ibovespa no ano. 2.6 vezes o CDI, 5.1 vezes a poupança. Ou ainda o Empiricus Fundos Imobiliários, 24.5%. Mais que o IFIX, que é o índice de referência para fundos imobiliários. 1.7 vezes o CDI, 3.3 vezes a poupança. Ainda o Empiricus Small Caps, 73.7%. Mais que o dobro do índice de referência, quase 10 vezes a poupança. Para você ter noção do que isso significa. A cada R$ 100 que um brasileiro comum recebeu na poupança, quem tinha o Empiricus Small Caps teve a chance de receber R$ 980. R$ 1.000 de rendimento na poupança? R$ 9.800 no Empiricus Small Caps. R$ 10.000 na poupança? R$ 98.000 no Empiricus Small Caps. São resultados passados, não garantem o futuro. Investimentos envolvem riscos e é justamente isso que abre espaço para retornos maiores. O problema é que o brasileiro médio ainda acredita que está seguro, deixando tudo na poupança ou no CDI. Mas a verdade não é bem essa. Aquele cenário de relativa paz, de domínio absoluto do dólar, acabou. A estabilidade deixou de ser a regra. O que você viu durante toda a sua vida foi um intervalo que agora chegou ao fim. Você deve achar que eu estou falando do conflito no Irã, ou da guerra na Ucrânia, que já dura mais de quatro anos. Mas o quadro é bem maior. Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, existem hoje mais de 120 conflitos armados ativos simultaneamente no planeta. Isso mesmo, mais de 120. É o maior nível de tensão desde a Segunda Guerra Mundial, em que o mundo agora está sendo redesenhado. Isso mexe diretamente com o seu dinheiro, o seu poder de compra, os seus investimentos. Você já está sendo impactado, mesmo sem perceber. E não precisa ser assim. Ninguém torce por conflito, mas ignorar o que está acontecendo deixou de ser opção. Essa convocação não pode mais ser ignorada. Por isso eu vou te mostrar agora, como esse novo cenário mundial pode impactar os seus investimentos e o que você precisa fazer para se proteger e buscar ganhos maiores. Quem sabe, até maiores do que a gente viu em 2025. Porque a Empiricus acabou de lançar uma nova carteira que reúne as principais tendências macroeconômicas em um único investimento. Você já deve ter ouvido falar que é na crise que surgem as grandes oportunidades. Quando o mundo muda de forma, o capital muda de lugar. E hoje, eu estou aqui como seu correspondente para te mostrar para onde ele está indo. Para que você possa se posicionar do lado certo, o lado vencedor. A Empiricus nunca foge à luta quando o assunto é dinheiro, e você foi convocado para lutar com a gente. Você tá pronto? Sem recuar. Agora.

[4:19]O conflito de Ormuz é um retrato claro do que está acontecendo no mundo. E ele é fácil de entender porque está nos noticiários todos os dias. Você provavelmente já viu no mapa. É um trecho estreito, cerca de 33 quilômetros que liga o Golfo Pérsico ao resto do mundo. Todos os dias passam por ali cerca de 20 milhões de barris de petróleo, algo próximo de 20% de todo o consumo mundial. É um gargalo, um ponto físico por onde passa uma parte relevante da energia do planeta. E foi exatamente ali que a tensão explodiu. Nos últimos dias, vimos um ciclo contínuo de ataques e respostas entre Estados Unidos e Irã. O estreito ameaça fechar, abre de novo e volta a ficar sob risco. Com o perdão da ironia, já poderia até mudar de nome: Estreito de Schrödinger, aberto e fechado ao mesmo tempo. E aqui está o ponto central. Não precisa fechar oficialmente, basta colocar o fluxo em risco. Os navios deixam de passar, as seguradoras saem do mercado, os custos disparam e o preço da commodity reage. O impacto é imediato.

[5:32]O planeta inteiro sente, inclusive o Brasil. Você viu o preço do combustível reagindo nas bombas. Teve lugar onde o litro da gasolina passou de R$ 10. E isso acendeu o alerta. O governo entrou em cena. Esse padrão se repete sempre. Toda vez que essa região entra em tensão, o petróleo sobe. E quando o petróleo sobe, o mercado acompanha, porque ele está em tudo. No combustível do seu carro, no frete dos produtos, na logística dos supermercados. O custo vai sendo repassado, o efeito se espalha rápido até chegar no seu prato. E tem ainda um agravante. Pouca gente sabe disso, tá? Mas fertilizantes também passam pelo estreito. Se o fertilizante sobe, o custo da produção agrícola sobe junto. E aí você já sabe o que acontece. A inflação acelera. Em março, a projeção do boletim Focus já tinha subido para 4.31% ao final de 2026. Em abril, avançou ainda mais, 4.86% ao final deste ano. E os juros devem permanecer elevados. Isso não acontece só no Brasil. Atinge os Estados Unidos, a Europa, o mundo inteiro. É um choque global. Como eu disse no início, aquele mundo de inflação baixa, juros baixos, estabilidade, não é mais regra. Estamos em uma guerra mundial que não vai terminar tão cedo. E quando o cenário muda, o desempenho dos investimentos muda junto. Alguns ativos avançam, outros ficam para trás e a maioria das pessoas percebe tarde demais. Quando entende o que aconteceu, já foi. As oportunidades já passaram. Você perdeu dinheiro ou deixou de capturar os grandes movimentos. Mas não deveria deixar passar, porque o mercado costuma ser bem previsível em momentos de choque de petróleo, como agora. Olha lá o que aconteceu em 1973. O barril saiu de 4 dólares para 12 dólares em apenas um ano, mais de 300%. E o segundo choque, em 79, fez os preços mais que dobrarem. No ciclo completo, saímos de menos de 4 dólares para mais de 36 dólares. Multiplicação superior a 9 vezes, ou, se você preferir, mais de 1000% de valorização. Agora, olha o momento atual. Em 2026, o petróleo voltou a mostrar volatilidade. Já ultrapassou os 100 dólares e pode subir ainda mais. Há projeções falando em 200 dólares. O mundo nunca enfrentou uma interrupção de energia dessa magnitude, disse Fatih Birol, chefe da Agência Internacional de Energia. É mais grave do que todas as crises juntas, 1973, 1979 e 2022. O mercado reage sempre que a oferta de energia é pressionada. Você viu. Começa no petróleo, vira transporte mais caro, comida mais cara, inflação, juros, recessão, com impacto no mundo inteiro, mudando o regime dos mercados e favorecendo ativos ligados à economia real, principalmente commodities. Olha só o efeito em cadeia. Um: Produção. O diesel sobe, então sobe o custo dos tratores no campo e das máquinas de mineração. Fica mais caro plantar, extrair minérios. Sem contar o fertilizante mais caro, que faz subir o preço do milho, da soja, do trigo. Dois: Logística. O transporte marítimo encarece. Navios precisam fazer rotas mais longas, gastando mais combustível, combustível que já está caro. Além disso, o seguro sobe, até pedágio pode aparecer. Segundo notícias recentes, chegando a cerca de 2 milhões de dólares por embarcação. E não para por aí, viu? O frete ferroviário também sobe com o aumento do diesel. Isso vai direto para o preço final no supermercado. Três: Substituição de produtos. A gasolina está cara, as usinas então passam a produzir mais etanol e menos açúcar. O milho vira combustível. Resultado, menos oferta de açúcar e de milho, mais pressão nos preços. Ao mesmo tempo, plástico e derivados do petróleo ficam mais caros e são substituídos por papel ou recicláveis. O que acontece? Pressão no setor de embalagens, o preço sobe. E ainda tem mais. Quatro: Financeiro. Em momentos de tensão, o dinheiro corre para ativos reais: ouro, petróleo, commodities. E esse movimento, por si só, pressiona ainda mais os preços, independentemente da demanda real. Percebe o efeito em cadeia? E olha só, o ouro já vinha subindo bastante nos últimos anos e cobre também. A energia já começa a reagir e o que ainda não andou tanto? As commodities agrícolas. Pelo menos por enquanto. Enquanto outros ativos subiam, elas ficaram para trás. Se você olha este gráfico e compara o desempenho das commodities com as ações em geral, fica evidente. Momentos de estresse global, como a crise de 73, a guerra do Golfo, em 90, a crise do Subprime, em 2008, sempre coincide com picos de commodities. E nos últimos anos, elas ficaram comprimidas. Só agora começaram a reagir. E mesmo assim, ainda estão baratas em relação ao dólar. Aliás, o próprio dólar pode enfraquecer. Os Estados Unidos seguem gastando como se não houvesse amanhã, em boa parte, por causa dos próprios conflitos. E quando isso acontece, ativos reais ganham ainda mais força. Ouro, prata, urânio, energia. Isso vai muito além de Ormuz. Existe uma mudança estrutural acontecendo. O mundo mudou. Está mais fragmentado, mais instável, mais dependente de recursos reais. Conflito deixou de ser exceção, virou padrão. Uma guerra termina, outra começa, ou nem termina direito, antes da outra começar. Rússia e Ucrânia continuam. E depois que resolverem o conflito no Irã, você realmente acha que vai parar por aí? São mais de 120 conflitos armados espalhados pelo mundo. 120. Oriente Médio, África, Ásia e outros que ainda nem vieram à tona. Taiwan, Coreia do Norte. A Terceira Guerra Mundial já começou. Eu sei o que você gostaria. De paz. Eu também. Mas isso não está sob nosso controle. O que está é como você protege e multiplica o que é seu. Porque cuidar do seu patrimônio também é cuidar de quem você ama. E nisso eu posso te ajudar. Porque quando o assunto é investimento, a Empiricus não é pequena. São mais de 16 anos de história e mais de 400.000 assinantes. Gente satisfeita com o que encontrou por aqui. Nosso maior objetivo continua o mesmo. Dar ao investidor comum acesso ao mesmo nível de estratégia dos profissionais. Só que sem economês, sem complicação. Hoje fazemos parte do grupo BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Ou seja, temos uma estrutura robusta, com histórico e escala. A gente não toca no seu dinheiro. O que a gente faz é te mostrar o que fazer, como fazer e quando fazer. De forma prática e direta. Para você investir melhor e buscar resultados maiores. Quem acompanha a Empiricus há mais tempo, teve a chance de capturar grandes oportunidades ao longo dos anos. No ouro, por exemplo, enquanto a maioria nem sabe como investir, quem seguiu a Empiricus teve a chance de praticamente triplicar o capital. E tudo de forma simples, acessível, mesmo para quem não é especialista. No urânio? Você já investiu em urânio? Quem acompanha Empiricus já teve essa oportunidade e a chance de lucrar 185%. Trigo, 53%. Petróleo, 76%. Gás, 97%. Quase dobrando o capital. E muito mais. Esses ganhos já aconteceram, são passado. De novo, não garantem ganhos futuros. Investimentos têm riscos que fazem parte do processo. Mas se a gente estiver certo, você pode estar diante de um novo ciclo, com potencial de ganhos ainda maiores. Meu nome é Matheus Spiess, sou analista de investimentos da Empiricus. E a partir de agora, quero ser o seu correspondente, não de guerra, mas de investimentos. Aquele que te mostra onde estão as oportunidades de ganhar dinheiro. Porque oportunidades não vão faltar. Afinal, você foi convocado. E essa decisão precisa ser tomada hoje mesmo. O seu dinheiro precisa de você e você pode contar com a Empiricus para isso. Aceitando a convocação hoje, você deixa de assistir o mercado de fora e passa a se posicionar de verdade. Com um único investimento, você se expõe ao que realmente importa nesse cenário. Ouro, quando a confiança das moedas balança, é para lá que o dinheiro corre. Small caps, nessas ações de pequenas empresas brasileiras estão os maiores descontos e os maiores movimentos potenciais, quando o capital volta. Nas commodities, energia, alimento, recursos básicos, quando o mundo aperta, tudo isso sobe. Juros longos, se a inflação insiste e o dinheiro fica caro, você pode ficar do lado de quem ganha. Defesa. Mais conflito no mundo significa mais dinheiro nesse setor. Urânio, segurança energética virou prioridade com uma nova demanda. Mineradoras de ouro, quando o ouro sobe, elas tem fluxo de caixa para subir ainda mais. Argentina, mudança econômica e entrada de capital. É aí que surgem as assimetrias e pouca gente olha. Robótica. Eficiência deixou de ser vantagem, virou necessidade. E por fim, as criptomoedas. Uma alternativa fora do sistema tradicional, com um alto potencial de valorização e que ganha força quando a confiança no dinheiro diminui. O meu ponto é simples. Você pode continuar com o dinheiro parado ou pode se posicionar em um cenário que já mudou. E você não precisa fazer isso sozinho. Você vai receber um material completo, mostrando como fazer esse investimento. Nos ativos que mais podem ganhar em um contexto global, passo a passo. Mas isso é só o começo. Você também terá acesso completo à Empiricus+. Todas as assinaturas da maior casa de análise do Brasil em um único lugar. Renda fixa, com títulos do tesouro, CDBs, letras de crédito, imobiliário e agronegócio e mais, renda variável, com investimentos em ações, fundos, criptomoedas, futuros e outros ativos. Renda extra, a carteira focada no recebimento de dividendos e renda passiva e muito mais. Repito, tudo isso, num único acesso. Você vai se surpreender com a quantidade de conteúdo. Alguns podem até se assustar, mas calma, tem conteúdo para todos os gostos e níveis de conhecimento. Seja para quem já é investidor e deseja se aprofundar com mais estratégias e possibilidades de ganho, seja para quem está começando e deseja dar os primeiros passos. A gente vai te ajudar com isso e você logo vai perceber que é mais simples do que imaginava e que vale muito a pena. Porque você vai ter acesso às mesmas carteiras que trouxeram ganhos em 2025, muito acima da poupança e dos índices de mercado. Com tutoriais passo a passo para executar os investimentos, plantões de dúvidas, indicações de compra e venda, relatórios de acompanhamento, suporte de segunda a sexta, das 8 às 18 horas e 7 dias para testar sem compromisso. Cancela. Não gostou, você cancela. Sem qualquer constrangimento, que a gente reembolsa todo o dinheiro gasto na assinatura da Empiricus+. Sem burocracia. E sabe quanto vai custar tudo isso? Essa é a melhor parte. Tudo isso por apenas R$ 14,90 por mês no plano anual ou R$ 19,90 no plano mensal. 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A pergunta que resta é: você vai se mover junto ou vai ficar para trás? Estou te esperando no fronte, sem recuar. Agora!

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